O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A bola vez é o acordo com a União Europeia, que está prestes a ser fechado nos mesmos moldes do pacto com o Japão
A bolsa de Nova York já vinha embalada pelos acordos comerciais anunciados por Donald Trump nas últimas 24 horas — Japão, Indonésia e Filipinas — mas a notícia de que os EUA e a União Europeia (UE) estão perto de uma tarifa de 15% sobre as importações europeias fez o Dow Jones disparar 500 pontos e o S&P 500 renovar máxima no fechamento. Por aqui, o Ibovespa acompanhou os ganhos.
O acordo, segundo o Financial Times, seria semelhante ao fechado com o Japão: Bruxelas poderia concordar com os chamados impostos recíprocos para evitar a ameaça do presidente norte-americano de aumentá-los para 30% a partir de 1º de agosto.
Segundo três fontes a par das negociações, tanto os EUA quanto a UE isentariam tarifas sobre alguns produtos, incluindo aeronaves, bebidas alcoólicas e dispositivos médicos.
Desde abril, os exportadores do bloco já pagam uma tarifa adicional de 10% sobre produtos enviados aos EUA — as exportações já eram submetidas a tarifas pré-existentes, de 4,8%, em média.
Ainda de acordo com o Financial Times, a União Europeia prepara um possível pacote de 93 bilhões de euros em tarifas retaliatórias, de até 30%, caso não chegue a um acordo até 1º de agosto.
O Dow Jones subiu 1,14%, aos 45.010,29 pontos; o S&P 500 avançou 0,78%, aos 6.358,91 pontos — uma nova máxima —; e o Nasdaq teve alta de 0,61%, aos 21.020,02 pontos, também alcançando recorde no fechamento.
Leia Também
Por aqui, o Ibovespa também seguiu renovando máximas, embalados pelos ganhos em Nova York e por ações que são o carro-chefe da bolsa brasileira, como a Petrobras (PETR4). O principal índice da bolsa brasileira subiu 0,99%, aos 135.368,27 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar à vista renovou mínimas, terminando o dia com queda de 0,79%, cotado a R$ 5,5230.
A bolsa de Nova York começou o dia embalada pelo acordo comercial com o Japão, no qual o país asiático pagará uma alíquota de 15% — e não mais os 25% impostos — e investirá, sob a "orientação" de Trump, US$ 550 bilhões nos EUA. Você pode conferir aqui os detalhes do acordo com o Japão.
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que o acordo com o Japão e a redução de tarifas recíprocas só foram possíveis após os japoneses oferecerem um “mecanismo inovador de financiamento”.
Em entrevista à Bloomberg TV, Bessent disse que o novo sistema consistirá na provisão de ativos e fundos, formando um novo capital que será redirecionado para "indústrias específicas" para eliminar riscos nas cadeias de oferta.
"O Japão conseguiu tarifas de 15% por conta do mecanismo inovador. Mas a União Europeia ainda não teve nada inovador", disse ele, ao ser questionado sobre a diferença nas negociações entre os parceiros comerciais.
O acordo com o Japão veio um dia depois de Trump anunciar um acordo comercial com a Indonésia que prevê a eliminação de 99% das barreiras tarifárias do país asiático para produtos norte-americanos. Em contrapartida, os EUA aplicarão uma tarifa de 19% sobre os produtos indonésios importados.
O acordo também prevê que a Indonésia fornecerá aos EUA seus "preciosos minerais críticos, além de assinar grandes contratos, no valor de dezenas de bilhões de dólares, para a compra de aeronaves Boeing, produtos agrícolas americanos e energia norte-americana", segundo o republicano.
Na ocasião, Trump afirmou que o pacto é "uma vitória enorme" para fabricantes de automóveis, empresas de tecnologia, trabalhadores, agricultores, pecuaristas e fabricantes dos EUA.
Também ontem, o presidente norte-americano firmou um acordo comercial com as Filipinas, no qual o país do sudeste asiático pagará uma tarifa de 19%. Segundo o republicano, os países trabalharão juntos em termos militares.
Os EUA haviam imposto uma tarifa de 20% para as Filipinas em 9 de julho — mesmo dia das tarifas de 50% para o Brasil — mas aço e alumínio ficam de fora.
Confira aqui os detalhes dos acordos dos EUA com a Indonésia e as Filipinas.
Embora a bolsa esteja renovando recordes, os acordos recentemente anunciados por Trump parecem estar agradando apenas o presidente norte-americano.
Mais cedo, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a União Europeia trabalhará com o Japão "para combater a coerção econômica e abordar práticas comerciais desleais".
Horas depois, Trump, afirmou que sempre cede pontos tarifários em negociações "se conseguir que grandes países abram seus mercados para os EUA".
O republicano reforçou que só reduzirá tarifas "se um país concordar em abrir seu mercado". Caso contrário, os EUA devem anunciar "tarifas muito maiores".
Se no Brasil, a expectativa é por algum acordo que reduza as tarifas de 50% que devem entrar em vigor em 1 de agosto, o mundo ainda segue à espera de um entendimento entre os EUA e a China.
As duas maiores economias do mundo se preparam para mais uma rodada de negociações, que deve acontecer no início da próxima semana.
"É bom que ambos os países queiram se reunir na Suécia para buscar consenso", escreveu. "As negociações abordam principalmente a relação entre os EUA e a China, mas também são de grande importância para o comércio e a economia globais", disse o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, em um post ontem (22) no X.
Na ocasião, o secretário do Tesouro norte-americano defendeu que o comércio com a China está "em um bom lugar" e que se reunirá com seus homólogos chineses na segunda e na terça-feira da próxima semana, em Estocolmo.
"Avançamos para um novo patamar nas negociações com a China, mas queremos que eles se abram", defendeu Bessent, ao citar que também espera que os chineses "reduzam o excesso de produção".
Ele disse ainda que, dentre os tópicos a serem discutidos com a China, está a relação da potência asiática com a Rússia e acrescentou: "será muito importante que os europeus acompanhem os EUA em tarifas secundárias à Rússia. Haverá negociações difíceis com o G7 sobre a Rússia".
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras