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As ações da Petz (PETZ3) deixarão de ser negociadas na B3 ao final do pregão de 2 de janeiro de 2026, e novas ações ordinárias da Cobasi serão creditadas aos investidores
O ano já vai começar com tudo para a Petz (PETZ3) e a Cobasi, que tiveram sua fusão aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), criando a maior rede de produtos e serviços para animais de estimação do Brasil e uma das maiores da América Latina.
A aguardada combinação de negócios entre as duas redes de petshops já tem data prevista para ser concluída e cronograma definido para os acionistas. O fechamento da operação está programado para 2 de janeiro de 2026, segundo fato relevante conjunto divulgado pelas companhias.
O prazo está sujeito à confirmação do cumprimento de todas as condições previstas nos acordos que regem a transação.
As duas empresas passarão por uma reorganização societária que, ao final, resultará na conversão da Petz em subsidiária integral da Cobasi e na unificação das bases acionárias das duas empresas, segundo operação aprovada em Assembleias Gerais Extraordinárias realizadas em março de 2025.
As ações da Petz (PETZ3) deixarão de ser negociadas na B3 ao final do pregão de 2 de janeiro de 2026, data prevista para o fechamento da operação. As novas ações ordinárias da Cobasi serão creditadas aos ex-acionistas da Petz em 7 de janeiro de 2026.
A partir de 5 de janeiro de 2026, as ações da Cobasi passarão a ser negociadas na B3 sob um novo ticker, que será definido até 22 de dezembro de 2025.
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O pagamento da parcela em dinheiro referente ao resgate das ações preferenciais está previsto para ocorrer até 23 de janeiro de 2026, por meio de crédito na conta de custódia dos acionistas, conforme os dados cadastrados nas instituições intermediárias.
Confira os passos da fusão:
Com a conclusão da operação, a estimativa é que os antigos acionistas da Petz passem a deter, em conjunto, 52,6% do capital social da Cobasi, considerando a relação de troca estimada e eventuais ajustes até a data de fechamento.
Além da parcela em dinheiro decorrente do resgate das ações preferenciais, os acionistas da Petz já receberam R$ 130 milhões em dividendos, o equivalente a R$ 0,28829724720 por ação, pagos em 29 de novembro de 2024 aos investidores posicionados no encerramento do pregão de 13 de novembro daquele ano.
As companhias ressaltam que tanto a parcela em dinheiro quanto a relação de troca são estimativas e poderão sofrer ajustes até a data de fechamento. Os valores finais serão verificados pelos conselhos de administração e divulgados ao mercado.
Eventuais frações de ações da Cobasi geradas na operação serão agrupadas e vendidas em leilão na B3 após a consumação da fusão. Os recursos líquidos obtidos com essa venda serão distribuídos proporcionalmente aos ex-acionistas da Petz detentores dessas frações.
As companhias informaram que não são responsáveis pela retenção ou recolhimento de tributos incidentes sobre eventuais ganhos dos acionistas residentes no Brasil, que devem observar a legislação aplicável e se responsabilizar pelo pagamento de impostos eventualmente devidos.
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