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Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
O primeiro lugar do pódio de ação mais recomendada quando o assunto é carteira de sustentabilidade é mais uma vez dela: a B3 (B3SA3). Os analistas do BB Investimentos, BTG Pactual, Itaú BBA e XP Investimentos atualizaram seus portfólios mensais de ESG (Ambiental, Social e Governança, em português) e deram o veredito sobre os melhores papéis.
Quem divide o estrelato com a “dona da bolsa” é a varejista Lojas Renner (LREN3), de acordo com o ranking consolidado pelo Seu Dinheiro.
Cada uma das ações recebeu três indicações. Ou seja: só ficaram de fora de um dos portfólios recomendados. Confira as indicações de cada equipe de análise:
| BB Investimentos¹ | BTG Pactual² | Itaú BBA³ | XP Investimentos⁴ |
|---|---|---|---|
| B3 (B3SA3) 🏅 | Allos (ALOS3) | Engie (EGIE3) | Alupar (ALUP11) |
| Banrisul (BRSR6) | Axia Energia (AXIA3) | CPFL (CPFE3) | B3 (B3SA3) 🏅 |
| Lojas Renner (LREN3) 🏅 | Copel (CPLE3) | Localiza (RENT3) | Itaú (ITUB4) |
| Motiva (MOTV3) | C&A (CEAB3) | Banco do Brasil (BBAS3) | Lojas Renner (LREN3) 🏅 |
| Sabesp (SBSP3) | Equatorial (EQTL3) | Rumo (RAIL3) | Localiza (RENT3) |
| SLC Agrícola (SLC3) | Itaú (ITUB4) | Totvs (TOTS3) | Orizon (ORVR3) |
| Suzano (SUZB3) | Localiza (RENT3) | 3tentos (TTEN3) | Sabesp (SBSP3) |
| Taesa (TAEE11) | Nubank (ROXO34) | Lojas Renner (LREN3) 🏅 | Suzano (SUZB3) |
| Vibra Energia (VBBR3) | Motiva (MOTV3) | B3 (B3SA3) 🏅 | Telefônica Brasil (VIVT3) |
| WEG (WEGE3) | Rede D'Or (RDOR3) | Cosan (CSAN3) | WEG (WEGE3) |
A ação da B3 acumula valorização de 46% desde o início do ano. Só em março, o papel avançou 2,8% — na contramão do clima mais pessimista que pairou sobre o Ibovespa, principal índice da bolsa, que desvalorizou 0,7% no mês.
Com as tensões no Oriente Médio geradas pela guerra entre Estados Unidos e Irã, os mercados globais tiveram um mês de maior aversão ao risco.
Mas esse sentimento mais negativo parece não ter chegado na ação da B3.
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Segundo o Itaú BBA, a empresa se beneficia com a continuidade do forte fluxo estrangeiro na bolsa. Só em março, a entrada de dinheiro “gringo” foi de R$ 11,7 bilhões. No primeiro trimestre, o total chegou a R$ 53 bilhões.
“Isso tende a sustentar níveis elevados de volume diário médio de negociação variável fundamental na composição da receita da empresa”, destaca o banco.
A XP tem visão semelhante sobre a companhia. A tese é baseada em fatores como a gradual recuperação do mercado de capitais, receitas impulsionadas por maiores volumes de negociação e possíveis distribuições extraordinárias de juros sobre capital próprio (JCP).
Na agenda de ESG, a corretora defende que “a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade”.
Entre os destaques, a empresa aumentou a oferta de produtos ESG, criou um hub de educação que chama a atenção no quesito social e tem maioria independente no conselho de administração.
Outra ação que foi recomendada pela XP, Itaú BBA e BB Investimentos foi a varejista Lojas Renner (LREN3). No último mês, o papel sofreu queda de 2,6% com o pessimismo nos ativos de risco, mas acumula alta de 14% em 2026.
Nos cálculos da XP, a ação tem espaço para chegar ao preço-alvo de R$ 22. Com base na cotação atual de R$ 15,25, trata-se de um potencial de valorização de até 44%.
Em relação a ESG, a empresa é avaliada com “robustas políticas de gestão da cadeia de suprimentos, cultura resiliente e ótima governança”.
A corretora também destaca as iniciativas de redução de emissões e a gestão da cadeia de fornecedores.
Do lado financeiro, a recomendação dos analistas sobre o papel LREN3 é pautada na expectativa de demanda sólida neste ano, sustentada pela melhora da renda dos brasileiros e pela queda das taxas de juros.
Outros dois fatores no radar devem ser uma margem bruta resiliente e o potencial de revisões positivas de lucro.
Após o primeiro lugar ocupado por B3 e Lojas Renner, outras quatro ações dividem a segunda colocação do ranking: Suzano (SUZB3), Localiza (RENT3), WEG (WEGE3) e Itaú (ITUB4).
Cada uma recebeu duas indicações nos portfólios.
No caso de Suzano, os especialistas destacam a companhia como a líder da agenda ESG no setor de papel e celulose. Os destaques incluem soluções inovadoras para atingir as metas de sustentabilidade e o sucesso da empresa na emissão de títulos verdes.
A ação da empresa acumula queda de 7,3% neste ano, mas pode saltar até 37%, segundo cálculos da XP Investimentos.
Em relação à Localiza, o BTG Pactual espera uma melhora na qualidade da frota e margens mais elevadas, fatores que “devem abrir espaço para revisões positivas dos resultados”.
“A companhia também está bem-posicionada para se beneficiar do ciclo de queda de juros e do aumento de fluxo estrangeiro para o mercado acionário brasileiro”, diz o BTG.
Nos princípios ESG, a empresa chama a atenção com uma forte governança corporativa, bom relacionamento com clientes e funcionários, além de iniciativas de sustentabilidade como lavagem de carros sem água e veículos que podem ser abastecidos com etanol — combustível menos poluente que a gasolina.
A WEG é considerada um “player líder na mudança para uma economia de baixo carbono”, segundo a XP, graças ao perfil da empresa voltado para eletrificação e setor de renováveis.
Entre os destaques da companhia está a receita diversificada, histórico de execução operacional de excelência, combinação consistente entre crescimento e retorno, além de um histórico de superar expectativas do mercado de forma recorrente.
Cabe destacar que, embora a XP tenha incluído o papel na carteira de ESG, tem recomendação neutra para a ação, com preço-alvo de R$ 46.
A ação do “bancão” já disparou 20% desde o início de 2026, impulsionada pelo fluxo no mercado acionário brasileiro e uma rotação global para o setor bancário.
Na visão do BTG, o Itaú se destaca por ter balanços sólidos, estar bem-posicionado para proteger a rentabilidade em um ambiente mais volátil, ao mesmo tempo que mantém capacidade de acelerar crescimento e ganhar participação de mercado.
No campo ESG, o banco chama a atenção pela meta de se tornar neutro em carbono até 2050 e incentiva novos parceiros e fornecedores a neutralizar as emissões. Em relação a iniciativas sociais, analistas do BTG destacam o relacionamento com clientes e o compromisso com a educação financeira.
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