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Otávio Preto

Otávio Preto

Formado em Jornalismo pela PUC-SP, atua como repórter no Money Times e no Seu Dinheiro, onde também já trabalhou como analista de mídias sociais, com experiência em produção de conteúdo para diferentes plataformas digitais. Antes disso, foi repórter no site Monitor do Mercado.

QUE PAÍS É ESSE?

Empreender na América Latina exige paciência, mas o país menos burocrático da região vai deixar você de queixo caído

Estudo internacional mostra que este país reduziu o tempo para abrir empresas e agora lidera entre os países latino-americanos, enquanto outro enfrenta o maior nível de burocracia

Otávio Preto
Otávio Preto
5 de novembro de 2025
15:48 - atualizado às 13:41
O país com menos burocracia para abrir uma empresa
Estudo mostra que abrir empresa é mais rápido no Brasil e mais burocrático no Chile entre os países latino-americanos analisados - Imagem: Imagem gerada por IA

Abrir uma empresa na América Latina continua exigindo paciência. Entre idas e vindas a cartórios, certidões e registros, o processo de formalizar um negócio ainda leva meses em boa parte dos países da região. Um levantamento da Florida International University mostra o ranking de burocracia para empreender em 2025 — e o Brasil ocupa uma posição surpreendente nessa lista.

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Ao todo, o estudo do Adam Smith Center for Economic Freedom analisou 21 países, sendo 16 latino-americanos, e considerou o número de horas e o custo necessários para abrir e manter uma empresa de médio porte.

Então, se você considera difícil abrir uma empresa no Brasil, é bom saber que o processo é muito mais demorado e burocrático em outros países da região.

O Brasil aparece na ponta da lista, tendo o menor tempo médio de abertura de empresas na América Latina. O processo leva cerca de 284 horas (pouco mais de um mês) e custa em torno de US$ 400, R$ 2.160 mil na cotação atual.

A métrica para realização do levantamento considera empresas de médio porte, que geralmente têm entre 50 e 250 funcionários e um faturamento anual entre US$ 100.000 e US$ 3 milhões.

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VEJA TAMBÉM: BANCO CENTRAL sob PRESSÃO: hora de baixar o tom ou manter a SELIC nas alturas? - assista o novo episódio do Touros e Ursos no Youtube

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Brasil: entre papéis e progresso

Embora o resultado coloque o Brasil na ponta positiva da lista, ainda há o pós-abertura do negócio — e é aí que as coisas mudam.

De acordo com o mesmo relatório, as empresas gastam, em média, mais de mil horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias e trabalhistas.

Trata-se de um número inferior ao de países como Chile e Argentina, mas ainda alto para os padrões internacionais.

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Eficiência em todos os setores

A agilidade para abrir uma empresa no Brasil se mostrou consistente em diferentes áreas da economia, segundo o estudo:

  • Setor primário (pecuária): o país tem o menor tempo médio de abertura de empresas;
  • Setor secundário (construção civil): o desempenho também lidera a lista — o processo leva cerca de 216 horas, o menor entre todos os países avaliados;
  • Setor terciário (imobiliário): o Brasil lidera entre os latino-americanos, com 309 horas.

Reformas em andamento

No Brasil, medidas recentes ajudaram a encurtar o caminho para quem quer empreender. A digitalização de processos, a unificação de cadastros e a Lei da Liberdade Econômica reduziram a necessidade de autorizações prévias para atividades de baixo risco.

Essas mudanças não eliminaram a complexidade do sistema — especialmente na área tributária —, mas já ajudaram a agilizar o processo.

Na prática, o empreendedor brasileiro ainda enfrenta uma maratona de formulários, mas já está à frente de seus vizinhos.

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O país mais burocrático para se empreender na América Latina

Chile - iStock

Se o Brasil causa surpresa na ponta positiva da lista, com menor tempo entre os pesquisados, a última colocação surpreende ainda mais.

Trata-se do Chile, país frequentemente citado pelo empresariado brasileiro como exemplo de desburocratização.

Segundo o levantamento, abrir uma empresa no Chile exige cerca de 5.227 horas de trabalho administrativo — o equivalente a mais de dois anos em dias úteis. A média dos países levantados é de 1.850 horas.

Após a abertura, a disparidade aumenta ainda mais. Enquanto a média geral para manter uma empresa é de 1.577 horas por ano, os empreendedores chilenos gastam aproximadamente 5.860 horas — o que equivale a quase quatro vezes mais que a média.

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Confira o ranking completo do Índice de Burocracia 2025:

PosiçãoPaísHoras de Trabalho Administrativo
1Brasil284
2Rep. Dom.551
3México675
4Paraguai720
5El Salvador790
6Costa Rica824
7Uruguai984
8Honduras1.360
9Equador1.493
10Bolívia2.060
11Guatemala2.283
12Colômbia2.475
13Peru3.332
14Panamá3.392
15Argentina4.496
16Chile5.227

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