O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Copom reitera compromisso com a convergência da inflação para a meta e adverte que os juros podem ficar mais altos por mais tempo
O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, sabe que está sob escrutínio. Grande parte dos agentes do mercado financeiro temem que ele não seja tão duro quanto seu antecessor, Roberto Campos Neto, no combate à inflação. No que se refere à ata da reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom), o temor não encontra respaldo no teor do documento.
Diante disso, o Ibovespa abriu em alta nesta terça-feira (25). Simultaneamente, o dólar perde força e as taxas dos DIs devolvem os prêmios dos últimos dias.
Por volta do meio-dia, a bolsa subia mais de 1% e o dólar recuava à faixa de R$ 5,68.
A decisão levou a taxa básica de juros no Brasil a 14,25% ao ano, cumprindo o forward guidance emitido pelo Copom em dezembro, em meio à transição entre os mandatos de Campos Neto e Galípolo.
Na última quarta-feira, o Copom adiantou a intenção de reduzir o ritmo da alta de juros na próxima reunião, prevista para maio, em meio a sinais de desaceleração da atividade econômica.
No entanto, a ata do encontro da semana passada mantém o tom do comunicado que acompanhou a decisão.
Leia Também
“É mais um elemento que reforça a visão do Banco Central como uma instituição que tem contribuído para a redução do risco relacionado à inflação no Brasil”, disse André Muller, economista-chefe da AZ Quest, ao comentar o teor da ata.
Hoje, o Copom reiterou seu compromisso com a convergência da inflação para a meta.
Para tanto, é importante que a atividade desacelere, mas os sinais ainda não são tão claros quanto gostariam os diretores do BC.
“Para além da próxima reunião, o comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, diz o documento.
Na avaliação da economista-chefe do banco Inter, Rafaela Vitória, “a ata elaborou um pouco mais sobre a recente desaceleração da atividade, mas ponderando com o possível crescimento da economia no início de 2025 devido ao agro mais forte, mantendo a avaliação de cautela nesse momento”.
O trecho está em linha com comentários feitos nos últimos anos pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
No entanto, o colegiado adverte que ações recentes do governo no crédito podem obstruir o principal canal de transmissão da política monetária.
Diante disso, os juros precisariam permanecer em níveis mais altos por mais tempo, o que elevaria o custo da desinflação em termos de atividade econômica.
Para Rafaela Vitória, o Copom elevará a taxa Selic a 14,75% ao ano na reunião de maio e então interromperá o ciclo de alta dos juros, mas mantendo-o nesse nível até 2026.
É uma visão mais otimista do que a mediana do mercado, que projeta os juros em 15,00% no fim de 2025.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano