O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
A Gol (GOLL54) já tinha dado indícios de que sairia da bolsa em breve e a data para dar adeus à B3 está batendo à porta. Na noite de quarta-feira (25), a empresa divulgou que todo o seu patrimônio e o da Gol Investment Brasil (GIB) será incorporado pela Gol Linhas Aéreas S.A. (GLA). Amanhã, dia 27 de março, será o último dia de negociação do papel e a empresa será oficialmente extinta em 1º de abril.
A partir da operação, o capital social da GLA aumentará em cerca de R$ 13,93 bilhões, com a emissão de quase 42,1 trilhões de ações, segundo o fato relevante publicado pela empresa.
Cada acionista vai receber ações da GLA da seguinte forma:
A saída das ações da Gol na bolsa marca o último capítulo de uma novela que começou com a empresa pedindo recuperação judicial nos Estados Unidos, processo conhecido como Chapter 11.
Essa operação faz parte de uma reorganização societária após a saída da RJ nos EUA — oficializada em junho do ano passado — e uma quase fusão com a outra empresa aérea Azul.
Em outubro do ano passado, a companhia propôs, sob a justificativa de simplificar a estrutura, buscar sinergias e reduzir custos, a incorporação da subsidiária Gol Investment Brasil (GIB) pela Gol Linhas Aéreas (GLA), que atualmente também é uma subsidiária integral da Gol, de capital fechado.
Leia Também
Com a incorporação, a Gol e a GIB deixarão de existir, com a GLA, de capital fechado, assumindo todos os direitos e obrigações e culminando na saída da companhia da Bolsa.
No fim de fevereiro, a Gol informou ao mercado a conclusão da liquidação financeira da oferta pública de ações (OPA). A Gol Investment Brasil (GIB), na posição de ofertante, passou a deter 967.162.416.253 ações preferenciais, que representam cerca de 99,95% do capital social total da companhia.
Para os minoritários que optaram por não vender suas ações no leilão, houve uma janela para os investidores se desfazerem dos papéis até a última quarta-feira (25) pelo mesmo preço da OPA, corrigido pela Selic
Também no mês passado, as ações preferenciais da Gol deixaram o Nível 2 de Governança Corporativa da B3 e passaram a ser negociadas no segmento Básico da bolsa.
*Com informações do Money Times
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir