Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter do Seu Dinheiro, estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) com certificação em curso de Mercado Financeiro pela Ibmec. Possui experiência na cobertura de economia, política e internacional. Atualmente, cobre o mercado imobiliário e de FIIs.

DOS FIIS AOS ETFS

O gringo também gosta de FIIs: fluxo estrangeiro chega aos fundos imobiliários, e isso é bom para os cotistas; saiba quais ativos estão na mira

Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
15 de abril de 2026
6:03 - atualizado às 7:27
Imagem: IA/ChatGPT

As incertezas em relação à guerra no Irã e o tarifaço de Donald Trump colocaram em xeque o protagonismo dos Estados Unidos nas carteiras dos investidores e vêm impulsionando uma mudança no fluxo de capital global

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando o investidor estrangeiro migra o seu capital para as bolsas emergentes, como a nossa B3, o movimento costuma se refletir apenas no mercado de ações, onde os volumes negociados podem ser maiores, adequados aos bolsos fundos desses grandes investidores globais. E é o que temos visto no Ibovespa, que já beira os 200 mil pontos. 

Mas, desta vez, o fluxo gringo para os ativos brasileiros não se restringiu ao mercado de ações. Os fundos imobiliários — mercado historicamente concentrado nas pessoas físicas — também têm se beneficiado do movimento. 

Segundo relatório do Santander, o setor de FIIs registrou um volume médio diário de R$ 508 milhões nos primeiros dois meses de 2026, o que representa um aumento de 60% em relação ao mesmo período de 2025. 

Parte relevante desse movimento, especialmente em fevereiro, veio justamente dos não residentes, que representaram 24% do volume negociado nos FIIs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse capital estrangeiro não chega ao mercado imobiliário brasileiro por compra direta das cotas na B3. A porta de entrada são, principalmente, os Exchange Traded Funds (ETFs), fundos que replicam índices do mercado. 

Leia Também

Segundo Flávio Pires, analista sênior de fundos imobiliários do Santander, isso acontece porque o investidor estrangeiro já tem uma tradição de investir no setor por meio de ETFs. 

“São veículos acessíveis e mais baratos do que colocar dinheiro efetivamente em um fundo [imobiliário] para fazer uma gestão ativa", afirmou, em entrevista ao Seu Dinheiro

Já Caio Araujo, analista da Empiricus Research, explica que a tese brasileira leva a um aumento de fluxo de investidores passivos, que costumam alocar recursos por meio de ETFs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Dentro do mercado imobiliário, na percepção de alocação entre classes, os fundos imobiliários se adequam bem a esse perfil”, afirma Araujo. 

O pulo do gato é que esse aumento do volume de capital estrangeiro nos FIIs pode favorecer os investidores locais. Afinal, a força compradora dos investidores estrangeiros por meio de ETFs tende a levar os preços das cotas para cima. Porém, é preciso saber o caminho das pedras. 

Para entender como os gringos chegam aos fundos imobiliários e os meios para os cotistas surfarem essa onda, o Seu Dinheiro conversou com Caio Araujo, analista da Empiricus Research; Carol Borges, analista da EQI Research; Flávio Pires, analista sênior de fundos imobiliários do Santander; e Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos

VEJA TAMBÉM: BTG Pactual revela os fundos imobiliários mais indicados para investir neste mês. Saiba mais em relatório gratuito (disponível aqui) 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os gringos no mercado de FIIs

É quase um consenso entre os especialistas: o aumento do fluxo estrangeiro nos FIIs está ligado à saída do capital estrangeiro dos Estados Unidos, que se desloca para os mercados emergentes. 

“O Brasil se destaca nesse cenário por ser um destino relevante com capacidade para receber esses grandes alocadores”, afirmou Flávio Pires em entrevista ao Seu Dinheiro. 

Já para Carol Borges, analista da EQI Research, os juros também vêm dando uma mãozinha para esse movimento. “O estrangeiro está sendo atraído para o Brasil por conta do juro real bastante elevado, o que oferece um yield [rendimento] e um carrego que o investidor estrangeiro não encontra em outros mercados emergentes”, completou. 

Porém, ela ressalta que o movimento não é exatamente uma novidade. “A diversificação global veio para ficar. As inseguranças com os Estados Unidos estão apenas acelerando esse processo, que, até então, ocorria de maneira mais lenta por conta do ciclo imobiliário, que é bastante longo”, avaliou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com os especialistas, o amadurecimento pelo qual o setor de fundos imobiliários brasileiro vem passando coloca os ativos na mira de ETFs globais

Vale lembrar que, no último ano, a indústria viu grandes FIIs fazendo aquisições robustas através do pagamento em cotas. Além disso, muitos dos fundos adquiridos pelas gestoras passaram por fusões. Houve uma consolidação desse mercado.

“Os FIIs elevaram o patrimônio ao longo de 2025 e aumentaram a liquidez. Com isso, estão se preparando cada vez mais para receber esse tipo de investidor”, afirma Pires. 

CONFIRA: Área exclusiva do Seu Dinheiro libera conteúdos extras, cursos, ferramentas e funcionalidades para te ajudar a tomar melhores decisões nos seus investimentos. Acesse de graça aqui 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O caminho das pedras

É o caso do Hedge Shopping Centers (HGBS11), o primeiro fundo imobiliário a chamar a atenção dos gringos. Em setembro de 2024, ele foi incorporado ao FTSE EPRA Nareit Global Reit, índice que investe exclusivamente em ativos imobiliários.  

Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos, conta que, até então, havia movimentações feitas por índices estrangeiros, mas sem uma sistemática.

“Há um ano, nós resolvemos ir atrás desses grandes provedores de índice, tanto europeus como americanos, para entender o que seria necessário dentro de um fundo imobiliário para que ele pudesse entrar”, relata. 

Para isso, um FII precisa ser classificado como Real Estate Investment Trust (REIT), veículos que se assemelham aos FIIs brasileiros, mas que possuem uma estrutura mais sofisticada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em suas investigações, Dahruj descobriu que, para entrar em índices globais, os fundos imobiliários precisavam realizar uma reclassificação de algumas demonstrações financeiras e fazer a tradução para o inglês de todos os documentos regulatórios, principalmente a parte das demonstrações financeiras. 

Porém, o que colocava o FII no radar dos gringos era justamente o tamanho e o volume de liquidez no mercado secundário. 

Como o fluxo de capital estrangeiro mexe com os FIIs da sua carteira?

Todas essas mudanças mexem favoravelmente com fatores fundamentais para o investidor brasileiro: governança e liquidez

Para entrar em índices globais, os FIIs passaram a aumentar o nível de transparência e a realizar auditorias frequentes. “Esse movimento sobe a régua das análises, o que, com o tempo, vai impactar diretamente na autorregulação da indústria. Isso é muito importante para os investidores”, comentou Borges. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, como o investidor estrangeiro — especialmente o institucional — busca fundos com alta liquidez, os FIIs passam a apostar no crescimento do ativo. Como resultado, o veículo deixa de ter distorções bruscas nos preços por mudanças de posições. 

“Como os investidores estrangeiros movimentam grandes volumes, você tende a ter uma precificação mais racional dos ativos”, afirmou Dahruj. 

O gestor da Hedge também enxerga vantagens na redução da dependência do capital nacional. Vale lembrar que, com a altas taxas de juros no país, emissões públicas ficaram cada vez mais difíceis, justamente por uma redução do interesse do investidor brasileiro.

Já com o aumento da presença dos estrangeiros, quem tem esses ativos na carteira também sai ganhando, uma vez que o FII consegue manter a expansão mesmo em cenários restritivos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, a cereja do bolo para Dahruj é que esse interesse dos gringos valida os FIIs como uma classe de ativo séria, comparável a investimentos diretos em imóveis ou ações. 

Onde os gringos investem?

Quando falamos de veículos que investem no mercado imobiliário, os estrangeiros não enxergam esses ativos da mesma forma que os brasileiros.  

Para nós, os FIIs podem ser fundos que alocam recursos em imóveis físicos — ou seja, de tijolo — ou em títulos de crédito imobiliário, conhecidos como fundos de papel

Já os REITs, apesar de funcionarem de forma similar aos FIIs, são empresas que investem em imóveis geradores de renda. Por isso, quando falamos de investimentos estrangeiro em FIIs, normalmente, nos referimos aos ativos de tijolo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois que o Hedge Shopping Centers (HGBS11) entrou para o FTSE EPRA Nareit Global Reit, outros seis fundos imobiliários fizeram o mesmo movimento. Os FIIs que entraram na mira dos gringos foram: 

  • Alianza Trust Renda (ALZR11); 
  • Bresco Logística (BRCO11); 
  • BTG Pactual Logística (BTLG11); 
  • Hedge Brasil Shoppings (HGBS11); 
  • HSI Malls (HSML11); 
  • Vinci Logística (VILG11); e 
  • Vinci Shopping Centers (VISC11). 

A Hedge Investimentos estima ainda que outros 20 FIIs possam vir a participar desse índice futuramente. Além disso, a gestora tem expectativa que os índices REITs da S&P e MSCI façam o mesmo movimento de incluir ativos brasileiros.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CÂMBIO E BOLSA

Dólar ladeira abaixo: moeda fecha a R$ 4,99 pela 1ª vez em dois anos; Ibovespa supera inéditos 198 mil pontos

13 de abril de 2026 - 15:50

Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

'ZERANDO' WALL STREET

De SpaceX a ‘herdeiro de Buffett’: BTG Pactual entra em outro IPO badalado em Wall Street como único representante brasileiro

13 de abril de 2026 - 15:23

Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.

RENDA PASSIVA

FII, FI-Infra e Fiagros: onde investir para garantir dividendos mensais, com isenção de imposto de renda, segundo o BTG

13 de abril de 2026 - 11:54

Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio

SOB NOVA PRESSÃO

Petróleo sobe, dólar avança, e Petrobras (PETR4) pega carona após Trump ameaçar Estreito de Ormuz; veja como os mercados reagem

13 de abril de 2026 - 10:45

A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade

PAPEL NA CARTEIRA

Esse fundo imobiliário é o favorito da XP para se proteger da inflação — e ainda conta com dividendo de 11,5%

12 de abril de 2026 - 13:09

A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação

IBOVESPA EM FESTA

Em semana euforia no Ibovespa, ações da Hapvida, C&A e Auren ‘fizeram a festa’, enquanto outras ficaram de ressaca; veja as maiores altas e baixas da bolsa

11 de abril de 2026 - 17:00

Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda

DANÇA DAS CADEIRAS NO ALTO ESCALÃO

Hapvida (HAPV3) tem a maior alta do Ibovespa na semana e lembra do ‘gostinho’ de ser querida pelo mercado. O que impulsionou as ações?

10 de abril de 2026 - 19:03

A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras

CÂMBIO

Dólar a R$ 5,00: oportunidade de ouro para investir lá fora ou armadilha antes das eleições?

10 de abril de 2026 - 18:24

Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio

VAI PINGAR NO BOLSO DO ACIONISTA

B3 (B3SA3) deve distribuir R$ 6,3 bilhões em proventos neste ano, segundo o Citi; banco eleva recomendação e preço-alvo

10 de abril de 2026 - 18:04

Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa

IGNORANDO A GRAVIDADE

Bolsa brasileira melhor que o S&P 500: Ibovespa faz história e analistas veem espaço para o rali continuar

10 de abril de 2026 - 12:23

Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos

MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia