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O banco projeta corte de juros ainda neste ano e uma Selic menor do que o mercado para 2026 — nesse cenário, as ações podem ter um desempenho melhor na bolsa no curto prazo
O Bank of America (BofA) está comprado em Brasil. A maior exposição do banco às ações do País tem como base a expectativa de dias melhores para a economia brasileira e para o lucro das empresas — especialmente com a projeção de corte nos juros até o final do ano.
“Acreditamos que taxas mais baixas no próximo ano possam impulsionar o crescimento dos lucros e valuations das empresas nacionais”, diz o relatório de estratégia para a América Latina, no qual o BofA afirmou estar overweight (exposição acima da média) em ações no Brasil quando comparado ao índice de referência para a região, o MSCI LatAm.
O Bank of America projeta a Selic em 11,25% ao fim de 2026, enquanto os mercados locais projetam os juros em 12,5% — o relatório Focus indica uma taxa básica de 10,5% somente em 2027.
Na última quarta-feira (7), o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou os juros em 0,50 ponto percentual, colocando a taxa básica em 14,75% ao ano. Você pode conferir a decisão em detalhes aqui.
Com este cenário base, o estrategista David Beker afirma preferir as ações com crescimento de qualidade, risco para os lucros limitado e que se beneficiam da queda dos juros.
Em maio, o BofA removeu a Gerdau (GGBR4) do portfólio de ações do Ibovespa e adicionou a Copel (CPLE6) para ter mais exposição doméstica na carteira.
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Segundo o relatório, a empresa corresponde aos critérios de crescimento de qualidade. Além disso, os analistas esperam uma melhora no rendimento dos dividendos impulsionada por corte de custos no curto prazo.
A estimativa do banco é que o dividend yield (retorno de dividendos) da Copel seja de 10% em 2025 e aumente para 14% em 2026.
Recentemente, a empresa mudou a política de distribuição dos lucros para aumentar o payout mínimo para 75% e estabeleceu uma meta de alavancagem — métrica que mede a dívida líquida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado — de 2,8 vezes.
“Vemos a nova política de dividendos como um desenvolvimento positivo para uma compressão no prêmio de risco das ações da Copel em relação aos pares com rendimentos semelhantes”, diz o relatório do BofA.
Segundo o banco, a Copel tem o maior dividend yield recorrente entre as ações brasileiras acompanhadas pelos analistas e a estimativa é de que a empresa some 38% de DY em três anos.
Por esses motivos, a Copel entrou para a seleção de ações brasileiras recomendadas pelo BofA, com peso de 4,5%.
A carteira traz, ainda, outras 16 ações do Ibovespa, com nomes como Itaú (ITUB4), Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4), Embraer (EMBR3) e Sabesp (SASP3).
| Empresa (ticker) | Setor | Peso na carteira |
|---|---|---|
| Petrobras (PETR4) | Energia | 13,0% |
| Itaú (ITUB4) | Financeiro | 10,5% |
| Vale (VALE3) | Materiais | 8,5% |
| B3 (B3SA3) | Financeiro | 6,0% |
| BTG Pactual (BPAC11) | Financeiro | 6,0% |
| Embraer (EMBR3) | Indústria | 5,5% |
| Sabesp (SBSP3) | Utilidades públicas | 5,5% |
| Equatorial (EQTL3) | Utilidades públicas | 5,5% |
| Assaí (ASAI3) | Consumo básico | 5,0% |
| Localiza (RENT3) | Indústria | 5,0% |
| Multiplan (MULT3) | Imobiliário | 5,0% |
| JBS (JBSS3) | Consumo básico | 4,5% |
| Bradesco (BBDC4) | Financeiro | 4,5% |
| Copel (CPLE6) | Utilidades públicas | 4,5% |
| Lojas Renner (LREN3) | Consumo discricionário | 4,0% |
| Telefônica Brasil (VIVT3) | Telecomunicação | 4,0% |
| Hapvida (HAPV3) | Saúde | 3,0% |
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