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Banco do DF diz que ações são preventivas e que eventual aporte ainda depende do desfecho das investigações
O Banco de Brasília (BRB) informou na sexta-feira (6) que levou ao Banco Central um pacote de medidas para reforçar o capital da instituição, a serem acionadas se necessário, em meio aos desdobramentos da investigação envolvendo o Banco Master.
“O documento entregue pelo BRB ao órgão regulador apresenta um conjunto de ações preventivas de recomposição de capital a serem implementadas nos próximos 180 dias, caso seja comprovada a necessidade de aporte financeiro”, informou o BRB em nota após uma reunião entre o presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, e o diretor de Regulação do BC, Gilneu Francisco Astolfi Vivan.
O banco destacou no comunicado que eventuais valores de aporte necessários só serão definidos após a conclusão das investigações.
Em setembro do ano passado, o Banco Central rejeitou a compra do Master pelo BRB, após concluir análise acerca da capacidade financeira da instituição, que tem como principal acionista o governo do Distrito Federal, para fazer frente ao negócio.
Em novembro, quando foi decretada a liquidação extrajudicial do Master pelo BC, dirigentes do BRB foram alvos de mandados de busca e apreensão e foram afastados dos cargos por suspeitas de envolvimento em irregularidades.
Na última terça-feira (3), a Reuters informou que a Polícia Federal abriu um inquérito criminal para apurar gestão fraudulenta no BRB.
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Em nota, o BRB informou ter encaminhado à PF e ao Banco Central relatório preliminar de auditoria forense preparada pelo escritório de advocacia Machado & Meyer, contratado pelo banco, com “achados relevantes”.
*Com informações da Reuters e Money Times
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