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Mark Rutte, chefe da aliança transatlântica, esteve na Casa Branca nesta quinta-feira (13) para tentar convencer os EUA a se manterem na linha de frente da luta pela Europa

A esquiva é algo importante no boxe, mas difícil de fazer — provavelmente você conhece o conceito de movimentar a cabeça e sair para o lado de fora dos golpes. Foi o que Mark Rutte, presidente da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), tentou fazer durante encontro com Donald Trump nesta quinta-feira (13).
O presidente norte-americano deu o primeiro golpe: começou elogiando Rutte pelo que chamou de trabalho fantástico na chefia da aliança transatlântica, cargo que assumiu há poucos meses.
Mas não demorou muito para que Trump passasse dos elogios para um de seus temas favoritos: o descumprimento das metas de gastos da Otan.
O republicano deixou no ar a dúvida sobre se Washington defenderia os aliados que não aumentarem os gastos em defesa.
Rutte esquivou. Disse apenas que membros como Reino Unido e Alemanha estão se comprometendo a aumentar as despesas.
Trump golpeou de novo ao falar sobre seu plano de anexar a Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca, membro fundador da Otan.
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“Acho que vai acontecer”, disse Trump, antes de apontar para Rutte com o polegar e acrescentar: “Não tinha pensado muito nisso antes, mas estou sentado com um homem que poderia ser bastante decisivo” na questão.
Trump foi adiante: “Sabe, Mark, precisamos disso para a segurança internacional […] temos muitos de nossos atores favoritos rondando a costa e devemos ser cautelosos”, referindo-se, aparentemente, ao interesse crescente de China e Rússia pelo Ártico.
Esboçando um sorriso, Rutte respondeu que preferia se manter à margem do tema. “Não quero envolver a Otan nisso”, disse.
A missão de Rutte na Casa Branca era convencer um cético Trump a manter o apoio à Otan e à Ucrânia. Mas, ao que tudo indica, tão difícil quanto aprender uma boa esquiva será a tarefa de Rutte de manter os EUA na linha de frente da luta pela Europa.
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