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Agora milionário, trader operava sem dormir, após chegar do turno da madrugada em seu trabalho em uma fábrica
A primeira Copa BTG Trader, com mais de 100 mil inscritos, sagrou o operário de São Vicente, Danillo Ramos Duarte, como campeão. Agora milionário, até pouco tempo atrás o trader operava sem dormir, após chegar do turno da madrugada em seu trabalho em uma fábrica.
“Eu chegava em casa do trabalho às sete e meia da manhã e já olhava o que estava acontecendo lá fora. Via o dólar, via o Bitcoin, via as notícias. Tudo isso já formava a maneira como eu ia operar no dia”, diz Danilo.
O trader começou a operar durante a pandemia, em outubro de 2020. No começo, ele conta que enfrentou problemas técnicos, operando pelo celular.
“Eu comecei com uma mão pequena. Ganhava R$ 50 ou R$ 100. No começo, eu comprava e vendia ações sem saber que estava fazendo day trade”, conta. “Eu fazia as operações pelo celular e, às vezes, perdia por conta de problemas técnicos. Foi aí que decidi comprar um notebook bom”.
Ele relata que foi durante a Guerra da Ucrânia, em fevereiro de 2022, que a sua atuação como trader escalou. Aproveitando a volatilidade, Danilo conseguiu fazer R$ 7 mil em uma semana.
Desde então, o campeão da Copa BTG Trader diz que vem em uma rotina de estudos sobre mercado financeiro e que hoje já conseguiu traçar uma estratégia que funciona para o seu perfil.
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Antes de operar, ele procura entender o cenário de risco, avaliando se há eventos relevantes, como falas de líderes políticos ou dados econômicos, que possam mexer com o mercado. Só depois disso ele parte para a leitura dos gráficos e regiões de preço, buscando pontos de entrada e saída.
“Eu procuro analisar notícias antes para não ter prejuízos grandes. Se uma autoridade vai falar, por exemplo, às vezes eu reduzo minhas posições”, comenta. “Eu não me importo de perder, faz parte, mas não quero perder muito. Se eu vou operar em um horário de notícias, são mãos pequenas. Trata-se de um gerenciamento”.
O trader ainda destaca que tem uma atenção especial para as commodities, por conta do peso delas no índice brasileiro. Antes de operar, ele procura acompanhar como está o mercado no exterior, com uma atenção especial aos preços do petróleo e do minério de ferro.
Ele também reforça a necessidade de entender a movimentação dos investidores institucionais e de “seguir a manada”.
Do lado emocional, ele também explica que atua de forma disciplinada. No caso de perdas que o abalam, ele não tem medo de “encerrar o dia” para não operar com uma “cabeça ruim”.
No entanto, Danilo também se considera alguém que aceita tomar riscos. “Eu sou um cara que eu não sou medroso. Eu tenho uma tatuagem da molécula da adrenalina. Opero vários ativos. Vou para cima”, fala. “Mas também faço tudo com calma. É necessário ver, por exemplo, se há liquidez e se o ativo está suficientemente maduro”.
Por fim, Danilo pretende aprender a operar em novos mercados, como o norte-americano. Já sobre o prêmio da competição, ele pretende também ter um comportamento um pouco mais cauteloso, deixando parte da quantia na renda fixa.
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