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Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores
Quando a edição 2025 do Campeonato Brasileiro começou, o Mirassol aparecia em praticamente todas as listas de candidatos ao rebaixamento. Afinal, era o primeiro ano do modesto clube do interior paulista na Série A.
O uniforme do time é amarelo, mas bem que poderia ser listrado em preto e branco, como uma zebra. Contra todas as previsões, o Mirassol não terminou a competição entre os quatro últimos colocados — e sim entre os quatro primeiros.
No caminho, colecionou vitórias contra os quatro grandes do futebol paulista e ainda ficou à frente de Corinthians, Santos e São Paulo na classificação final.
O roteiro da maioria das criptomoedas é parecido com o dos clubes pequenos que chegam à elite do futebol: brigar para não cair. São milhares de projetos, e muitos não passam de memes passageiros.
Ainda assim, os sortudos que pegam uma onda de valorização embolsam lucros reais. Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores.
Em 2025, ninguém brilhou mais que a pippin. A desconhecida criptomoeda entrou na elite das cem maiores em valor de mercado após uma valorização de mais de 6.000% neste ano.
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No futebol, o Mirassol conseguiu surpreender os times tradicionais ao unir uma equipe aguerrida com uma boa gestão fora dos gramados. Mas, e no “Brasileirão do Empreendedorismo”, será que existem zebras?
Camila Miglhorini mostra que sim. Fundadora da rede de franquias Mr. Fit, a empresária de 43 anos resolveu disputar um “campeonato” dominado por gigantes e opções pouco nutritivas com um “fast food saudável”.
Quer saber como essa ideia saiu do papel? Confira na reportagem da Carina Brito.
Os investidores voltam do Natal com o mercado em “modo econômico”: agenda esvaziada, poucos indicadores no radar e liquidez mais curta nos últimos pregões de 2025. Com boa parte dos participantes já tendo fechado posições para o ano, cada sessão tende a carregar menos volume.
Na Europa, o compasso segue lento. A maioria das bolsas permanece fechada nesta sexta-feira (26). Enquanto isso, Wall Street retoma as negociações após o feriado de Natal. Os índices futuros de Nova York amanheceram ligeiramente no vermelho – talvez ainda inspirados pelo clima natalino.
Na Ásia, a sessão foi majoritariamente positiva, ainda que várias bolsas tenham permanecido fechadas por causa do feriado de Boxing Day.
Quem continua roubando a cena nos mercados globais são os metais preciosos. Ouro e prata renovaram máximas históricas, impulsionados por uma busca global por proteção.
O ouro, em especial, vive um verdadeiro “golden year”: os contratos futuros acumulam alta próxima de 71% em 2025, colocando o metal no caminho de sua melhor performance anual desde 1979.
*Com Camille Lima
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