Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

SEU DINHEIRO ENTREVISTA

Enquanto a faixa 4 do Minha Casa Minha Vida ganha holofotes, faixa 3 é a “novidade” na Tenda (TEND3), segundo o CFO

Seu Dinheiro conversou com Luiz Mauricio Garcia, CFO da Tenda, sobre Minha Casa Minha Vida, cenário macro, avenidas de crescimento para a empresa, Alea e mais; confira

Bia Azevedo
Bia Azevedo
5 de junho de 2025
6:41 - atualizado às 19:28
CFO da Tenda de braços cruzados
Imagem: Divulgação

Se você é de São Paulo, provavelmente já se pegou pensando: “caramba, essa cidade virou um canteiro de obras”. E é bem capaz de ouvir o mesmo comentário em outros grandes centros urbanos do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é exagero. Mas enquanto o barulho do martelete irrita alguns, soa como música aos ouvidos das construtoras — que festejam na bolsa, com recomendações de compra por parte de analistas. O Índice Imobiliário da B3 (IMOB) já sobe mais de 42% este ano, versus um avanço de 14% do Ibovespa. 

E uma das empresas que mais tem curtido o momento é a Tenda (TEND3), cujas ações disparam mais de 90% desde janeiro, negociadas a R$ 23,58 no fechamento da última terça-feira (3). 

Embora distantes do pico histórico — de R$ 40,33, alcançado em fevereiro de 2020 —, as ações estão ainda mais longe do menor valor já registrado, de R$ 3,60, em junho de 2022, quando a empresa enfrentou uma crise severa.

Em entrevista ao Seu Dinheiro, Luiz Mauricio Garcia, CFO da companhia, celebra o bom momento para o setor e destaca os resultados fortes da construtora diante desse cenário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele reconhece a criação da faixa 4 como um avanço para o Minha Casa, Minha Vida (MCMV), mas ressalta que, enquanto essa expansão é o grande destaque para outras construtoras expostas ao programa, a “novidade” para a Tenda — conhecida por atuar nas faixas 1 e 2 — é a faixa 3.

Leia Também

Na conversa, Garcia também falou sobre a Alea, braço da empresa especializado em construção de casas pré-fabricadas. Além disso, comentou sobre  a concorrência pesada em grandes centros urbanos, o funding para o MCMV, as principais avenidas de crescimento para a companhia hoje e mais.

Veja a seguir os principais pontos da conversa do Seu Dinheiro com o executivo.

A faixa 3 do Minha Casa Minha Vida e o funding para o programa

Garcia destaca que, após anos focada apenas nas faixas de menor renda do programa habitacional, a Tenda vem ampliando sua atuação para ganhar competitividade. A estratégia é ganhar espaço na faixa 3, que abrange rendas entre R$ 4,7 mil e R$ 8,6 mil, para poder ajustar o foco da companhia em diferentes momentos de mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Até um ano atrás, a faixa 3 representava apenas 10% das nossas vendas. Hoje, essa participação já chegou a 17% — um crescimento de 70% em apenas 12 meses. A tendência é que esse número se aproxime de um terço do total. Nosso grande objetivo é ter flexibilidade para navegar entre as faixas”, afirma.

Até porque a questão do funding (financiamento) do programa é sempre algo no radar da empresa, tendo em vista que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) — principal fonte para o MCMV — está sempre na mira dos governos em busca de popularidade.

No caso do governo Lula, a medida em questão é o Crédito do Trabalhador, que permite a profissionais do setor privado acessarem empréstimos mais baratos com garantia do fundo. Já na administração de Jair Bolsonaro foi implementado o saque-aniversário. O governo de Michel Temer também já teve iniciativas nesse sentido, quando liberou saques das contas inativas.

O CFO ainda acredita que o FGTS continuará sendo uma fonte sustentável de recursos nos próximos anos, mas ressalta que não há funding suficiente para expandir ainda mais. É preciso explorar alternativas, como foi o caso do Fundo Social, que utiliza os recursos do pré-sal para o MCMV.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Garcia, é justamente essa a importância de ter flexibilidade de atuação entre as faixas. 

“Nossa expectativa é que, em um cenário de possível escassez de recursos — e não estou falando deste ano, nem do próximo, mas a longo prazo —, é natural que o governo priorize o direcionamento do FGTS para as famílias de menor renda. Com isso, a principal dúvida será a sustentabilidade da faixa 4 do programa, especialmente no longo prazo”, ressalta.

O principal desafio da Tenda no cenário macro

Quando questionado sobre o principal desafio no cenário macroeconômico brasileiro atual, o executivo não menciona a inflação nem a trajetória dos juros, mas sim a mão de obra.

Cabe lembrar que, diferente da lógica de outros setores, na construção civil as empresas ligadas ao MCMV — ou seja, mais expostas à população de baixa renda — são as mais resilientes em momentos de juros elevados, visto que o programa ‘trava’ as taxas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Garcia explica que a construção civil costumava ter uma grande capacidade de atrair colaboradores, mas as coisas mudaram de uns anos para cá: hoje, com maior acesso à qualificação e diversas opções para quem não tem ensino superior, é cada vez mais difícil angariar novos funcionários. 

“Fora que o país tem o fator demográfico: a população jovem está encolhendo. Por isso, a Tenda tem focado cada vez mais em uma abordagem industrial. A Alea nasceu dessa ideia”, diz. A empresa foi criada em 2021.

O braço de construção de casas tem foco em residências pré-fabricadas, com mais da metade da produção sendo realizada diretamente na fábrica. A empresa atua em cidades menores e é particularmente afetada pela questão da mão de obra. 

No primeiro trimestre de 2025, esse problema apareceu nos resultados da Alea, que apresentaram margem bruta mais fraca, de acordo com o Santander, impactadas pela falta de experiência da mão de obra com wood frame — método de construção empregado pela empresa que utiliza a madeira como principal material estrutural. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Operar em cidades pequenas é mais difícil do que a gente imaginava. É complicado trazer mão de obra. Tem poucas pessoas, nem todos aceitam se deslocar ou ficar em alojamentos, por exemplo. Como solução, o que nós fizemos foi restringir a dispersão”, explica. 

O objetivo é trabalhar em áreas que facilitem a mudança de uma cidade para outra, com distâncias menores. Isso permite que o trabalhador possa se deslocar diariamente ou, caso precise ficar alojado, ainda esteja perto de sua cidade de residência principal. 

“Assim, o trabalhador conclui um projeto na cidade X e segue para a cidade Y, com distâncias menores que viabilizam o deslocamento diário, por exemplo”. 

Garcia também diz que a companhia determinou um tamanho mínimo para cidades em que atua: “Hoje, dificilmente a gente consegue atuar em uma cidade com menos de 50 mil habitantes”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar dos desafios, a Alea superou sua principal preocupação até o último trimestre de 2024, que era a performance e as vendas. Com o aumento das vendas mensais de 146 para 315 unidades no primeiro trimestre de 2025, o foco agora é na eficiência e no ganho de escala.

Se afastando da concorrência em São Paulo

De cidades menores para a maior do Brasil, São Paulo. A Tenda enfrenta um desafio: reduzir a distância em relação a concorrentes como Cury (CURY3) e Plano&Plano (PLPL3), que têm registrado um crescimento mais acelerado na capital paulista. 

Isso porque a construção em alvenaria se provou vencedora por aqui, uma forma diferente de operar em relação à Tenda, que utiliza o concreto em fôrmas de alumínio como principal método construtivo em seus empreendimentos. 

Por isso, o CFO destaca que o foco da companhia agora são regiões onde a competição não é tão forte: “Temos crescido muito no Nordeste, por exemplo”. Ele ainda acrescenta que a companhia está presente em 10 regiões metropolitanas com a mesma régua de aprovação de projetos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ou seja, a nossa viabilidade financeira é igual nas 10 regiões. Essa uniformidade na aprovação de projetos é crucial para a estratégia da construtora, pois ela permite um crescimento equilibrado nas diferentes localidades. A gente não tem nenhuma região encolhendo, mas naturalmente algumas regiões crescem mais que outras”. 

Garcia salienta que não dá para ter viabilidade no país inteiro, então a empresa prefere focar onde há um bom potencial com menores obstáculos. “Isso é reflexo da viabilidade e do custo, que variam conforme a disponibilidade de mão de obra e outros fatores locais".

O que esperar da Tenda agora? E os dividendos? 

Sobre as avenidas de crescimento para o futuro, o CFO da Tenda fala sobre duas frentes: “É crescer mais onde o ambiente competitivo é mais favorável e seguir crescendo no segmento de casas com a Alea”. 

Sobre os dividendos, o executivo destaca que a intenção é pagar proventos extraordinários até o final do ano à medida em que a empresa caminha para uma posição de dívida líquida zerada. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após anos sem distribuições de dividendos, a Tenda anunciou, em dezembro de 2024, o pagamento de dividendos intercalares no montante de R$ 21 milhões, equivalente a 0,170623296 para cada ação ordinária. Os acionistas com base acionária em 6 de dezembro de 2024 receberão o valor na conta no dia 2 de julho de 2025. 

Para o acionista, Garcia manda um recado: “É hora de aproveitar esse momento favorável para o segmento de habitação popular no Brasil”. A ação da Tenda tem recomendação de compra de Santander, BTG Pactual, JP Morgan, Safra, Itaú BBA, Citi e XP.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
DO CRESCIMENTO À LIQUIDAÇÃO

Banco Central tira do mercado a Frente Corretora após “graves violações”; o que se sabe sobre a liquidação até agora

30 de abril de 2026 - 9:11

Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes

AGORA SIM?

Natura (NATU3) está pronta para mostrar que virou a página, mas é isso que o mercado quer ver antes de voltar a comprar a tese

30 de abril de 2026 - 6:01

Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu

LUTANDO CONTRA OS GARGALOS

Esta ação ganhou o selo de compra da XP e pode subir até 100% na bolsa; preço-alvo é de R$ 26

29 de abril de 2026 - 19:50

Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor

ATENÇÃO, ACIONISTA

Setor elétrico com tudo: CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) confirmam quase R$ 5 bilhões em dividendos

29 de abril de 2026 - 19:10

As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber

RECONHECIMENTO

Mercado Livre e Nubank entram na lista da TIME de empresas mais influentes do setor financeiro

29 de abril de 2026 - 18:10

O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados

TESTE DE PACIÊNCIA?

O mercado ficou menos otimista com o Santander (SANB11) — mas UBS BB ainda vê motivos para comprar a história 

29 de abril de 2026 - 14:19

Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?

O DIA DEPOIS DO BALANÇO

Chance de comprar barato? Ação da Vale (VALE3) cai forte após resultado pressionado; executivos traçam planos para dividendos extras

29 de abril de 2026 - 13:55

Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora

INDICADORES MAIS SAUDÁVEIS

Hypera (HYPE3) faz check-up financeiro e lidera ganhos do Ibovespa — ‘Ozempic genérico’ pode dar ainda mais vida às ações

29 de abril de 2026 - 13:34

Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre

CARRINHO A CARRINHO

A fidelidade dos clientes é disputada a tapa entre Mercado Livre, Renner e Shopee: veja onde a disputa é mais intensa, segundo relatório do BTG

29 de abril de 2026 - 12:57

Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.

COM A PALAVRA, O CEO

Santander (SANB11) decepciona no 1T26, mas CEO banca: “pagar mais imposto é bom sinal” — e mantém ROE de 20% na mira

29 de abril de 2026 - 12:01

Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco

RESULTADO MAIS FRACO

Decepcionou? WEG (WEGE3) lucra R$ 1,45 bilhão no 1T26, recuo de 5,7% no ano; veja quando o crescimento deve voltar

29 de abril de 2026 - 10:10

A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico

QUEM SERÃO OS NOVOS LÍDERES

Braskem (BRKM5) recebe indicações da Novonor e Petrobras (PETR4) para conselho, incluindo Magda Chambriard; veja os nomes

29 de abril de 2026 - 9:04

A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem

RESULTADO

Santander Brasil (SANB11) frustrou no 1T26? Lucro encolhe e ROE tomba além do esperado. Entenda o que explica o resultado

29 de abril de 2026 - 6:29

Em meio a um início de ano mais fraco, lucro vem abaixo do esperado e rentabilidade perde fôlego no início de 2026; veja os destaques do balanço

O TREM PASSOU

Rumo (RAIL3) coloca R$ 201 milhões nos trilhos dos dividendos; veja se você está na rota desse pagamento

28 de abril de 2026 - 20:28

Para quem carrega os papéis da companhia na carteira, o valor se traduz em cerca de R$ 0,108 por ação ordinária

BALANÇO

Vale (VALE3) tem lucro líquido de US$ 1,893 bilhão no 1T26, e metais básicos ganham espaço no resultado; confira os números da mineradora

28 de abril de 2026 - 19:59

Projeções da Bloomberg indicavam expectativas de alta em resultado anual, mas queda referente ao 4T25

SEM MÁGICA FINANCEIRA

Sabesp (SBSP3) fatia a pizza: desdobramento de 1 para 5 é aprovado; saiba o que muda agora

28 de abril de 2026 - 19:53

Na prática, o investidor que terminou o pregão desta terça-feira (28) com um papel da Sabesp na carteira acordará com cinco ações

FOCO EM ESG

Não é europeu: o maior fundo de reflorestamento é focado na América Latina e captou R$ 6,2 bilhões com participação da Vale (VALE3) e BNDES

28 de abril de 2026 - 15:15

Fundo quer conservar e reflorestar 270 mil hectares na América Latina com investidores de peso; gestora também estima aumento na geração de empregos

POR TRÁS DO GRÁFICO

Brava Energia (BRAV3) sai como vencedora de acordo milionário com Petrobras (PETR4), mas ação cai. Por que o mercado torce o nariz?

28 de abril de 2026 - 14:25

Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores

RESULTADO EMAGRECEU

Assaí (ASAI3) tem lucro 47% menor no 1T26, com queda no preço de arroz e feijão e canetas emagrecedoras; o que fazer com as ações agora?

28 de abril de 2026 - 11:45

Os resultados mostram que o cenário de consumo ainda está frágil, com juros altos e endividamento das famílias

TERMÔMETRO DO BALANÇO

Santander (SANB11) vai testar paciência do investidor? Banco dá a largada dos balanços do 1T26; descubra o que esperar do resultado

28 de abril de 2026 - 11:33

Mercado espera resultado mais fraco, com foco nos sinais de evolução da inadimplência e da qualidade de ativos. Veja o que dizem os analistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia