O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
A Guararapes Confecções, dona da marca Riachuelo, informou que a agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou, pelo segundo ano consecutivo, o rating de longo prazo da empresa e de suas debêntures. A classificação subiu e A+(bra) para AA-(bra), com perspectiva estável.
Segundo a Fitch, a nova elevação vem da sólida evolução do perfil financeiro da Guararapes, suportada por uma expectativa de redução de seu endividamento, principalmente com a venda dos ativos do Midway Mall.
A empresa trocou seu comando em 2023 e, agora, colhe os frutos desta virada. Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo (produtos para casa), Carter’s (infantil) e Fanlab (loja temática).
A Fitch projeta relação entre a dívida líquida ajustada e o Ebitdar, que que mede o lucro operacional de uma empresa antes de juros, impostos, depreciação, amortização e despesas de aluguel ou reestruturação, deverá ser de 2,5 vezes ao final de 2025, de 2,6 vezes em 2026 e de 2,2 vezes em 2027, frente ao índice de 3,2 vezes reportado em 2024.
A agência espera uma geração de caixa livre positiva para 2026, em R$ 140 milhões, que incluem o pagamento de R$ 1,5 bilhão em dividendos extraordinários relacionados à venda do Midway Mall, shopping de Natal, RN, feita em dezembro.
No entanto, para a Fitch essa benesse aos acionistas é negativa, por enfraquecer a governança corporativa e a flexibilidade financeira da Guararapes. O impacto no rating, no entanto, é neutro, uma vez que a companhia reduziu significativamente sua alavancagem e sua dívida nos últimos anos, diz a agência.
Leia Também
Para os próximos anos, o fluxo de caixa deve ser de 5% a 6% da receita líquida do varejo. Já para o ano passado, a empresa deve queimar R$ 660 milhões, segundo estimativas da Fitch.
A agência afirma que a rede varejista demonstrou consistência operacional ao longo dos últimos anos, diz o fato relevante enviado pela Guararapes à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
A solidez financeira da companhia a coloca em posição de menos vulnerabilidade para enfrentar os desafios esperados para 2026, diz a Fitch. "A agência destaca ainda que acredita que a companhia continuará eficiente na gestão de capital de giro, e que manterá perfil de liquidez robusto no horizonte do rating”, diz o comunicado.
Os investimentos da rede, em novas lojas e modernização a fábrica, também devem crescer. A maior utilização da capacidade fabril também deve contribuir para a rentabilidade.
Outra previsão é que a dona da Riachuelo deve manter a atividade promocional controlada e continuar melhorando a precificação de seus produtos. As vendas em lojas maduras devem crescer cerca de 8,0% em 2025 e de 4,5% em 2026.
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada
Retirada do orelhão acontece porque terminam as concessões do serviço de telefonia fixa das empresas responsáveis pelos aparelhos
Empresa do setor aeronáutico pagou voluntários para testar escorregadores de evacuação usados em emergências, exigidos por normas internacionais de segurança
Entenda por que os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações da resseguradora
Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa
Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações
Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa
O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações
Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”
Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida
A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro