O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, também falou sobre o que esperar do próximo produto da plataforma: o Tesouro Reserva de Emergência
O Tesouro Direto com negociação 24 horas vem aí, mas ainda não se sabe se as negociações ininterruptas ocorreriam em cinco dias ou sete dias da semana, o que contemplaria também sábados e domingos. Segundo o CEO da B3, Gilson Finkelsztain, a expansão de dias e horário está em avaliação.
Em painel no evento AGF Day, nesta quinta-feira (18), Finkelsztain afirmou que até mesmo a questão das 24 horas ainda não é certa.
“Estamos avaliando o que faz mais sentido para a pessoa física, porque precisamos proteger esse investidor. Existe uma demanda clara pelo horário expandido, mas existem alguns riscos”, disse o CEO.
Para Finkelsztain, a má formação de preço do ativo é um risco grande. “Se o preço não for justo e a pessoa não entender, vai negociar num horário que não tem liquidez ou no final de semana, e isso pode prejudicar o investidor.”
Uma primeira solução para minimizar o problema e ter dados iniciais para entender a demanda é o lançamento do horário expandido para apenas um título: o Tesouro Selic.
Segundo o CEO da B3, o título é uma boa opção por ser mais seguro, com pouca variação de preço e indexado à taxa Selic. A ideia é que o lançamento aconteça no início de 2026 e, posteriormente, outros títulos do Tesouro Direto sejam incluídos.
Leia Também
“Esse é o início de uma jornada que parece uma tendência. Ainda há muita discussão sobre quais ativos deveriam ser negociados 24h por cinco dias, 21h por cinco dias ou 24h por sete dias. É uma discussão bastante polêmica que estamos tratando com cuidado”, disse Finkelsztain.
Também presente no evento, Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, conversou com o Seu Dinheiro sobre o próximo lançamento previsto para a plataforma: o Tesouro Reserva de Emergência.
O novo título público faz parte de uma agenda de aproximação do Tesouro Direto aos investidores pessoas físicas. Este será o primeiro lançamento depois do Tesouro Educa+ e o Tesouro RendA+ — ambos investimentos de longo prazo, com cunho de educação financeira e reserva financeira.
Segundo Ceron, o Tesouro Reserva de Emergência será mais um complemento nessa agenda. O maior diferencial do papel é que ele não terá marcação a mercado.
A marcação a mercado é a atualização diária do preço de um ativo financeiro, com base nas condições atuais do mercado, como taxas de juros e oferta/demanda. Esse ajuste impacta o investidor que vende o ativo antes do vencimento.
“Para o investidor que está começando e montando uma reserva de emergência, ele não quer correr o risco de perder seu dinheiro, ter alguma volatilidade no valor do título e ter prejuízo. Então essa é uma grande diferença”, disse o secretário.
Para Ceron, não ter marcação a mercado irá aproximar o Tesouro Reserva de Emergência à caderneta de poupança. “O investidor terá a segurança de que aquele valor não muda e uma rentabilidade fixa sobre ele.”
O título não tem data de lançamento, apenas a previsão de até o início do próximo ano.
Relatório da Empiricus com gestores de crédito atingiu o pico de pessimismo em abril, diante do alinhamento de más notícias para a classe de renda fixa
Debêntures e bonds da companhia de saneamento estão sendo penalizados em meio ao aumento da percepção de risco
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros