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Os semicondutores, que são componentes essenciais em quase todas as categorias de eletrônicos, estão no centro da corrida de IA entre os Estados Unidos e a China
Um "sim" não muda apenas a vida de um casal para sempre. Também pode mudar o futuro de uma gigante da inteligência artificial (IA). Neste caso, não foi necessário altar, padre ou convidados. Bastou o presidente norte-americano, Donald Trump, "abençoar" os chips H200 para que as ações da Nvidia subissem em Nova York.
Os papéis NVDA avançaram cerca de 3% no after hours desta segunda-feira (8) depois que o republicano informou ao presidente chinês, Xi Jinping, que os Estados Unidos permitirão que a Nvidia envie seus chips H200 para clientes aprovados na China e em outros países.
"O presidente Xi respondeu positivamente! 25% serão pagos aos Estados Unidos", escreveu Trump na Truth Social, sem detalhar se a alíquota refere-se a tarifas ou cobrança à parte sobre as exportações dos chips.
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Segundo ele, essa política apoiará empregos norte-americanos, fortalecerá a manufatura nos EUA e beneficiará os contribuintes, além de garantir a liderança do país em IA.
“O Departamento de Comércio [dos Estados Unidos] está finalizando os detalhes, e a mesma abordagem se aplicará à AMD, Intel e outras grandes empresas norte-americanas”, acrescentou no post.
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Tanto a Nvidia quanto a rival de chips AMD, sigla para Advanced Micro Devices, concordaram em agosto em compartilhar 15% da receita das vendas de chips na China com o governo dos Estados Unidos.
Na mesma época, a China teria alertado as empresas contra o uso do chip H20 AI que a Nvidia projetou especialmente para o país. O H200 é um chip de qualidade superior ao H20, mas não é o produto top de linha da empresa.
Os semicondutores, que são componentes essenciais em quase todas as categorias de eletrônicos, estão no centro da corrida de IA entre os Estados Unidos e a China. Também desempenharam um papel na tumultuada relação comercial entre as duas superpotências econômicas.
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