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Uma das maiores empresas do mundo corre para se adaptar à era da IA. Segundo o Google, trata-se da maior mudança no buscador em 25 anos

O Google reformulou a sua barra de pesquisa. Agora, a tradicional caixa de texto se expande para gerar buscas mais longas e conversacionais, que também poderão ser feitas por meio de fotos, vídeos, arquivos e abas do Chrome.
Além disso, o buscador passa a oferecer um sistema de sugestões que vai além do preenchimento automático. As mudanças aproximam o mecanismo de busca de chatbots de IA, como o ChatGPT e o Microsoft Copilot.
A nova barra de pesquisa começou a ser liberada globalmente nesta terça-feira (19) e será alimentada pelo Gemini 3.5 Flash, novo modelo apresentado pela companhia durante o evento Google I/O.
A seguir, veja mais detalhes sobre a atualização do buscador do Google — considerada pela empresa a maior mudança na pesquisa em 25 anos.
A reformulação busca integrar o AI Overview — recurso que gera resumos com IA no topo das buscas tradicionais — ao Modo IA, chatbot separado em outra aba da página de resultados.
Com isso, o usuário poderá visualizar o resumo gerado pela IA e continuar a conversa diretamente no buscador, sem precisar trocar de guia.
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As respostas também ganharão novos recursos de Inteligência Artificial. O Gemini 3.5 Flash poderá, por exemplo, criar gráficos e pequenas animações para apresentar resultados de pesquisa.
Além disso, o Google apresentou a ferramenta “personal intelligence”, que responderá ao usuário combinando dados da web com informações pessoais presentes em outros serviços da companhia, como Gmail, Google Photos e Google Calendar.
O avanço da IA nos mecanismos de pesquisa, por outro lado, preocupa veículos de imprensa em todo o mundo, que dependem do tráfego orgânico vindo do Google.
Segundo o Wall Street Journal, empresas de mídia como Business Insider, Washington Post, HuffPost e o próprio WSJ registraram queda de 55% no tráfego orgânico entre 2022 e 2025.
O movimento está ligado ao fato de que, de acordo com pesquisa do Pew Research Center divulgada em março de 2025, apenas cerca de 1% dos usuários clicam nos links utilizados pelo Modo IA para gerar os resumos.
O Google também anunciou que usuários poderão configurar agentes de IA para pesquisar, apresentar e atualizar informações. A funcionalidade começará a ser liberada nos EUA a partir de meados de 2026.
Diferentemente dos chatbots, que apenas respondem perguntas, os agentes funcionarão de forma autônoma e não dependerão de prompts constantes.
Haverá os chamados “agentes de informação”, capazes de monitorar por 24 horas blogs, sites de notícias e redes sociais sobre temas definidos pelo usuário, além de gerar resumos e sugerir ações.
Os agentes também poderão atuar em serviços de compras online, realizando pagamentos de forma autônoma com base em regras definidas pelo usuário e informando cada etapa do processo — da pesquisa ao checkout e ao rastreamento da entrega.
Comparação de preços, compatibilidade de produtos e escolha de lojas estarão entre as funções disponíveis.
Os agentes serão lançados inicialmente nas Buscas e no Gemini nos EUA, onde empresas como Amazon, Walmart, Target e Carrefour já aderiram ao sistema.
Ainda não há informações sobre quando o serviço chegará ao Brasil.
*Sob supervisão de Renan Dantas.
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