O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
O Santander terá um novo presidente a partir de julho. Gilson Finkelsztain deixa a B3 para assumir a presidência do terceiro maior banco privado do país em julho. Antigo conhecido do banco, ele já atuou como diretor entre 2011 e 2013. Finkelsztain assume o lugar de Mario Leão, que estava no cargo há quase cinco anos e no banco há onze.
Segundo o banco, a sucessão será conduzida com a participação direta de Leão, que seguirá liderando o Santander Brasil até a conclusão do processo, prevista para meados de 2026.
A B3 é uma das maiores bolsas de valores do mundo. A empresa B3 tem valor de mercado de R$ 89,11 bilhões. A companhia ainda não anunciou quem assumirá o cargo.
Já o Santander é o terceiro maior banco privado do país, com R$ 112,58 bilhões em valor de mercado.
Em nota, Finkelsztain se disse "muito feliz" por assumir a liderança do banco e expressou confiança na estratégia e na capacidade de execução da equipe.
Leia Também
Segundo ele, o foco será transformar a "base sólida" em entregas relevantes para clientes, acionistas e sociedade. "O Brasil é um mercado de grandes oportunidades e estou entusiasmado com o potencial do que podemos construir nos próximos anos", ressaltou.
Já a presidente executiva do Santander, Ana Botín, afirmou estar "contente" em receber Finkelsztain de volta à instituição. "Sua experiência e reconhecimento no setor financeiro brasileiro o tornam bem qualificado para liderar a próxima fase de crescimento neste mercado tão relevante, à medida que seguimos executando nossa estratégia e promovendo crescimento com rentabilidade", destacou.
Botín também agradeceu a Leão pelo "papel muito importante" na transformação e no posicionamento do banco no país. "Gostaria de agradecer sinceramente por sua liderança, dedicação e pelo impacto positivo que teve na organização e em nossas equipes, e desejar-lhe tudo de melhor para o futuro", pontuou.
Formado em engenharia de produção civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), seu sonho era trabalhar em construção.
Mas, com um estágio e programa de trainee no Citibank, iniciou a trajetória no meio financeiro e mudou-se do Rio de Janeiro para São Paulo. Foi no Citibank que construiu sua carreira, chegando ao cargo de diretor e chefiando uma equipe de dezenas de pessoas. Depois, passou três anos no JP Morgan e dez meses no Bank of America Merrill Lynch.
Em abril de 2011, chegou ao Santander, onde ocupou vagas de diretoria nas áreas de renda fixa, câmbio, commodities, produtos e estruturação de derivativos.
Também foi nessa época que Finkelsztain tornou-se membro do conselho de administração da Cetip (Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos Privados), maior depositária de títulos de renda fixa privada da América Latina.
Após dois anos e meio no Santander, ele foi convidado a participar do processo de sucessão do presidente da Cetip à época, Luiz Fleury, que iria se aposentar.
“Tirei férias para decidir, já que não era tão óbvio para mim. Ser presidente de empresa era uma proposta que nunca tinha aparecido. Decidi aceitar e foi uma excelente decisão profissional”, compartilhou em evento do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo).
Já na liderança da Cetip, coordenou a fusão da Central com a BM&F Bovespa, originando a B3 em 2017, hoje a única bolsa de valores no Brasil e a maior da América Latina.
Durante sua gestão, a B3 consolidou-se como uma das principais infraestruturas de mercado financeiro do mundo. Passou por uma transformação profunda em seu modelo de negócios, cultura organizacional e papel no desenvolvimento econômico do Brasil, diz a empresa em comunicado.
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, alcançando um novo patamar de rentabilidade e distribuiu R$ 40,1 bilhões aos acionistas.
O portfólio de investimentos disponíveis aos acionistas ficou mais diversificado, com a consolidação de ETFs, BDRs, FIIs, instrumentos de renda fixa, derivativos e novas soluções de financiamento. Também criou novas frentes de negócios focados em dados, como a Trillia.
"O legado de Gilson Finkelsztain é o de uma B3 mais forte, diversificada, resiliente e preparada para o futuro — uma companhia que deixou de ser apenas a bolsa do Brasil para se afirmar como uma plataforma essencial ao desenvolvimento sustentável do mercado financeiro e da economia do país", diz a companhia em nota.
Mais recentemente, a B3, em conjunto com a CVM, lançou o Regime Fácil, que dá acesso a empresas de pequeno e médio porte ao mercado de capitais.
A bolsa de valores viu altos e baixos nos últimos anos, com ondas de dezenas de IPOs e agora uma seca que já dura mais de quatro anos, além de saídas de empresas do mercado. Ainda que haja empresas na fila para uma abertura de capital, a guerra no Oriente Médio afetou o cenário.
No comunicado em que o Santander Brasil anuncia a mudança na presidência, o CEO Mario Leão afirma que o banco atingiu um nível de maturidade que permite conduzir o processo sucessório de forma estruturada e planejada, em momento oportuno.
Para Leão, o processo garante a continuidade da execução da estratégia da instituição financeira. "Estou muito feliz com o ciclo que vivi aqui, com tudo o que evoluímos e conquistamos, e com o que virá pela frente", ressaltou em nota.
Em 2025, em meio às especulações renovadas sobre uma possível OPA, o Santander alcançou a marca do seu maior lucro dos últimos quatro anos — um resultado que ajuda a sustentar a tese de reestruturação, mas que ainda traz sinais de alertas do lado da carteira de crédito.
Há sucessivos trimestres, o banco fica para trás de pares domésticos na corrida pelo retorno, ainda com dificuldades de encurtar a distância em relação aos líderes do setor.
Agora, a administração decidiu transformar discurso em compromisso formal. A meta é reconquistar um retorno sobre patrimônio tangível (ROTE) na faixa dos 20% entre 2027 e 2028. Nas contas do JP Morgan, isso levaria a um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 22%.
Com Estadão Conteúdo
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia