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Tentando abrir capital desde 2023, a gigante do e-commerce enfrenta resistência tanto na bolsa de Nova York quanto na de Londres
Em um dado momento em meados de 2024, a possível abertura de capital da Shein na bolsa de Londres chegou a ser classificada como o “IPO do ano”. Após falhar na missão de tocar o sino em Nova York, a varejista chinesa cruzou o Atlântico para tentar a sorte.
Até agora, essa sorte ainda não veio.
Mesmo tendo mudado o plano para a Terra da Rainha, o IPO da vendedora de “blusinhas” parece ainda uma missão hercúlea.
Segundo apuração do Business of Fashion, o regulador financeiro do Reino Unido – a Financial Conduct Authority (FCA) – recebeu quatro cartas diferentes buscando o impedimento da abertura de capital da plataforma de e-commerce.
As denúncias feitas nos documentos se assemelham àquelas que fizeram os reguladores norte-americanos torcerem o nariz para a varejista.
Suspeitas de condições de trabalho análogas à escravidão e greenwashing (quando uma empresa se apropria da pauta ambiental, sem fazer esforços efetivos para conservação do meio ambiente) estão entre os pontos críticos que podem fazer a bolsa londrina atrasar mais, ou até negar, o IPO da Shein.
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Soma-se a tudo isso o fato de que, mesmo que Londres aceite negociar a ação da Shein, a empresa ainda precisa da aprovação do regulador chinês para tornar-se uma companhia pública.
Em meio a tantos imbróglios, o IPO da Shein vai sair em 2025?
A Shein tem feito um esforço robusto para se dissociar das controvérsias e acusações.
A companhia já afirmou ter “tolerância zero” para trabalho forçado, além de ter adotado práticas ecologicamente responsáveis na produção das mercadorias.
Em julho de 2024, a empresa destinou 250 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão) para apoiar designers e iniciativas britânicas e europeias.
Em dezembro, anunciou a formação de conselho para fortalecimento da estratégia ESG – referente às boas práticas nas áreas ambiental, social e de governança.
Mas esses esforços vão além da preocupação com a imagem de marca. Para conseguir o almejado IPO, a plataforma precisa conquistar políticos e investidores.
Por outro lado, alguns especialistas acreditam que esses problemas de reputação da Shein vão ficar em segundo plano.
Isso porque a abertura de capital da empresa se alinha com o desejo de “reviver” a City (jargão usado para se referir à Londres), atraindo novos players para a bolsa londrina.
Caso aconteça, o IPO da Shein pode ser o maior do mercado britânico em anos.
À época em que tentou fazer uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, a gigante do e-commerce havia sido avaliada em aproximadamente US$ 66 bilhões (R$ 410 bilhões).
"Eu antecipo que quaisquer preocupações sobre direitos humanos e trabalhistas da Shein serão superadas por esse desejo de promover o mercado de listagem do Reino Unido como aberto para negócios", disse Harvey Knight, chefe da equipe de regulamentação financeira do Reino Unido no escritório Withers Worldwide.
As acusações relacionadas às violações de direitos humanos e ambientais não são a única coisa em jogo para a Shein.
Investidores também se preocupam quanto aos riscos financeiros, já que o mercado tem ficado cada vez mais competitivo para a varejista asiática.
Entre as principais ameaças, estão a também asiática Temu – o app mais baixado na Apple Store dos Estados Unidos – e a Amazon, que lançou a própria versão de e-commerce a preços reduzidos.
Além disso, vale lembrar que, tanto na Europa quanto nos EUA, as políticas estão endurecendo para os produtos importados.
No final do ano passado, o presidente eleito Donald Trump, que toma posse em 20 de janeiro, anunciou planos de aumentar as taxas para a China.
"Essas questões têm impacto direto no modelo de negócios e na lucratividade da Shein", afirma o analista David Swartz, da Morningstar. "Isso deve ser um pouco assustador para os investidores, pois algumas dessas questões podem se tornar problemas permanentes."
* Com informações do Business of Fashion.
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