Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
ALOCAÇÃO GLOBAL

Brasil dispara na frente: Morgan Stanley vê só dois emergentes com fôlego em 2026 — saiba qual outro país conquistou os analistas

Entenda por que esses dois emergentes se destacam na corrida global e onde estão as maiores oportunidades de investimentos globais em 2026

Imagem gerada por inteligência artificial mostra o mapa do Brasil com a bandeira nacional sobreposta, em meio a gráficos financeiros, simbolizando a economia do país
Imagem: Sora / ChatGPT

À medida que 2026 se aproxima e o mercado ensaia um novo ciclo de oportunidades, uma espécie de maratona silenciosa se desenrola entre os mercados emergentes (EM). Todos largam juntos, alguns perdem ritmo no meio do percurso, outros até resistem... mas só dois cruzam a linha de chegada com folga suficiente para conquistar o otimismo do Morgan Stanley.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os analistas, enquanto a maior parte dos emergentes ainda corre contra o vento, Brasil e Índia despontam como exceções atraentes para investir. 

Para o banco norte-americano, o bloco emergente aparece pressionado pela lenta reflação da China, lucros que não engrenam e um ambiente externo que segue exigente. 

Ainda assim, esses dois mercados conseguem entregar narrativas microeconômicas mais sólidas, valuations mais palatáveis e vetores de crescimento mais previsíveis do que seus pares. 

É justamente nesse contraste que o Morgan Stanley apoia sua tese — e onde o Brasil assume posição de destaque. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pessimismo com emergentes, otimismo com Brasil e Índia 

O Morgan Stanley manteve recomendação underweight (abaixo da média, equivalente à venda) para os emergentes como um todo.  

Leia Também

NEGOCIAÇÕES EM FOCO

Petróleo despenca mais de 17% com expectativa de acordo entre EUA e Irã; Ibovespa amarga sétima semana seguida de perdas

BALANÇO DO MÊS

Investimentos que pagam mais de 1% ao mês ficaram na vantagem em meio à sangria de maio; dólar sobe e Ibovespa derrete

A desaceleração global, combinada à recuperação fraca da China e à frustração com os lucros das empresas, torna difícil justificar uma alocação mais agressiva no bloco, segundo o banco.  

Mas o contexto começa a mudar. Com os Estados Unidos oferecendo maior previsibilidade e reduzindo o nível de ruído macro, volta a haver espaço para que investidores foquem nas histórias específicas de cada país — e é nessa virada que Brasil e Índia se sobressaem. 

O brilho do Brasil 

No caso brasileiro, a atratividade nasce de um conjunto de fatores que, combinados, constroem uma narrativa positiva em meio ao ceticismo com os emergentes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A combinação de valuation descontado, rentabilidade (ROE) elevada, perspectiva de retomada do ciclo de flexibilização monetária e eventos políticos decisivos — como as eleições de 2026 — formam um pano de fundo que pode destravar valor nos próximos anos, de acordo com o banco.  

O câmbio também entra nesse pacote: o Morgan Stanley projeta desempenho superior do real frente ao dólar até o fim de 2026, com retorno total acima de 10%, desde que o ciclo político caminhe para algum nível de consolidação do lado fiscal. 

Por que os analistas estão de olho na Índia 

Enquanto isso, a Índia se beneficia de outras engrenagens. O crescimento persistente do crédito doméstico, aliado a cortes de impostos e ao avanço de reformas estruturais, segue fortalecendo a economia local. 

Para 2026, o banco vê uma reaceleração cíclica da Índia, alimentada por novos fluxos de investimento e por um câmbio sustentado por valuations ainda baixos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A retomada do apetite por risco nos mercados globais

Tudo isso acontece em um pano de fundo global marcado pela expectativa de afrouxamento monetário mais forte em emergentes e em outros mercados ao longo do primeiro semestre do ano que vem. 

Esse movimento reduz o custo do capital e reabre a porta do apetite por risco, não só entre os mercados emergentes, mas também em países desenvolvidos. 

O Morgan Stanley batizou esse fenômeno de Risk Reboot: um reinício do apetite por risco impulsionado não por grandes temas macroeconômicos, mas por fundamentos micro. 

Além disso, catalisadores como o avanço do investimento em inteligência artificial (IA) e uma combinação inédita de políticas fiscal, monetária e regulatória atuando de forma pró-cíclica, especialmente nos EUA, ajudam as perspectivas para a alocação global. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa reconfiguração de cenário dá aos ativos norte-americanos o papel de líder do ciclo, de acordo com os analistas.  

Segundo o banco, alavancagem operacional positiva, ganhos de produtividade com IA e um ambiente regulatório favorável devem sustentar a alta das ações nos EUA.  

O Morgan Stanley inclusive estipulou uma meta ousada para o S&P 500 no fim de 2026: o banco prevê que o índice norte-americano atinja os 7.800 pontos.  

Setores como financeiro, industrial, consumo discricionário e saúde aparecem como favoritos, assim como as small caps, que tendem a capturar mais dos ventos pró-risco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O relatório também destaca o Japão como um mercado que deve se beneficiar de uma narrativa própria, apoiada por reformas que melhoram o retorno sobre o patrimônio e por fluxos consistentes.  

Europa, porém, fica para trás — com projeções de lucro mais fracas e uma dependência maior de temas macro globais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
28 de maio de 2026 - 6:30
27 de maio de 2026 - 13:50
Shopping Pátio Maceió 27 de maio de 2026 - 11:28
Imagem criada por IA mostra um mapa antigo, com uma bússola e uma nota de dólar recalculando rota 21 de maio de 2026 - 16:40
Imagem criada por IA traz uma bandeira dos EUA ao fundo, com um touro do lado esquerdo da imagem e uma seta para cima, em verde, do lado direito. 21 de maio de 2026 - 16:00
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 21 de maio de 2026 - 14:31
21 de maio de 2026 - 11:45
Imagem gerada por inteligência artificial representando a relação da guerra no Irã com o petróleo e a Petrobras 20 de maio de 2026 - 16:11
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia