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Apesar da declaração da CEO Magda Chambriard, a estatal informou que ainda não há definição quanto à matéria-prima a ser utilizada nesse projeto
A Petrobras (PETR4) se prepara para retomar um capítulo de sua trajetória: o etanol. Em entrevista à Exame nesta quarta-feira (20), a presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que a companhia deve voltar a atuar nesse mercado ainda em 2025.
“Vamos também ampliar nossa participação no biodiesel, investir em combustíveis carbono neutro e avançar em projetos de eólica e solar”, disse a executiva.
Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) hoje, a Petrobras reafirmou que seu plano de negócios 2025-2029 prevê investimentos no segmento de etanol, mas ainda não há definição quanto à matéria-prima a ser utilizada nesses projetos.
No documento, a estatal ressalta que a iniciativa será preferencialmente por meio de parcerias estratégicas minoritárias ou com controle compartilhado, com players relevantes do setor.
A retomada do etanol simboliza não apenas uma volta às origens, mas também uma resposta à crescente pressão pela transição energética.
Agora, a estratégia vai além da transição energética tradicional, focando na "adição energética". Chambriard explica que o Brasil, apesar de ser uma das 10 maiores economias do mundo, é "pobre energeticamente falando" per capita.
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Embora não tenha detalhado os valores específicos de investimento para etanol e fertilizantes, a presidente destacou o aumento da oferta de gás natural para o mercado.
No entanto, Chambriard afirmou que não existe futuro para uma empresa de petróleo sem exploração.
“O pré-sal deve atingir o pico de produção até 2030 ou 2032. A partir daí, entraremos em declínio, e precisamos de novas reservas. É por isso que estamos investindo na margem equatorial e também olhando para fora do país.”
A notícia do possível retorno da Petrobras ao mercado de etanol já gerou movimento nesta semana, após O Globo noticiar que havia interesse da estatal em parceria com a Raízen (RAIZ4).
As ações da joint venture da Cosan (CSAN3) com a Shell tiveram um pregão marcado por um salto de mais de 10% na última segunda-feira (18), impulsionadas pela notícia.
Mas a alegria do mercado durou pouco. Uma hora e meia após o encerramento das negociações do Ibovespa, a Petrobras publicou fato relevante em que nega haver “qualquer projeto ou estudo de investimento em etanol ou distribuição com a Raízen”.
"A Petrobras reforça que decisões sobre investimentos são pautadas em análises criteriosas e estudos técnicos, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis", afirmou a estatal em fato relevante.
*Com informações da Exame
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