Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

MAIS IMPOSTOS

Até o Nubank (ROXO34) vai pagar a conta: as empresas financeiras mais afetadas pelas mudanças tributárias do governo

Segundo analistas, os players não bancários, como Nubank, XP e B3, devem ser os principais afetados pelos novos impostos; entenda os efeitos para os balanços dos gigantes do setor

Camille Lima
Camille Lima
12 de junho de 2025
16:24
Fachada do prédio Nubank, com símbolo do banco na frente.
Imagem: Divulgação

Já dizia Marília Mendonça: “Ninguém vai sofrer sozinho: todo mundo vai sofrer”. Não é só o investidor de LCI e LCA que vai pagar a conta das mudanças tributárias anunciadas pelo governo. Até gigantes do setor financeiro, como o Nubank (ROXO34), a XP (XPBR31) e a B3 (B3SA3), sentirão o impacto das novas regras e impostos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo analistas do JP Morgan, os players não bancários, como o trio citado acima, bem como empresas de adquirência, como Stone (STOC34) e PagSeguro (PAGS34), devem ser os principais afetados pelos novos impostos.

Já os bancos incumbentes — como Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3) — e nomes como Inter (INBR32) e BTG Pactual (BPAC11) devem passar praticamente ilesos por essas mudanças tributárias.

Relembrando, o governo federal publicou as novas regras em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na noite da última quarta-feira (11). Elas integram a medida provisória nº 1.303, que deverá ser apreciada pelo Congresso em até 120 dias. Se não for convertida em lei dentro deste prazo, a MP perde a validade.

Aumento da CSLL: vitória dos bancos tradicionais

O governo confirmou as mudanças significativas na CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), afetando diretamente empresas de seguros privados, fintechs e instituições de pagamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até então, existiam três alíquotas de CSLL: 9%, 15% e 20%, variando conforme o tipo de instituição. As instituições financeiras pagavam 15%; os bancos, 20%, enquanto as instituições de pagamento, como muitas fintechs, pagavam apenas 9%.

Leia Também

Com as novas regras, o governo decidiu acabar com a alíquota de 9%, aumentando a alíquota efetiva de CSLL das instituições de pagamento, que agora estarão na faixa de 15%. Para os bancos, a alíquota de 20% foi mantida.

“A diferença entre o que os bancos já pagavam e essas instituições financeiras não bancárias agora é menor, aumentando a arrecadação geral e reduzindo as assimetrias tributárias”, disse o Itaú BBA.

“Embora seja difícil discutir vencedores em um setor no qual a maioria das empresas agora pagará uma taxa combinada de imposto superior a 50% (ou seja, imposto de renda + imposto sobre receitas), vemos os bancos como os vencedores relativos”, disse o JP Morgan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os analistas, a principal vantagem para os bancos é o fechamento da brecha tributária que existia entre eles e as fintechs, que vinham se beneficiando de alíquotas mais baixas nos últimos anos.

Até então, os bancos tradicionais enfrentavam a maior alíquota de IRPJ e CSLL entre todas as empresas da bolsa, com 45% sobre o lucro real, enquanto outras empresas pagavam cerca de 34%, de acordo com o analista da Kinea, Antonio Martins.

Os bancos brasileiros, que enfrentam uma sobretaxa tributária desde 2008 — quando o governo aumentou os impostos para compensar o fim da CPMF —, agora celebram o fim dessa assimetria. 

Com isso, as instituições tradicionais, como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil, devem se beneficiar dessas mudanças, que nivelam as condições tributárias entre elas e suas concorrentes fintechs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impostos mais altos e os efeitos sobre Nubank, XP e B3

Com as novas regras, a alíquota de IRPJ e CSLL para instituições de pagamento, como o Nubank (ROXO34), vai subir de 34% para 40% sobre o lucro real. 

Esse aumento afeta não só as fintechs como o Nu, como também empresas de adquirência, como Stone e PagSeguro — embora com impactos um pouco menores para essas últimas.

Para as empresas de crédito/financeiras — categoria em que o Nubank se encaixa, uma vez que essa é a licença usada por muitas fintechs para intermediação financeira —, a alíquota sobe de 40% para 45%. 

Isso significa que o Nubank, que opera nas duas frentes, enfrentará uma pressão tributária ainda maior no Brasil. O JP Morgan estima que o lucro por ação (EPS) do banco digital pode ser impactado em mais de 5% devido a esses aumentos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A maior parte dos lucros do Nubank no Brasil vem da operação financeira. Portanto, esse aumento de 5 pontos percentuais nos impostos pode ter um impacto considerável, especialmente na parte financeira. Somado ao impacto sobre a instituição de pagamento (IP), isso deve gerar uma redução de 5% a 7% no EPS da holding."

Uma exceção aqui é o Inter (INBR32). Por já ser tributado como um banco tradicional, o impacto para esta fintech em particular será bem menor. Isso porque, como a alíquota de IRPJ e CSLL para bancos permanece em 45%, o Inter seguirá com sua tributação atual, sem grandes mudanças.

Já a B3 (B3SA3) também será afetada em cheio pelo aumento. A alíquota de imposto IRPJ e CSLL da operadora da bolsa de valores passará de 34% para 40%, uma mudança que pegou os analistas de surpresa. 

Afinal, a B3 historicamente conseguiu manter a taxa de imposto padrão, mas agora deve enfrentar um impacto forte nos lucros — algo entre 7% e 8%, segundo o JP Morgan —, a menos que tome medidas como reajustes de preços para mitigar o efeito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Embora as empresas tendam a repassar aumentos de impostos aos preços, acreditamos que há uma pressão maior sobre a B3 recentemente, dado o ambiente competitivo, e não sabemos como isso irá evoluir.”

Qual o tamanho do impacto para B3, Nubank, PagSeguro e Stone?

Com a MP estabelecendo novas alíquotas de 15% e 20% para a CSLL de instituições de pagamento, entidades de financiamento ao consumidor e bolsas de valores, o Itaú BBA projeta os seguintes impactos nos lucros das empresas afetadas:

  • B3: -7%
  • Nubank: -6%
  • PagSeguro: -4%
  • Stone: -3%

Para XP e BTG Pactual, o impacto deve ser mínimo, dado seu modelo de negócios, com estruturas offshore e uma configuração bancária mais flexível, segundo analistas.

Apesar de não terem sido afetados diretamente pela alta de impostos, os bancos tradicionais também podem sofrer algum efeito. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque a maioria dos incumbentes possui subsidiárias não bancárias que devem ser afetadas pela reestruturação tributária, como Rede e Cielo, por exemplo.

Impacto sobre a XP

Outro ponto de atenção é a tributação dos investidores estrangeiros, um tema relevante para empresas como XP, PagSeguro e Stone, que operam com holdings no exterior. 

A nova regra prevê uma taxa de 25% sobre os ganhos com investimentos brasileiros para entidades domiciliadas em países com “tributação favorável”, o que pode impactar estruturas como a XP Coliseu, que atualmente possui uma taxa de retenção de 15%.

"Ainda não sabemos se a XP enfrentará um aumento de 2,5 pontos percentuais no imposto (de 15% para 17,5%) ou se o aumento será para 25%, o que teria um impacto de 9% nos lucros," explicaram os analistas do JP Morgan. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se a mudança for para 17,5%, a avaliação para a XP será neutra, pois a empresa tem outros fatores positivos em jogo, como a tributação de instrumentos anteriormente isentos e o potencial aumento de atividade de DCM (mercado de capitais de dívida) até o final do ano. 

Porém, se a alíquota for elevada para 25%, o impacto será claramente negativo, na leitura do JP Morgan.

Fim dos investimentos isentos: quem sai ganhando?

A proposta do governo também inclui uma taxa de 5% sobre instrumentos então isentos de imposto de renda, como debêntures de infraestrutura, LCIs, LCAs, CRIs e CRAs

Embora essa mudança afete principalmente os investidores pessoa física, ela também deve impactar os custos de financiamento dos bancos, conforme apontado pelo JP Morgan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, no caso de players como a XP, o fim das isenções pode até ser positivo. 

A expectativa é que isso impulsione novas emissões e maior atividade de negociação, já que a mudança tributária só entrará em vigor em janeiro de 2026, permitindo algum tempo para que as empresas se ajustem.

Além disso, o fim das isenções de impostos também pode abrir caminho para a XP competir de maneira mais equilibrada com os bancos, uma vez que, historicamente, a oferta mais limitada de alguns dos instrumentos isentos representava um obstáculo para a empresa.

Previdência privada para as empresas

Além disso, a reforma de impostos também atinge os planos de previdência privada do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas novas regras, para aportes feitos até o final de 2025, os investimentos em VGBL até R$ 300 mil continuam isentos de IOF. A partir de 2026, esse limite será ampliado para R$ 600 mil, somando todos os planos em todas as seguradoras.

Quando os valores aportados em VGBL ultrapassarem esses limites, incidirá uma alíquota de IOF no valor de 5% apenas sobre o que exceder cada limite de isenção definido.

Essa mudança pode ser favorável para XP e BTG, que oferecem esses produtos para clientes mais ricos, já que ela reduz os obstáculos e pode estimular a captação líquida — ou net new money, no jargão financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
COMEÇOU MAIS CEDO

Petrobras (PETR4) antecipa início de produção de plataforma no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos

1 de maio de 2026 - 17:57

Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo

PÚBLICO PREMIUM

Briga de gigantes: Banco do Brasil (BBAS3) entra na disputa pela alta renda e inaugura sala VIP no aeroporto de Guarulhos

1 de maio de 2026 - 13:55

Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto

ALTA NO COMBUSTÍVEL

Passagem de avião pode ficar mais cara? Petrobras (PETR4) aumenta o preço do querosene de aviação em 18%

1 de maio de 2026 - 13:35

Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado

DESEMPENHO OPERACIONAL

Com petróleo mais caro, Petrobras (PETR4) abre o ano com produção recorde e vendas pressionadas; confira os números do 1T26

30 de abril de 2026 - 19:00

Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado

DE GRÃO EM GRÃO...

100% de aproveitamento: Squadra emplaca os três nomes indicados ao conselho Hapvida (HAPV3) e amplia poder na empresa

30 de abril de 2026 - 16:52

A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%

PÉ NO FREIO

Menos dividendos à vista? Suzano (SUZB3) prioriza dívida e segura remuneração ao acionista

30 de abril de 2026 - 14:47

Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo

SOB PRESSÃO DA DÍVIDA

Kora Saúde (KRSA3) aciona plano de recuperação extrajudicial. O que entra — e o que fica fora — da “cirurgia financeira”

30 de abril de 2026 - 10:33

Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente

IMPASSE

GPA (PCAR3) quer desconto de 90% na dívida de R$ 4,5 bilhões, diz jornal; veja o impasse nas negociações com credores

30 de abril de 2026 - 10:10

A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor

DO CRESCIMENTO À LIQUIDAÇÃO

Banco Central tira do mercado a Frente Corretora após “graves violações”; o que se sabe sobre a liquidação até agora

30 de abril de 2026 - 9:11

Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes

AGORA SIM?

Natura (NATU3) está pronta para mostrar que virou a página, mas é isso que o mercado quer ver antes de voltar a comprar a tese

30 de abril de 2026 - 6:01

Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu

LUTANDO CONTRA OS GARGALOS

Esta ação ganhou o selo de compra da XP e pode subir até 100% na bolsa; preço-alvo é de R$ 26

29 de abril de 2026 - 19:50

Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor

ATENÇÃO, ACIONISTA

Setor elétrico com tudo: CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) confirmam quase R$ 5 bilhões em dividendos

29 de abril de 2026 - 19:10

As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber

RECONHECIMENTO

Mercado Livre e Nubank entram na lista da TIME de empresas mais influentes do setor financeiro

29 de abril de 2026 - 18:10

O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados

TESTE DE PACIÊNCIA?

O mercado ficou menos otimista com o Santander (SANB11) — mas UBS BB ainda vê motivos para comprar a história 

29 de abril de 2026 - 14:19

Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?

O DIA DEPOIS DO BALANÇO

Chance de comprar barato? Ação da Vale (VALE3) cai forte após resultado pressionado; executivos traçam planos para dividendos extras

29 de abril de 2026 - 13:55

Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora

INDICADORES MAIS SAUDÁVEIS

Hypera (HYPE3) faz check-up financeiro e lidera ganhos do Ibovespa — ‘Ozempic genérico’ pode dar ainda mais vida às ações

29 de abril de 2026 - 13:34

Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociados com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre

CARRINHO A CARRINHO

A fidelidade dos clientes é disputada a tapa entre Mercado Livre, Renner e Shopee: veja onde a disputa é mais intensa, segundo relatório do BTG

29 de abril de 2026 - 12:57

Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.

COM A PALAVRA, O CEO

Santander (SANB11) decepciona no 1T26, mas CEO banca: “pagar mais imposto é bom sinal” — e mantém ROE de 20% na mira

29 de abril de 2026 - 12:01

Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco

RESULTADO MAIS FRACO

Decepcionou? WEG (WEGE3) lucra R$ 1,45 bilhão no 1T26, recuo de 5,7% no ano; veja quando o crescimento deve voltar

29 de abril de 2026 - 10:10

A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico

QUEM SERÃO OS NOVOS LÍDERES

Braskem (BRKM5) recebe indicações da Novonor e Petrobras (PETR4) para conselho, incluindo Magda Chambriard; veja os nomes

29 de abril de 2026 - 9:04

A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia