O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo com a visão positiva, o UBS BB cortou o preço-alvo para a petroleira estatal, de R$ 51,00 para os atuais de R$ 49,00
Após o susto com o prejuízo do quarto trimestre de 2024 e o "capex da discórdia", é inegável que investir em ações da Petrobras (PETR4) ficou mais arriscado. No entanto, o UBS BB acredita que ainda vale a pena apostar na petroleira.
O banco manteve recomendação de compra para os papéis da estatal, mas cortou o preço-alvo para a Petrobras, de R$ 51,00 para os atuais de R$ 49,00. A nova cifra ainda implica uma valorização potencial de 33% em relação ao último fechamento.
Na avaliação do banco, dividendos e crescimento justificam a classificação e otimismo com a petrolífera.
Em um momento de incerteza macroeconômica e com poucos outros bons nomes de commodities no Brasil, a Petrobras se apresenta ainda como uma líder atraente, afirmam os analistas Matheus Enfeldt, Tasso Vasconcellos e Victor Modanese.
É verdade que os investimentos (capex) de 2024 aumentaram a percepção de risco sobre a ação e se tornaram um obstáculo. Vale lembrar que o capex da Petrobras no ano como um todo atingiu US$ 16,6 bilhões e estourou a estimativa (guidance) da própria companhia, de cerca de US$ 14,5 bilhões.
Contudo, há quatro razões principais que corroboram a visão positiva do banco.
Leia Também
Os analistas do UBS BB acreditam que os investidores se tornaram excessivamente pessimistas em relação ao investimento de capital.
Além disso, os dividendos da Petrobras (PETR4) permanecem em um nível atraente e com um prêmio em relação a outras grandes empresas nacionais, mesmo que menores em comparação com patamares históricos.
Do lado da operação da estatal, o banco avalia que há um crescimento material da produção para 2025 e 2026 de cerca de 0,3 mil barris por dia combinados que parece não precificado pelo mercado.
Os analistas acreditam ainda que as manchetes e os resultados das eleições, embora ainda iniciais, podem abrir oportunidades para quem quer investir nas ações PETR4.
O UBS BB cortou as estimativas de fluxo de caixa livre (FCF) em cerca de 25%, reflexo de ajuste na produção, spreads de refino mais fracos e pagamentos de arrendamento mais altos em 2025.
Como resultado, a previsão de retorno com dividendos (dividend yield) para 2025 ficou em 13,2%, dos quais 2% referem-se a dividendos extraordinários, contra um retorno de 16,5% previsto anteriormente.
Na visão dos analistas, apesar da queda, o retorno com proventos para 2025 continua atraente, mesmo com o atual prêmio avaliado como "mais suave".
Os analistas do UBS BB destacam que as eleições costumam tomar os holofotes cerca de um ano antes de ocorrerem, mas quando se trata de uma possível mudança de pêndulo de 2026, os investidores estão atentos como mais antecedência.
Eles pontuam que a ação da Petrobras (PETR4) normalmente se descola de seus pares cerca de dois a três meses antes da eleição, mas isso pode ser antecipado se houver fluxos para o Brasil de forma mais ampla antes disso.
“Acreditamos que uma possível reavaliação poderia trazer um potencial de alta de 20% a 70% para a ação, embora atualmente vejamos isso como uma opcionalidade e ainda não como um motivo para possuí-la”, disseram, em relatório.
*Com informações do Money Times.
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas