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Amanda Anisimova e Aryna Sabalenka se enfrentam pela décima vez, desta vez valendo o título (e a bolada) do US Open 2025
Hoje acontece a grande final do US Open 2025 e o troféu de campeã pode ter dois destinos, permanecer em território americano ou cruzar o Atlântico em direção à Bielorrússia. Carrasca de Bia Haddad, a norte-americana Amanda Anisimova enfrenta a número 1 do mundo, Aryna Sabalenka.
Além de bater a brasileira nas oitavas-de-final, Anisimova teve uma vitória tranquila nas quartas sobre Iga Swiatek, número dois no ranking mundial, por 2 sets a 0 (6/4 e 6/3) e, na semifinal, passou de virada por Naomi Osaka (24ª), por 2 sets a 1 (6/7, 7/6 e 6/3).
Já Sabalenka teve um caminho diferente para a final. A melhor tenista do mundo não teve que jogar as quartas-de-final, pois sua adversária, Marketa Vondrousova (60ª), sofreu uma lesão no treino e abandonou a competição. Já na semifinal, a bielorrussa de 27 anos superou de virada a americana Jessica Pegula por 2 sets a 1, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/4.
No confronto direto, a anfitriã leva a melhor: em nove jogos são 6 vitórias para Anisimova contra apenas 3 de Sabalenka. A última disputa entre as duas foi ainda neste ano, no Grand Slam de Wimbledon, quando a norte-americana saiu vitoriosa por dois sets a um (6/4, 4/6 e 6/4).
Com mais esta decisão, Sabalenka se tornou a primeira mulher desde Serena Williams a alcançar três finais consecutivas do US Open — a atual número 1 do mundo ganhou uma das duas finais alcançadas até então.
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Porém, para além do título do último Grand Slam de 2025, há outra coisa em jogo: o maior prêmio da história do tênis.
Quem vencer o US Open 2025, além de levar o caneco para casa, vai ter um motivo a mais para sorrir: US$ 5 milhões (R$ 26,95 milhões) — a maior premiação da história do tênis.
O valor, em dólares, é quase 9 vezes maior do que os dois melhores tenistas brasileiros, Bia Haddad e João Fonseca, faturaram juntos no torneio.
Só por chegarem à final, Anisimova e Sabalenka já têm assegurado uma premiação de US$ 2.500. Quem vencer, além do caneco, embolsará mais US$ 2.500.
No acumulado até aqui, com três títulos na carreira, Amanda Anisimova já faturou cerca de US$ 8,702 milhões (R$ 46,91 milhões) — caso vença, a tenista de 24 anos verá sua conta engordar para US$ 13,702 milhões (R$ 73,86 milhões).
Enquanto isso, com vinte títulos até aqui, Sabalenka já embolsou incríveis US$ 37,3 milhões (R$ 201,08 milhões) em premiações — caso acabe levando o troféu para o leste europeu, a bielorrussa elevará seu total para US$ 42,3 milhões (R$ 227,99 milhões), consolidando ainda mais sua posição entre as atletas mais bem pagas do circuito.
A premiação do torneio é a mesma para as modalidades feminina e masculina.
Os cálculos não levam em consideração contratos de publicidade e outras receitas, apenas prêmios em torneios.
Caso Sabalenka vença a final de hoje, permanecerá na primeira colocação com 11.225 pontos, já que é a atual campeã do torneio, então não há a possibilidade de ganhar mais pontos, apenas de defender os que já têm.
Caso a atual número 1 do mundo perca, ela se manterá no topo do ranking, porém com 700 pontos a menos, ficando com 10.525 pontos.
Já Anisimova, atual número 9 do mundo, caso vença, chegará a 5.859 pontos na tabela — dando um salto da 9ª para a 4ª posição.
Caso perca, a norte-americana ficará com 5.159 pontos, também terminando a competição como a quarta colocada do ranking mundial.
No tênis, os jogadores acumulam pontos ao longo de 52 semanas, com cada torneio oferecendo uma premiação específica dependendo da rodada alcançada. Assim, os pontos conquistados em um torneio no ano anterior precisam ser “defendidos” na edição seguinte: se o atleta não repetir ou superar sua campanha anterior, há perda proporcional de pontos.
Como Sabalenka foi a campeã do US Open 2024, ela já possui os 2.000 pontos que a competição fornece à ganhadora, então a tenista não tem mais pontos a ganhar neste ano, apenas a defender. Caso perca a final do Grand Slam, ela terá somado apenas 1.300 pontos na edição de 2025, então, ao subtrair 1.300 deste ano dos 2.000 da edição passada, a bielorrussa fica devendo 700 pontos.
No caso de Anisimova, a situação é bem diferente: como foi eliminada ainda na primeira rodada do US Open 2024, conquistou apenas 10 pontos. Agora, se levantar o troféu em 2025, garantirá os 2.000 pontos de campeã — mas, como os 10 do ano passado serão descontados, o saldo final no ranking será de 1.990 pontos.
Agora, caso a anfitriã perca a grande final, ela terá somado 1.300 pontos pela campanha que, quando descontados pelos 10 pontos referentes a 2024, resultará em um saldo de 1.290 pontos.
Vale lembrar que a tabela oficial será atualizada apenas na próxima segunda-feira (8), após o término do US Open 2025.
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