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De ‘Lupin’ a ‘O Código Da Vinci’, confira produções que unem arte, crime e suspense em grandes museus
O Museu do Louvre, em Paris, foi novamente cenário de uma história digna de cinema. No domingo (19), criminosos entraram no local disfarçados, por volta das 9h30 (horário local), e levaram joias de valor ainda não estimado, em uma ação que durou apenas sete minutos, segundo o Ministério do Interior da França.
Uma das peças, possivelmente a coroa da imperatriz Eugênia, foi recuperada durante a fuga, mas o episódio levou ao fechamento temporário do museu.
O fato é que o mesmo cenário que abriga a Mona Lisa e as glórias do Renascimento também é, há décadas, um símbolo da imaginação criminosa.
O Louvre e outros museus do mundo serviram de pano de fundo para livros, filmes e séries que exploram o mistério e o poder simbólico da arte.
Três guardas de um museu decidem roubar as obras que amam antes que um novo curador redesenhe a coleção. O plano, entre o cômico e o melancólico, é uma metáfora sobre o que acontece quando o amor pela arte se choca com a burocracia cultural. Disponível para aluguel e compra na Amazon Prime Video e Apple TV.
Dirigido e estrelado por George Clooney, o filme adapta o livro de Robert M. Edsel e Bret Witter sobre o grupo de curadores e artistas enviados por Roosevelt para recuperar as obras roubadas pelos nazistas. Entre eles, Matt Damon, Bill Murray e John Goodman. Disponível no Disney+.
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No spin-off da franquia “Ocean’s Eleven”, Sandra Bullock lidera o grupo como Debbie Ocean, irmã de Danny Ocean. Reunindo um time de especialistas, ela planeja roubar um colar milionário durante o glamuroso Met Gala, em Nova York. O filme é estrelado por Cate Blanchett, Anne Hathaway e até Rihanna, e está disponível na HBO Max.
Série documental da Netflix sobre o roubo de 13 obras-primas do Museu Isabella Stewart Gardner, em Boston, em 1990 — entre elas, pinturas de Rembrandt e Vermeer. A investigação expõe as brechas do sistema de segurança, as falhas humanas e o mercado bilionário que se ergue sobre a arte perdida. Disponível na Netflix.
Na estreia da série, o carismático ladrão Assane Diop, inspirado no personagem de Maurice Leblanc, executa um roubo coreografado dentro do Louvre. A sequência de abertura, com o furto de um colar em pleno leilão, é uma homenagem contemporânea ao charme e à inteligência do “ladrão de casaca”.
Clássico moderno do cinema francês, o filme mistura suspense policial e sobrenatural. Quando um espírito egípcio é libertado dentro do museu, uma série de mortes e aparições transforma o Louvre em território de sombras. Foi inteiramente filmado nos corredores reais do museu — um privilégio raríssimo concedido pela direção do Louvre.
O livro que redefiniu o gênero de mistério histórico contemporâneo. O Louvre é o ponto de partida da trama: o curador assassinado, as mensagens criptografadas e a Mona Lisa como símbolo de segredos milenares. O sucesso mundial do romance transformou o museu em um ícone literário — e turístico.
Um dos romances mais famosos de Arsène Lupin. O Louvre aparece no desfecho da trama, quando o ladrão revela o elo entre o museu e um segredo da realeza francesa. Embora breve, a passagem foi suficiente para eternizar a relação entre Lupin e o museu — e inspirar diretamente a série da Netflix mais de um século depois.
Romance histórico e policial ambientado durante o império de Napoleão III. Envolve o desaparecimento de uma pintura e o jogo de poder entre colecionadores, falsificadores e políticos que frequentam os bastidores do museu.
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