O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para agentes do mercado, trata-se parcialmente de um movimento de realização de lucros — mas a correção não é o único fator que pressiona os papéis do BB hoje
Parece contraditório que as ações do Banco do Brasil (BBAS3) protagonizem uma das maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (20), horas após a instituição financeira anunciar um lucro líquido de R$ 9,6 bilhões no quarto trimestre de 2024, valor acima do esperado pelo mercado
Por volta das 12h05, os papéis do BB recuavam 2,70%, negociados a R$ 28,08.
Na visão do mercado, parte dos motivos por trás do desempenho negativo desta é explicada por um movimento de realização de lucros, após a forte valorização de 15% de BBAS3 no acumulado do ano.
Contudo, há outro fator que impacta negativamente a performance das ações hoje, o qual se origina justamente do resultado financeiro do BB.
Um dos fatores de insatisfação do mercado com o balanço do Banco do Brasil (BBAS3) veio da linha da lucratividade.
Confira os destaques do balanço do 4T24:
Leia Também
Na avaliação do JP Morgan, os lucros foram auxiliados por um consumo adicional de provisões antes dos impostos, já que a empresa reverteu cerca de R$ 2,6 bilhões em provisões suplementares para empréstimos.
De acordo com os cálculos do banco norte-americano, houve um incremento no lucro líquido de R$ 1,4 bilhão (considerando 45% de imposto de renda), o que implicaria ganhos de apenas R$ 8,15 bilhões para este trimestre, 13% abaixo do estimado pelos analistas.
Apesar da impressão negativa sobre o balanço, o JP Morgan mantém uma visão positiva para o Banco do Brasil (BBAS3).
A tese construtiva é baseada por uma tríade de fatores:
A visão do BTG Pactual é mais otimista: os números do BB surpreenderam no quarto trimestre, especialmente pela manutenção do lucro líquido em patamares elevados após um impacto severo do agronegócio no trimestre anterior.
“O quarto trimestre foi definitivamente melhor do que o temido, e isso por si só deve ser bem recebido”, avaliaram os analistas.
No entanto, o guidance estipulado pelo Banco do Brasil para 2025 aparece como outro ponto de pressão para as ações hoje.
O BTG avalia que a mensagem da gestão para este ano foi um pouco mais conservadora e aquém do esperado, especialmente para uma ação que subiu cerca de 15% desde o início do ano.
Apesar do guidance mais suave, os analistas mantiveram recomendação de compra para as ações BBAS3 pelo quarto ano consecutivo. “Mesmo com um payout de 40%, no ponto médio do guidance do BB, o dividend yield permanece atraente, em 9,5%.”
O Itaú BBA, por sua vez, destaca que o caminho para chegar ao patamar de lucro que entregou no 4T24 “teve seus prós e contras”, o que resultou em um trimestre com resultados mistos e um desempenho final em linha com as expectativas.
De acordo com os analistas, as projeções do Banco do Brasil para este ano decepcionaram os investidores otimistas devido ao crescimento mais lento da margem financeira e às maiores provisões.
O Itaú BBA tem recomendação “market perform”, equivalente a neutro, para as ações do BB.
O Bank of America (BofA) também decidiu manter recomendação neutra para o Banco do Brasil após o balanço do quarto trimestre de 2024. “Embora o valuation seja atrativo, acreditamos que o crescimento suave da margem financeira em 2025 deve limitar o desempenho.”
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar