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Ingressos ficam em torno de 4% a 8% mais caros após reajuste de preços em outubro, mas pacotes promocionais ainda tornam vantajosa a visita no período das férias escolares
Se existe um lugar onde é possível ser criança novamente, só pode ser a Disney. No entanto, a partir deste mês, as visitas para o destino “onde os sonhos se tornam realidade” passaram a ser um pouco mais caras. No dia 8 de outubro, a empresa reajustou oficialmente os preços dos ingressos dos parques, que ficaram em torno de 4% a 8% mais altos — dependendo das datas das viagens e o tipo de tíquete —, em relação ao reajuste anterior, feito em setembro de 2023.
Don Munsil, presidente do site de viagens norte-americano MouseSavers.com, afirmou à CNN que esta correção de preços não é anormal e se adequa ao cenário econômico do país. "É extremamente raro que eles passem mais de um ano sem aumentar o preço dos ingressos. Então, para eles, um aumento muito pequeno, mais alinhado com a inflação, é quase como um não aumento", diz.
Ainda assim, a Disney buscou compensar a alta com o anúncio de novos pacotes de descontos para 2026. Alguns, inclusive, são específicos para o período do início de janeiro à metade de fevereiro. A medida ajuda quem visa aproveitar as férias escolares do início do ano a fim de visitar o destino.
“As buscas reduziram um pouco, mas Orlando continua sendo nosso destino top 1", diz Aldo Leone Filho, que comanda a Agaxtur, operadora e agência de viagens e turismo brasileira.
Em janeiro, segundo Adriana Boeckh, diretora de comunicação e marketing da Abreu no Brasil, os valores dos ingressos no Magic Kingdom variam entre US$ 149 e US$ 209 (em torno de R$ 810,56 e R$ 1.137). Já no EPCOT, ficam de US$ 139 a US$ 209 (cerca de R$ 756 a R$ 1.137).
No parque Hollywood Studios, a faixa de preço é de US$ 149 a US$ 204 (aproximadamente de R$ 810,60 a R$ 1.109,80). No Animal Kingdom, os valores são de US$ 119 a US$ 184 (em torno de R$ 647,40 a R$ 1.000,96).
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“A antecipação da compra para janeiro de 2026 é altamente recomendada” diz Adriana.
De acordo com Adriana Boeckh, no período de janeiro de 2026, por noite, os preços dos hotéis fora do complexo Disney partem de uma faixa de US$ 70 a US$ 150 (cerca de R$ 380,80 a R$ 816). Os valores podem chegar a US$ 200 (em torno de R$ 1.088) para hospedagens de luxo.
“Em relação aos hotéis dentro do complexo Disney, os econômicos estão na faixa de US$ 240 por noite (aproximadamente R$ 1.305,60). Já os de categoria moderada, ficam entre US$ 400 a US$ 600 (em torno de R$ 2.176,00 a R$ 3.264). Os de luxo estão na faixa de US$ 900 (cerca de R$ 4.896)”, diz Adriana. O Disney's Grand Floridian Resort & Spa, o Bay Lake Tower at Disney's Contemporary Resort e o Disney's Polynesian Village Resort são alguns dos exemplos dos hotéis de mais alto padrão.
Quando se trata das passagens aéreas, Adriana aponta que, no período de janeiro de 2026, o preço médio das passagens aéreas (ida e volta) para uma pessoa com bagagem custa cerca de R$ 8 mil. “No final do mês, sempre há uma queda no valor, podendo chegar a R$ 6 mil a passagem com bagagem para uma pessoa”, complementa.

Como aponta a diretora de comunicação da Abreu, a Disney disponibiliza descontos em estadias em hotéis oficiais na maioria das noites de domingo a quinta-feira. Isso inclui o período de 4 de janeiro a 19 de fevereiro de 2026. Ainda assim, Adriana reforça que a promoção está sujeita a disponibilidade. Com este pacote, é possível economizar até 20% nas diárias.
Além disso, no período de 4 de janeiro até 22 de maio de 2026, ela destaca que há oferta especial no ingresso de 4 dias, sendo um parque por dia. De acordo com Adriana, o ingresso deve ser utilizado dentro de 7 dias da data de início selecionada. Neste caso, o desconto médio fica entre 15% e 17% comparado ao valor total dos 4 dias comprados separadamente no modelo tradicional.
Já o presidente da operadora de turismo Agaxtur, Aldo Leone Filho, cita os descontos que envolvem as refeições nos parques. Durante todo o ano de 2026, à medida que um grupo reserva um pacote oficial da Disney (hospedagem + ingresso) e adiciona o plano de refeições pago para todos os adultos, as crianças de 3 a 9 anos que estiverem hospedadas no mesmo quarto recebem o plano de refeições equivalente gratuito.
Como estamos falando do início do ano no hemisfério norte, a estação climática em janeiro é o inverno. No entanto, por se localizar na Flórida, Orlando apresenta clima mais ameno. Isso porque o estado está situado mais próximo da linha do Equador do que os outros do norte dos Estados Unidos.
Segundo Adriana Boeckh, diretora de comunicação da Abreu, as temperaturas médias ficam entre 9 °C e 21 °C. “A previsão é de pouca chuva, mas como a variação de temperatura pode ser grande, é recomendado checar a previsão do tempo antes da viagem”, indica.

Mesmo que o inverno não seja rigoroso, o clima nesta época do ano afasta de alguma forma visitantes norte-americanos. Ao menos é o que indica o presidente da Agaxtur, Aldo Leone Filho: “Como lá é mais frio, não tem muito público local, há mais turistas”. Bem ou mal, a visita nesta época pode dar a sensação de estar em casa.
Adriana, por sua vez, afirma que o início do mês marca um período mais agitado por conta das férias e comemorações de final de ano. No entanto, o movimento tende a diminuir em certa medida: “Ao longo do mês começa a esvaziar um pouco”, diz.
A diretora afirma ser um período bom período para visitas. No entanto, chama a atenção para uma particularidade de funcionamento dos parques desta época: “É comum algumas atrações fecharem no inverno para manutenções”.
A experiência Disney After Hours, que permite vivenciar os parques no horário noturno, após o fechamento oficial, será retomada integralmente em 2026. Isso porque havia sido suspensa em 2020 devido à pandemia e retomada gradualmente entre 2023 e 2025, mas em datas mais limitadas e apenas nos parques Magic Kingdom e Hollywood Studios. No ano que vem, o EPCOT volta a integrar o programa.
“Este é um evento especial que exige uma taxa de entrada separada em noites selecionadas de 12 de janeiro a 27 de julho de 2026”, afirma Adriana.

Tanto no Hollywood Studios, com preço de US$ 155 a US$ 189 (cerca de R$ 842,20 a R$ 1.028,20 mais impostos), quanto no EPCOT, custando de US$ 155 a US$ 179 (em torno de R$ 842,2 a R$ 973,8 mais impostos), o Disney After Hours acontece das 21h30 às 00h30. Já no Magic Kingdom, a experiência com preço de US$ 155 a US$ 189 (aproximadamente R$ 842,20 a R$ 1.028,20 mais impostos), é das 22h à 1h.
De acordo com Adriana, de meados de janeiro até fevereiro acontece o EPCOT International Festival of the Arts. O evento “oferece workshops, pintura de mural, shows, quiosques que vendem comidinhas apresentadas como obras de arte, exposições de arte, entre outros”. Segundo a diretora de comunicação da Abreu, para participar, basta ter um ingresso de entrada do parque. No entanto, algumas atrações ou serviços podem ter valores a parte.

Se a programação das férias não puder deixar de fora o exercício físico, sem problemas. O Walt Disney World Marathon Weekend, por exemplo, acontece de 7 a 11 de janeiro de 2026. O evento inclui corridas de 5 e 10 quilômetros, meia maratona e maratona completa, como aponta Adriana. “É uma oportunidade de vivenciar a magia Disney de um jeito diferente, unindo esporte, diversão e superação”, comenta.
Em meio a toda a diversão que a Disney oferece por meio das atrações, é possível ainda aproveitá-las de forma, digamos, “VIP”. Algumas das vivências exclusivas, apontadas por Adriana, incluem o Guia Disney Private VIP Tour e o Lightning Lane. O primeiro, segundo a executiva, “é um tour guiado em que o passageiro informa ao guia o que deseja ver e ele planeja o dia de acordo com suas preferências”.
O programa inclui veículo com pick-up no hotel informado, acesso mais rápido nas atrações, lugar reservado nos shows e desfiles. O serviço é sujeito a disponibilidade, requer reserva com antecedência e não inclui os ingressos para entrada nos parques. O preço é de US$ 450 a US$ 900 por hora (em torno de R$ 2.448 a R$ 4.896), com um mínimo de 7 e um máximo de 10 horas.

“Já o Lightning Lane é o famoso fura-fila”, diz a diretora de comunicação da Abreu. “O acesso é feito por meio do aplicativo My Disney Experience, e fica disponível apenas quando o passageiro está nos Estados Unidos.”
Entre as três opções oferecidas, o serviço Lightning Lane Multi Pass, para pré-seleção de até 3 atrações, custa em média de US$ 20 a US$ 35 (cerca de R$ 108,80 a R$ 190,40) por pessoa e por dia. Já o Lightning Lane Single Pass é comprado por atração, com preços entre US$ 12 e US$ 25 (em torno de R$ 65,30 e R$ 136). “O Lightning Lane Premier Pass é o mais caro e oferece acesso ilimitado a todas as atrações, variando de US$ 129 a US$ 449 (aproximadamente R$ 702,70 a R$ 2.441) por pessoa, dependendo do parque e da data”, diz Aldo Leone Filho, presidente da Agaxtur.
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