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Um alinhamento de notícias ruins no mercado de crédito corporativo afastou investidores de fundos incentivados; entenda por que esse eclipse esconde bons ativos

Um dos fenômenos astronômicos mais aguardados do ano aconteceu ontem: um eclipse solar total, visível para milhões de pessoas no hemisfério Norte.
Por depender de um alinhamento perfeito entre a Terra, a lua e o sol, é um momento raro e efêmero. Em seu ponto de maior duração, perto da Islândia, a lua encobriu o sol por pouco mais de dois minutos.
No Brasil, o próximo evento do tipo será um eclipse parcial, em 6 de fevereiro de 2027, que será visto em todo o país. Já o próximo eclipse solar total ocorrerá em 12 de agosto de 2045, mais observável no nas regiões Norte e Nordeste.
Além disso, nesta semana também houve um alinhamento planetário, com Júpiter, Mercúrio, Marte, Urano, Saturno e Netuno aparecendo em linha no céu, antes do amanhecer. Para completar, chuvas de meteoros foram vistas por todo o mundo.
Por aqui, apesar de não termos vislumbrado o eclipse, estamos vendo um alinhamento de notícias ruins para o mercado de crédito privado. Recuperações judiciais e extrajudiciais, reestruturações de dívida e retorno desses fundos no vermelho afastaram investidores, que correram para a renda fixa conservadora.
No entanto, essa chuva de acontecimentos ruins eclipsou bons títulos, que acabaram ficando escondidos.
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E, assim como a corrida para ver o eclipse solar no hemisfério Norte levou ao esgotamento dos óculos especiais em diversos países, a corrida para sair dos fundos incentivados levou à escassez de bons retornos.
Já quem ficou investido pode dar graças aos astros, porque passou a ter uma remuneração mais alta.
A repórter Monique Lima conversou com Paulo Bokel, head de crédito privado da Absolute Investimentos, para explicar o cenário. Confira nesta matéria aqui.
No novo episódio do Touros e Ursos, Luis Ferreira, diretor de investimentos para as Américas do private banking suíço EFG, revela como o investidor estrangeiro enxerga o Brasil neste momento.
Durante a entrevista, ele analisa as perspectivas para as eleições presidenciais, os riscos fiscais e os fatores que podem influenciar o fluxo de capital estrangeiro para o país.
Ferreira também comenta as principais teses de investimento no Brasil e no exterior e explica onde estão as oportunidades que mais chamam a atenção dos investidores globais. Veja o vídeo completo aqui:
Após seis pregões seguidos em alta, os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira (13), mesmo sem sinais de avanços nas negociações entre os EUA e o Irã. Com a commodity em queda, os holofotes se voltam para a temporada de balanços do 2T26.
Na Europa, as bolsas amanhecem no azul, enquanto investidores digerem resultados de empresas da região e dados econômicos, com destaque para o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido e a produção industrial na Zona do Euro.
Já os mercados asiáticos fecharam o pregão de hoje sem uma direção única, com o apetite por ações de tecnologia e de inteligência artificial ajudando a sustentar os ganhos do dia.
Em Wall Street, os índices futuros de Nova York registram leve alta, enquanto os investidores aguardam a divulgação de dados de inflação ao produtor (PPI) dos EUA.
Por aqui, a agenda econômica desta quinta-feira tem como destaque a Pesquisa Mensal do Comércio, com os dados de vendas no varejo restrito e ampliado referentes a junho.
Os holofotes também se voltam para o balanço do Banco do Brasil, divulgado ontem após o fechamento do pregão. A instituição financeira surpreendeu o mercado com um lucro de R$ 3,9 bilhões. A repórter Camille Lima esmiuçou a estratégia do banco para deixar a crise para trás. Confira a reportagem aqui.
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Além da Chardonnay: 6 uvas brancas que os sommeliers recomendam conhecer. Sommeliers indicam seis variedades menos conhecidas que produzem vinhos cheios de personalidade.
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