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Investidores têm poucos dias para decidir se garantem o valor ou aguardam o ajuste das ações após a data de corte; pagamento segue o cronograma de remuneração divulgado pelo banco no início do ano

O Banco do Brasil (BBAS3) voltou a abrir os cofres para os acionistas. A instituição anunciou nesta quarta-feira (20) a distribuição de mais de R$ 340 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) e definiu as datas que vão separar quem terá direito ao pagamento de quem ficará de fora.
O banco aprovou a distribuição antecipada de R$ 340,717 milhões em JCP referentes ao segundo trimestre de 2026. O valor corresponde a R$ 0,05968401166 por ação.
Segundo o BB, a distribuição está alinhada ao cronograma de pagamentos divulgado anteriormente em fato relevante publicado em 19 de janeiro de 2026.
O pagamento será realizado em 11 de junho de 2026 para os investidores com posição acionária em 1º de junho. Já a partir de 2 de junho, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-JCP”. Isso significa que quem comprar os papéis após essa data não terá direito ao provento.
Desta forma, o investidor pode optar por comprar a ação antes da data de corte para garantir o pagamento ou esperar o ajuste no preço dos papéis após o “ex”.
Segundo o comunicado do banco, os valores serão creditados em conta corrente, poupança-ouro ou disponibilizados para saque em caixa.
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Os investidores com ações custodiadas na B3 receberão os recursos por meio de seus respectivos agentes de custódia.
O BB também alertou que acionistas com cadastro desatualizado terão os pagamentos retidos até a regularização das informações em uma agência do banco.
Pessoas físicas precisarão apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Já pessoas jurídicas deverão apresentar estatuto ou contrato social e documentos de representação.
Vale lembrar que o pagamento de JCP sofre retenção de imposto de renda na fonte, conforme prevê a legislação brasileira.
Acionistas isentos dessa tributação devem comprovar a condição até 3 de junho de 2026 em uma agência do Banco do Brasil para evitar o desconto automático.
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