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O investidor americano acredita que os Estados Unidos estão caminhando para um “inverno nuclear econômico” como resultado da implementação da política tarifária do republicano, que ele vê como um erro
“Negócios são um jogo de confiança. O presidente (Donald Trump) está perdendo a confiança dos líderes empresariais ao redor do globo”. Esta é a opinião de Bill Ackman, investidor americano com uma fortuna de US$ 8,9 bilhões, segundo a Forbes, após a guerra comercial que o republicano travou com o mundo ao impor tarifas de pelo menos 10% contra todos os países.
O bilionário foi um dos apoiadores de Trump durante a corrida eleitoral norte-americana de 2024. Entretanto, a nova política tarifária anunciada na última semana causou um grande desconforto em Ackman e na classe empresarial norte-americana, segundo ele afirmou ao portal CNBC.
“Não foi para isso que votamos”, disse o CEO e gestor do fundo de hedge de US$ 15 bilhões Pershing Square Capital Management.
Ackman alertou que os Estados Unidos podem estar caminhando para um “inverno nuclear econômico” provocado pelas decisões do presidente Donald Trump.
Em uma publicação na rede social X, Ackman criticou duramente a imposição generalizada das tarifas de Trump: “Ao impor tarifas massivas e desproporcionais sobre nossos amigos e inimigos e, assim, lançar uma guerra econômica global contra o mundo inteiro de uma vez, estamos no processo de destruir a confiança em nosso país como parceiro comercial”, afirmou.
As novas tarifas, que entraram em vigor na última quarta-feira (02), estabeleceram uma taxa mínima de 10% sobre todas as importações, atingindo mais de 180 países e abalando os mercados financeiros globais.
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A China foi o principal alvo, com tarifas acumuladas de 54%, considerando a soma com as taxas estabelecidas em fevereiro. Em resposta, Pequim implementou tarifas de 34% sobre produtos vindos dos Estados Unidos.
O impacto nas bolsas foi imediato.
No acumulado da última semana, o índice S&P 500 caiu 9,08% e o Nasdaq 100 perdeu 9,77%. As bolsas europeias e asiáticas também fecharam no vermelho, em um movimento de aversão ao risco global e temor de uma desaceleração econômica mundial diante das barreiras comerciais que se estabeleceram.
O banco JP Morgan elevou suas projeções de recessão para os EUA e para o mundo, indicando uma probabilidade de 60% até o fim de 2025, ante 40% na estimativa anterior.
Para Ackman, a confiança é essencial para o bom funcionamento dos negócios, e essa confiança está se esvaindo entre líderes empresariais ao redor do planeta. Ele destacou à CNBC que os maiores prejudicados serão os consumidores de baixa renda dos Estados Unidos, que já enfrentam dificuldades econômicas diante da inflação dos últimos anos e agora serão ainda mais pressionados.
“Estamos caminhando para um inverno nuclear econômico autoinduzido, e deveríamos começar a nos preparar”, disse ele.
Segundo o gestor de fundos, Trump deveria considerar uma pausa nas medidas atuais e buscar acordos mais equilibrados por meio de negociações.
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
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