O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A All Nippon Airways (ANA) decidiu comprar 77 novas aeronaves de três fabricantes diferentes, sendo até 20 jatos da Embraer
A Embraer (EMBR3) encontrava-se nas alturas depois de quebrar recorde atrás de recorde em número de pedidos. Mas agora, a empresa está pronta para decolar pelos céus do Japão pela primeira vez na história.
A fabricante brasileira de aeronaves recebeu mais uma encomenda bilionária — desta vez, vinda de uma das maiores companhias aéreas do Japão.
A All Nippon Airways (ANA) decidiu comprar 77 novas aeronaves de três fabricantes diferentes, sendo até 20 jatos da Embraer.
O acordo com a fabricante brasileira inclui 15 pedidos firmes dos jatos executivos E190-E2 e cinco opções de compra. Trata-se da primeira encomenda de E2 realizada por uma aérea japonesa.
Nas contas do JP Morgan, o negócio é avaliado em US$ 1,5 bilhão, sendo cerca de US$ 1,1 bilhão em pedidos firmes. O montante representa uma expansão de 11% no backlog comercial da Embraer e de 4% na carteira de pedidos firmes geral até o 4T24.
“Este pedido será o catalisador para melhorar a lucratividade dos voos domésticos e a expansão dos voos internacionais, que é uma área de crescimento futuro do nosso negócio de companhias aéreas. Utilizaremos totalmente esta oportunidade para nos tornarmos uma companhia aérea líder do setor com crescimento sustentável”, afirmou Koji Shibata, CEO da ANA Holding.
Leia Também
A decisão da ANA acontece após um projeto frustrado com o Mitsubishi SpaceJet. A japonesa pretendia adquirir até 15 aviões no lançamento da aeronave regional japonesa, mas o projeto do jato foi cancelado após bilhões de dólares investidos.
Segundo a empresa, a escolha do E190-E2 faz parte do plano de renovação da frota da ANA.
A família E2 é a linha da Embraer com aeronaves mais modernas e que consomem menos combustível que os aviões comerciais tradicionais.
“A economia e a eficiência da aeronave permitirão que a companhia aérea japonesa aprimore a conectividade em todo o país, enquanto oferece mais espaço e conforto para os passageiros”, escreveu a aérea japonesa, em nota.
As entregas dos jatos estão programadas para ter início em 2028.
Vale destacar que os E-Jets operam no Japão desde 2009 e contam com o apoio da equipe da Embraer no país, mas o E190-E2 da All Nippon Airways será o primeiro avião de nova geração da linha E2 a operar no Japão.
“Consideramos o anúncio de hoje positivo para a Embraer, mostrando a capacidade da empresa de entrar em novas companhias aéreas e corroborando com a qualidade de seus produtos”, avaliou o JP Morgan.
Para os analistas, o pedido da ANA implica um potencial de valorização de até 5% para a Embraer em relação ao fechamento de ontem.
O banco ainda avalia que a encomenda tem potencial para aumentar o múltiplo de valuation da empresa no segmento comercial, já que representa um novo cliente estratégico na Ásia, ajudando a divulgar os produtos da Embraer na região.
Para o Itaú BBA, o negócio com a aérea japonesa reforça a forte posição da Embraer no mercado de aviação regional, com uma demanda contínua pelas aeronaves da brasileira, além de aumentar a visibilidade da carteira de pedidos firmes da companhia, apoiando o crescimento de longo prazo e fortalecendo ainda mais sua presença na Ásia, um "mercado-chave para expansão".
"Com as companhias aéreas priorizando a modernização da frota e a eficiência operacional, a Embraer continua bem posicionada para capturar participação de mercado adicional", avaliaram os analistas.
O Itaú BBA manteve a Embraer como uma das principais escolhas no setor, impulsionada por um fluxo de notícias positivo e catalisador de lucros, juntamente com um valuation que oferece um rendimento de pelo menos 15% de taxa interna de retorno (TIR) até 2028.
*Com informações da Airway.
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado, com geração de caixa insuficiente e dependência de medidas emergenciais para manter a operação
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair
Mesmo sem a Estátua da Liberdade, abertura da nova unidade está prevista para o começo de maio
Banco revisa projeções, cita forte geração de caixa e vê espaço para novos pagamentos ao acionista, mas mantém cautela com o papel
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub