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No cenário internacional, o barril do Brent acelera os ganhos e encosta nos US$ 110 sob temores de uma crise energética global
O clima para a Petrobras (PETR4) azedou no início da tarde desta sexta-feira (20). Os papéis da estatal, que já operavam no campo negativo pela manhã, aceleraram as perdas na esteira do anúncio do governo federal sobre o novo decreto para o subsídio do diesel.
Por volta das 12h55, as ações ordinárias (PETR3) registravam queda de 3,04%, enquanto as preferenciais (PETR4) recuavam 3,44%.
O movimento ajudava a pressionar ainda mais o Ibovespa, que operava aos 177.238,09 pontos, com recuo de 1,70%.
Além do cenário de cautela nos mercados globais, o principal gatilho para a baixa das ações da Petrobras é a Medida Provisória (MP) que prevê um subsídio federal ao diesel para conter a alta dos preços.
A MP foi publicada na noite de quinta-feira (19), e abre crédito extraordinário de R$ 10 bilhões para o Ministério de Minas e Energia. Além disso, garante a concessão de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel por produtores e importadores de óleo diesel.
O valor da subvenção será pago somente aos produtores e importadores de diesel, que precisarão se habilitar junto à Agência Nacional do Petróleo (ANP), desde que o seu preço de comercialização seja inferior ou igual ao preço de referência.
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O governo ainda estipulou que, caso o valor total acumulado de pagamentos da subvenção econômica alcance o montante de R$ 10 bilhões antes de 31 de dezembro de 2026, a subvenção será encerrada.
O subsídio foi anunciado na semana passada como parte dos esforços do governo federal para mitigar pressão que as altas na cotação internacional do barril de petróleo vêm exercendo sobre o óleo diesel por causa da guerra entre EUA, Israel e Irã.
A outra medida principal foi zerar os dois impostos federais que incidem sobre o diesel — o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).
A MP publicada ontem a noite trouxe incertezas sobre a dinâmica do setor. Para o Goldman Sachs, a medida cria assimetrias entre os agentes do mercado.
O banco chama atenção para o fato de os importadores e produtores independentes continuarem tendo como referência a paridade de importação para quem compra petróleo de terceiros.
Além disso, segundo o Goldman, as empresas integradas como a Petrobras terão como referencial o preço atual do diesel somado ao subsídio de R$ 0,32 por litro.
Na prática, isso significa que, para acessar o subsídio, a Petrobras ficaria impedida de elevar os preços do diesel. Caso opte por reajustes acima do nível de referência, perderia o benefício.
Atualmente, a estatal pratica preços ao redor de R$ 3,65 por litro, enquanto o Goldman Sachs estima a paridade internacional próxima de R$ 6,00 por litro. O impacto estimado é de US$ 1,2 bilhão no fluxo de caixa livre (FCF) da estatal em 2026.
Já o Citi entende que o novo decreto não deve provocar mudanças significativas nos preços do combustível no mercado interno.
Segundo o banco, as regras aumentam a incerteza para a tese de investimento de Petrobras, porque não está claro se a estatal seguirá o novo preço de referência tanto para a produção nacional quanto para os volumes importados.
Enquanto as ações da Petrobras aceleravam as perdas, o petróleo invertia o sinal e voltava a subir no mercado externo.
No radar dos investidores, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e a ponderação de possíveis consequências econômicas do conflito entre os EUA e Israel contra o Irã.
Segundo analistas, os temores de que haja uma crise energética, considerando também o fechamento do Estreito de Ormuz, voltaram a ganhar força.
Por volta de 12h40, o barril do petróleo WTI — referência para o mercado norte-americano — para maio subia 1,00% na Nymex, a US$ 96,52, enquanto o do Brent — referência para o mercado internacional, inclusive para a Petrobras — para o mesmo mês avançava 0,74% na ICE, a US$ 109,49.
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