O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária

A saúde financeira da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) recebeu um diagnóstico negativo da Moody’s Ratings nesta quinta-feira (19). A agência rebaixou a classificação da empresa de Ba3 para B2, mantendo uma perspectiva negativa do rating.
Na visão da Moody's, a estrutura de capital da companhia está altamente alavancada, exigindo um tratamento de choque para evitar riscos maiores de refinanciamento.
Para a Moody’s, os sintomas da CSN são claros: o nível de endividamento e o peso dos encargos de juros estão drenando a geração de fluxo de caixa livre.
Um agravante no prontuário da empresa é a alocação de capital dentro do grupo. Atualmente, a maior parte da dívida está concentrada na holding, enquanto o pulmão que gera o caixa é a subsidiária de mineração.
Segundo a agência, a CSN precisa reequilibrar esses riscos entre as divisões do grupo para estabilizar sua condição.
Para tratar a enfermidade financeira, a CSN já apresentou providências. Em 15 de janeiro, a companhia anunciou planos para:
Leia Também
O objetivo é reduzir a dívida total na holding, o que melhoraria a alavancagem, aliviaria os riscos de liquidez frente aos vencimentos futuros e equilibraria as contas entre holding e subsidiárias.
Apesar do plano estar traçado, a Moody’s adverte que a recuperação não é imediata. Até que as vendas sejam efetivamente executadas, as métricas de crédito da CSN continuarão debilitadas e os riscos de liquidez permanecerão elevados — especialmente em momentos de volatilidade e aversão ao risco no mercado.
A agência é enfática: sem a aceleração da desalavancagem via venda de ativos, redução de investimentos (capex) ou corte proativo da dívida, o fluxo de caixa da CSN será mais compatível com uma categoria de classificação ainda mais baixa.
"A maioria das necessidades de refinanciamento futuras está relacionada a dívidas bancárias, e o próximo vencimento relevante de títulos é em 2028", aponta o relatório.
Mesmo com liquidez considerada adequada no momento, o consumo de caixa atual aumentou o risco de refinanciamento no médio prazo.
Agora, o mercado aguarda para ver se a CSN conseguirá aplicar o remédio proposto a tempo de evitar uma nova piora no quadro de crédito.
*Com informações do Money Times
VEM CISÃO AÍ?
A TESE AZEDOU?
FÔLEGO EXTRA
INDO ÀS COMPRAS
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O ADEUS DO ESTADO
ATENÇÃO, ACIONISTA
ESPAÇO PARA RECUPERAÇÃO?
ATENÇÃO CONSUMIDORES
NOVO PROGRAMA PARA CARRO NOVO
APÓS RESULTADOS FRACOS
SD ENTREVISTA
ATENÇÃO USUÁRIOS
HÁ DÉCADAS NA BOLSA
MAIS VALOR AO ACIONISTA
ADEUS BARRIGA DE CHOPE?
A CONTA NÃO FECHOU?
DESTAQUES
MINÉRIO DE FERRO
BARRADAS