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Em relatório divulgado nesta quarta-feira (23), o BTG Pactual afirmou que continua “otimista” sobre os resultados da Embraer
A Embraer (EMBR3) informou nesta terça-feira (22) que sua carteira de pedidos ao final do primeiro trimestre totalizou US$ 26,4 bilhões, o que representa uma alta de 25% em relação ao valor registrado um ano antes e praticamente estável em relação ao quarto trimestre de 2024.
A companhia afirmou, ainda, que a carteira superou o recorde histórico registrado no fim do ano passado.
Na área de aviação comercial, a carteira somou US$ 10 bilhões em pedidos entre janeiro e março deste ano, 10% abaixo do valor registrado um ano antes e 2% menor que no quarto trimestre de 2024.
Já na área de aviação executiva, a carteira somou US$ 7,6 bilhões ao final de março, um salto de 66% na comparação anual e crescimento de 3% ante o final de 2024.
Na área de Serviços e Suporte, por sua vez, o resultado foi de US$ 4,6 bilhões, alta de 49% na comparação anual e de 1% em relação ao 4T24.
Por fim, na área de Defesa e Segurança, a carteira totalizou US$ 4,2 bilhões, o que representa um salto de 73% em relação ao primeiro trimestre de 2024 e resultado estável ante o quarto trimestre de 2024.
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Em relatório divulgado nesta quarta-feira (23), o BTG Pactual afirmou que continua “otimista” sobre os resultados da Embraer: “Mais um trimestre, mais uma divulgação recorde da carteira de pedidos”, afirma o banco.
“Apesar de não haver grandes aumentos na carteira de pedidos em nenhum segmento no curto prazo, o panorama geral destaca fortes tendências de crescimento nos segmentos Executivo (+66% a/a) e Defesa (+73% a/a)”, destaca o BTG.
Sobre a área comercial, o banco avalia que “ainda está atrasado” e que “problemas na cadeia de suprimentos persistem” e são desafiadores, mas estima que “a produção deva aumentar a partir do 2T25”.
“A carteira de pedidos permanece forte e pode se expandir. No geral, a empresa registrou uma carteira de pedidos robusta, apesar de um trimestre mais fraco em termos de entregas. A aviação comercial continua sendo uma preocupação, principalmente com as restrições na cadeia de suprimentos prejudicando tanto as entregas quanto novas campanhas comerciais. No entanto, vemos esses problemas como temporários que devem começar a se normalizar com o tempo. Dito isso, continuamos otimistas quanto à perspectiva da carteira de pedidos da Embraer”, afirmam os analistas em relatório.
O banco tem recomendação de compra para os ADRs da Embraer, com preço-alvo de US$ 65 em 12 meses. A ADR está cotada atualmente a US$ 42,71.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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