🔴 ÚLTIMO DIA: FAÇA PARTE DA PRIMEIRA TURMA DA ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  QUERO PARTICIPAR

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

EXIGÊNCIA ALTA

O que o futuro reserva para a XP (XPBR31): BTG e UBS BB apontam as pedras no caminho e dizem se vale ter o papel na carteira

Após o balanço do 4º trimestre de 2024 revelar crescimento sólido, analistas falam da capacidade da corretora de sustentar a competitividade

Foto mostrando dois homens olhando para o logo da XP (XPBR31) numa parede
XP - Imagem: Divulgação/XP

Para gigantes da bolsa, apresentar lucros recordes muitas vezes é apenas cumprir o dever de casa. O verdadeiro desafio está na sustentabilidade desses resultados. Foi com esse olhar que o mercado recebeu o balanço da XP, que registrou um lucro líquido de R$ 4,54 bilhões em 2024, um crescimento recorde de 17% ano contra ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação do BTG Pactual, o último trimestre do ano da corretora foi "sólido, sem surpresas" – e essa previsibilidade foi suficiente para o banco manter a recomendação de compra da ação.

O BTG tem preço-alvo de US$ 17 para o papel da XP,  o que representa um potencial de valorização de 16,3% sobre o fechamento desta quarta-feira (19) em Nova York. 

O UBS BB também seguiu na mesma linha, recomendando a compra de XP, projetando um preço-alvo de US$ 16 em 12 meses, o que implica em um upside de 7,9%. 

Hoje, os papéis XPBR31 negociados na B3 fecharam com queda de 0,54%, cotados a R$ 84,85. Em Nova York, XP recuou 1,26%, a US$ 14,83. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O futuro da XP e a confiança dos analistas

Mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador no Brasil, o CEO da XP, Thiago Maffra, reforçou a resiliência do modelo de negócios da empresa. Ele destacou que a XP é uma potência em renda fixa e prevê um crescimento de receita acima de 10% em 2025.

Leia Também

MUDANÇAS EM BRASÍLIA

IRB (IRBR3): essa mudança de lei pode colocar mais de 20% de valorização no bolso de quem tem a ação; entenda

NOVA PROVA DE FOGO?

Sabesp (SBSP3) decepcionou no 2T26, mas ação ainda pode subir 40%; XP revela o que falta para destravar a alta

Além disso, Maffra reafirmou o compromisso com o guidance de 2026 e, após devolver cerca de R$ 10 bilhões aos acionistas nos últimos três anos, garantiu um payout acima de 50% para 2026 e 2027.

A principal aposta da XP para expandir sua competitividade, segundo relatório do UBS BB, está no segmento de negócios direto ao consumidor (B2C). Apontado como o foco de crescimento em 2025, o setor deve diversificar ainda mais as fontes de captação líquida da empresa.

E a XP já vem ganhando terreno. O crescimento da assessoria interna se destaca como um dos pilares dessa estratégia. Com quase 3.000 assessores internos no fim de 2024, responsáveis por cerca de 60% da captação líquida de varejo da empresa no ano.

O UBS BB também projeta uma melhora no índice de eficiência ao longo de 2025. Caso haja uma frustração na receita, um controle rigoroso de custos deverá ser implementado para manter a rentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desafio de manter a competitividade

Apesar do otimismo, nem tudo são flores entre os analistas quando o assunto é a XP. 

O BTG Pactual enfatiza que, embora a avaliação das ações ainda não seja "exigente", a corretora precisa entregar um crescimento de receita acima de 10% em 2025 para justificar um potencial de valorização adicional.

E algumas nuvens no horizonte, apontadas no relatório, podem se tornar tempestade. 

O banco cita um cenário de juros elevados por um período prolongado, menor captação líquida devido à concorrência com novos entrantes e bancos tradicionais, riscos na implementação de novos produtos e possíveis mudanças regulatórias são todos fatores que podem desestabilizar os planos da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Maurício Viotti, diretor executivo da da Wiz Co (WIZC3). Foto Divulgação 3 de setembro de 2026 - 12:33
3 de setembro de 2026 - 9:08
Imagem gerada por inteligência artificial mostra uma mulher caminhando em direção a uma agência do Banco do Brasil, com o sol por trás 2 de setembro de 2026 - 15:08
Cachorro preto com mancha branca no peito sentado em sofá. 2 de setembro de 2026 - 13:20
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 2 de setembro de 2026 - 11:22
Cena do filme História de um Casamento com o logo da Azzas 2154 no meio 2 de setembro de 2026 - 10:19
Ações de saúde na B3 2 de setembro de 2026 - 10:19
Imagem criada por inteligência artificial contendo a logo da Vale, objetos de mineração e a bandeira da China 2 de setembro de 2026 - 6:01
hector nunez ceo grupo ri happy e, ao fundo, fachada da loja do morumbi 1 de setembro de 2026 - 14:30
31 de agosto de 2026 - 20:18
Fachada do Santander Brasil (SANB11). 31 de agosto de 2026 - 19:51
Bandeira de Minas Gerais, do Brasil e da Cemig em prédio 31 de agosto de 2026 - 10:52
Logo Natura (NATU3) e gráfico de ações ao fundo 31 de agosto de 2026 - 9:30
Fachada da loja Casas Bahia, rede pertencente à Via (VIIA3) 30 de agosto de 2026 - 13:25
Fachada da loja da C&A (CEAB3). 29 de agosto de 2026 - 17:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar