🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Larissa Bernardes

Repórter no Seu Dinheiro, formada em Comunicação Social - Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui experiência na cobertura do mercado financeiro em tempo real, economia, política e cenário internacional. Passou por agências de notícias e redações, como Agência Estado, Safras News, DCM e Record TV.

CASH COW

Educação vive era de vaca leiteira, e BTG eleva recomendação da Cogna (COGN3) para compra; descubra a ação queridinha do banco

Analistas do banco destacam que, após anos de ajustes e crise do Fies, os grandes grupos de ensino podem gerar retornos significativos aos acionistas; veja a recomendação para Cogna (COGN3), YDUQS (YDUQ3), Afya (AFYA), Ânima (ANIM3), Vitru (VTRU3), Cruzeiro do Sul (CSUD3), Ser Educacional (SEER3) e Laureate

Larissa Bernardes
21 de janeiro de 2026
16:30 - atualizado às 15:31
Relatório do BTG sobre empresas de educação yduqs, cogna e anima
Relatório do BTG sobre empresas de educação Yduqs, Cogna e Ânima - Imagem: Montagem Seu Dinheiro / Freepik

O mercado de educação no Brasil vive atualmente a chamada era da “cash cow”, ou “vaca leiteira”, um momento caracterizado por grandes retornos aos acionistas. Em relatório, o BTG Pactual avalia que essa fase deve se prolongar, sustentando o otimismo em torno do setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas elevaram a recomendação da Cogna (COGN3) para Compra, com potencial de alta de 40%. Além disso, reiteraram a Laureate — que controla as universidades Anhembi Morumbi e FMU — como sua principal aposta, podendo gerar lucro de 12% aos acionistas.

De acordo com o documento, desde 2023 as companhias do setor passaram a priorizar a redução do endividamento, ganhos de eficiência, preservação de caixa, maior exposição a segmentos premium (especialmente medicina), disciplina mais rígida de investimentos e menor apetite por grandes operações de fusões e aquisições.

Nos últimos dois anos, a geração de caixa foi robusta na área de ensino, com média de 16% em relação à receita. Entre os destaques:

  • Cogna (COGN3) – 20%
  • YDUQS (YDUQ3) – 17%
  • Afya (AFYA) – 9%
  • Ânima (ANIM3) – 15%
  • Vitru (VTRU3) – 24%
  • Cruzeiro do Sul (CSUD3) – 27%
  • Ser Educacional (SEER3) – 20%

O BTG acredita que esse ritmo deve se manter em 2026, apoiado por um cenário macroeconômico favorável: atividade econômica resiliente, desemprego baixo, renda disponível em níveis saudáveis e incentivos típicos de um ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As eras do setor de educação

Nos últimos 15 anos, o mercado de ensino brasileiro viveu altos e baixos. Confira as características de cada uma das quatro eras, segundo o BTG:

Leia Também

  1. 2010 a 2014 – Os Anos Dourados:  impulsionados pelos benefícios econômicos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o programa de financiamento estudantil do governo;
  2. 2015 a 2019 – Era da Redução do Fies: marcada pelo efeito negativo da alavancagem operacional com a redução co financiamento governamental, juntamente com o início da canibalização causada pela expansão do ensino a distância (EaD);
  3. 2020 a 2023 – Era da Pandemia: caracterizada pela supremacia do segmento de EaD e maior exposição ao segmento de medicina;
  4. 2024 a 2026 – Era da Vaca Leiteira: agora, as empresas estão em modo de colheita, distribuindo benefícios aos acionistas, reduzindo operações por meio de iniciativas de eficiência, disciplina dos investimentos e preservação de caixa.

Riscos para a fase atual

Apesar da perspectiva positiva, o BTG alerta para riscos. O principal seria um retorno prematuro à estratégia de crescimento acelerado, que já trouxe prejuízos no passado. Os analistas, contudo, consideram esse cenário improvável, dado o recente período de estresse financeiro e os aprendizados em alocação de capital.

Outro ponto de atenção é o novo marco regulatório que amplia a carga presencial nos cursos de graduação. Os impactos devem ser limitados até 2026, mas podem ganhar relevância a partir de 2027, especialmente em relação à infraestrutura dos polos de ensino a distância.

Além disso, os resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) — exame aplicado a estudantes de medicina no último ano da graduação — foram considerados fracos, introduzindo incertezas regulatórias em um segmento até então visto como estável.

Recomendações do BTG Pactual

  • Cogna: recomendação elevada de Neutro para Compra; preço-alvo revisado de R$ 4 para R$ 5, com potencial de alta de 40%.
  • Yduqs: recomendação mantida em Compra; preço-alvo estável em R$ 23; destaque para geração de caixa estimada em 18% em 2026.
  • Vitru e Ânima: small caps preferidas, com altos rendimentos de caixa e maior crescimento esperado de lucros; recomendação de Compra.
  • Afya: rebaixada de Compra para Neutro; preço-alvo reduzido de US$ 20 para US$ 17; rendimento de caixa próximo de 12%, abaixo da média do setor (16%).
  • Ser Educacional: melhora significativa, com geração de caixa de 20% em 2025; recomendação Neutra, com novo preço-alvo de R$ 15 (ante R$ 12), devido a riscos regulatórios e jurídicos.
  • Cruzeiro do Sul: evolução expressiva, com retorno de 27% em 2025 e expectativa de 20% em 2026; recomendação mantida em Compra, preço-alvo elevado para de R$ 6,50 para R$ 10.
  • Laureate: considerada top pick na América Latina; expectativa de crescimento de lucro operacional entre 10% e 15% ao ano; recomendação de Compra reiterada, após valorização de 85% nos últimos 12 meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM TEM CORAGEM?

Vai apostar contra a Petrobras (PETR4)? CEO diz que é melhor não. Ações da estatal chegam a subir 6% — e não é só pelo petróleo

6 de março de 2026 - 12:33

O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado

TROCA DE LIDERANÇA

Fundador da Oncoclínicas (ONCO3) deixa o comando após crise financeira e pressão do mercado. Quem assume como CEO agora?

6 de março de 2026 - 12:02

Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação

OS ÚLTIMOS CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3): venda do principal ativo da empresa ‘flopa’, enquanto falta de pagamento causa corte no rating da empresa

6 de março de 2026 - 11:30

Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros

INJEÇÃO BILIONÁRIA

Cheque bilionário à vista: Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3) e Vamos (VAMO3) podem levantar mais de R$ 3 bilhões

6 de março de 2026 - 9:32

Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes

ENTENDA A OPERAÇÃO

Cosan (CSAN3) pede registro para IPO da Compass, em meio à crise na Raízen (RAIZ4)

6 de março de 2026 - 8:47

Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen

RESULTADOS FINANCEIROS

Petrobras (PETR4) reverte prejuízo no 4T25 com lucro de R$ 15,6 bilhões e anuncia R$ 8,1 bilhões em dividendos

5 de março de 2026 - 21:15

O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões

REBAIXADA

Raízen (RAIZ4): S&P corta rating e mantém perspectiva negativa em meio a dúvidas sobre a dívida

5 de março de 2026 - 17:45

A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões

BLOQUEIO INÉDITO

Fictor na mira: Justiça bloqueia bens de sócios e vê sinais de fraude contra investidores

5 de março de 2026 - 17:21

Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo

DESTAQUES DA BOLSA

Pressão no retrovisor: Localiza (RENT3) cai forte na B3 após UBS BB reduzir recomendação; culpa pode ser da “segunda onda” de carros chineses

5 de março de 2026 - 17:04

Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas

DANDO UM GÁS NAS AÇÕES

Por que a Ultrapar (UGPA3) está subindo na bolsa mesmo após queda no lucro?

5 de março de 2026 - 15:06

Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira

NO RADAR DO CADE

Azul (AZUL53) colocou o carro na frente dos bois em negócio com a American Airlines? Entenda a denúncia de possível ‘gun jumping’

5 de março de 2026 - 15:01

O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)

SUBIU DEMAIS?

É o fim da linha para a Vale (VALE3)? XP diz que rali das ações está com os dias contados

5 de março de 2026 - 14:33

Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre

TECNOLOGIA NO CENTRO

A revanche dos bancões: como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander reagiram à invasão das fintechs — e por que agora a ‘guerra’ é outra

5 de março de 2026 - 14:01

Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade

OPORTUNIDADE

Nova empresa, novos ganhos: Bradsaúde tem potencial de alta de 35% e está com desconto de 70% em relação à principal rival, diz BTG

5 de março de 2026 - 11:07

O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%

BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

5 de março de 2026 - 10:33

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

DINHEIRO À VISTA?

Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor

5 de março de 2026 - 9:45

Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Vem mais dividendo por aí? Após produção recorde da Petrobras (PETR4), analistas revelam o que esperar do balanço do 4T25

5 de março de 2026 - 6:01

A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025

CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar

4 de março de 2026 - 16:30

Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour

QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar; entenda

4 de março de 2026 - 16:00

Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso

FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações

4 de março de 2026 - 14:58

Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar