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Sem grandes projetos à vista, a expectativa é de forte distribuição de dividendos, equivalente a 75% do lucro líquido regulatório a partir de 2026, afirma a Fitch.
A Fitch Ratings elevou a classificação a Equatorial Transmissão S.A. para "AAA(bra)", de "AA+(bra)". A companhia não é negociada na bolsa, mas tem debêntures emitidas.
A mudança vem depois da venda da empresa, que até então era controlada da Equatorial Energia (EQTL3) para a Verene Energia, em abri deste ano, por R$ 9,4 bilhões, incluindo dívidas.
A companhia passou a ser o principal ativo da Verene e contribuirá com cerca de 80% de seu Ebitda consolidado. O restante virá de outros seis ativos de transmissão, significativamente menores que a Equatorial.
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A classificação considera o baixo risco do negócio de transmissão de energia, que apresenta geração de caixa previsível e elevadas margens operacionais.
A expectativa da agência de classificação de risco é que a empresa de transmissão de energia mantenha alavancagem financeira ligeiramente abaixo de 3,5 vezes, em linha com o atual rating.
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A Fitch avalia que o perfil de crédito da Verene não impacta o rating da Equatorial Transmissão.
A companhia é beneficiada com receitas fixas ajustadas pela inflação e expectativa de margens de Ebitda elevadas, em torno de 93%, além da diversificação e longo prazo dos contratos.
São sete concessões, com contratos que vencem em 2047. A receita é bem distribuída entre elas --- a maior é responsável por menos de um quarto da receita.
Sem grandes projetos à vista, a expectativa é de forte distribuição de dividendos, equivalente a 75% do lucro líquido regulatório a partir de 2026, afirma a Fitch. O endividamento e a alavancagem, a relação da dívida e Ebitda, deve permanecer moderada.
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
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