O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, aprovou a distribuição de R$ 325 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), conforme decisão do conselho de administração, de acordo com fato relevante desta quinta-feira (12).
Do total anunciado, com a retenção de imposto de renda na fonte à alíquota de 17,5%, o valor pago aos acionistas será de R$ 268,1 milhões, aproximadamente. A base de cálculo foi o balanço patrimonial da companhia de 31 de janeiro de 2026, segundo a companhia.
O valor bruto por ação será de R$ 0,10, com desconto de cerca de R$ 0,02 referente ao imposto, resultando em um valor líquido aproximado de R$ 0,08 por ação, atualmente negociada a R$ 40,94.
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. A Telefônica acrescentou que terão direito ao provento os acionistas com posição registrada até o final do pregão do dia 23 de fevereiro de 2026. A partir do dia seguinte, 24 de fevereiro, as ações passam a ser negociadas na condição “ex-juros”.
O pagamento dos juros será realizado até 30 de abril de 2027, em data a ser definida posteriormente pela diretoria da Telefônica Brasil.
A empresa também informou que os valores de JCP por ação poderão sofrer ajustes, a depender da base acionária a ser verificada em 23 de fevereiro de 2026, em função de eventuais aquisições de ações realizadas no âmbito do programa de recompra de ações atualmente em vigor.
Leia Também
Conforme previsto no estatuto social da companhia, os valores de JCP serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício social que se encerra em 31 de dezembro de 2026, sujeitos à ratificação pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, prevista para 2027.
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas