O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Fundo de pensão do BB trocou ações de empresas por títulos públicos em nova estratégia para reforço de caixa
O investidor de ações tem motivos para comemorar. Em 2025, o Ibovespa acumula valorização de 19% e segue renovando recordes nominais, embalado pela expectativa de cortes de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
Esse ambiente, em teoria, favorece a migração do fluxo de capital da renda fixa para as ações. Analistas, inclusive, reforçam esse otimismo: a Ativa Investimentos, por exemplo, manteve a projeção de que o Ibovespa pode chegar a 148 mil pontos ainda neste ano.
O argumento é simples. No Brasil, os juros parecem ter atingido o pico, e os próximos movimentos devem ser de corte. Isso diminui a pressão sobre as empresas e abre espaço para a valorização das ações.
Em paralelo, lá fora, a expectativa de afrouxamento monetário pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) deve enfraquecer o dólar e incentivar a entrada de capital estrangeiro em mercados emergentes — o que tende a beneficiar diretamente a bolsa brasileira.
Enquanto o mercado projeta novos topos para o Ibovespa, a Previ — fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil — segue um caminho mais conservador. A entidade, que administra R$ 267 bilhões, já vendeu R$ 7 bilhões em ações em 2025.
Entre as operações, está a saída total de BRF, uma posição histórica que foi desfeita depois da fusão da companhia com a Marfrig, dando origem à MBRF (MBRF3) — operação que a Previ criticou publicamente.
Leia Também
Também entrou nesse pacote a venda de participações em outras 12 empresas, cujos nomes o fundo de pensão ainda não divulgou.
Ainda nesses movimentos de desinvestimento, a Previ anunciou a venda de 30,29% da Neoenergia (NEOE3) para a espanhola Iberdrola, em uma transação de R$ 11,95 bilhões.
O destino de todo esse dinheiro não é segredo: o fundo está reforçando sua posição em NTN-Bs — títulos públicos que o investidor encontra no Tesouro Direto sob o nome Tesouro IPCA+ com juros semestrais.
Esses títulos pagam uma taxa prefixada mais a correção da inflação, protegendo o poder de compra do dinheiro e garantindo um fluxo previsível de caixa. Atualmente, as taxas prefixadas das NTN-Bs estão em níveis historicamente muito altos, na faixa de 7%, pouco vista em períodos passados.
O foco da Previ em renda fixa tem relação direta com o Plano 1. Esse é o plano de benefícios mais antigo do fundo de pensão, criado em 1967.
Hoje, esse plano é considerado “maduro” — ou seja, a maioria dos participantes já está aposentada e recebendo benefícios. Esse perfil exige um cuidado extra na gestão porque o fundo precisa garantir pagamentos futuros sem correr riscos excessivos.
Por isso, a entidade adotou a chamada “estratégia de imunização do passivo”, que significa alinhar os rendimentos da carteira às obrigações de longo prazo. Ao trocar ações por NTN-Bs, a Previ diminui a exposição à volatilidade do Ibovespa e aumenta a previsibilidade dos fluxos para bancar os aposentados.
A mudança de rota já começou a mostrar resultados. Depois de meses no negativo, o Plano 1 voltou ao azul em 2025 e acumula superávit de cerca de R$ 1 bilhão. No ano, o plano soma ganhos de R$ 4,1 bilhões, com rendimento de 1,84% em agosto e 8,97% no acumulado de 2025.
Para Danilo Fukunaga, diretor de investimentos da Previ, o saldo positivo confirma a estratégia. “Este ano tem sido de sobressaltos, mas o resultado mostra que estamos no caminho certo. É uma questão de conjuntura”, disse.
*Com informações do Money Times.
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo