O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Entenda por que esses dois emergentes se destacam na corrida global e onde estão as maiores oportunidades de investimentos globais em 2026
À medida que 2026 se aproxima e o mercado ensaia um novo ciclo de oportunidades, uma espécie de maratona silenciosa se desenrola entre os mercados emergentes (EM). Todos largam juntos, alguns perdem ritmo no meio do percurso, outros até resistem... mas só dois cruzam a linha de chegada com folga suficiente para conquistar o otimismo do Morgan Stanley.
Segundo os analistas, enquanto a maior parte dos emergentes ainda corre contra o vento, Brasil e Índia despontam como exceções atraentes para investir.
Para o banco norte-americano, o bloco emergente aparece pressionado pela lenta reflação da China, lucros que não engrenam e um ambiente externo que segue exigente.
Ainda assim, esses dois mercados conseguem entregar narrativas microeconômicas mais sólidas, valuations mais palatáveis e vetores de crescimento mais previsíveis do que seus pares.
É justamente nesse contraste que o Morgan Stanley apoia sua tese — e onde o Brasil assume posição de destaque.
O Morgan Stanley manteve recomendação underweight (abaixo da média, equivalente à venda) para os emergentes como um todo.
Leia Também
A desaceleração global, combinada à recuperação fraca da China e à frustração com os lucros das empresas, torna difícil justificar uma alocação mais agressiva no bloco, segundo o banco.
Mas o contexto começa a mudar. Com os Estados Unidos oferecendo maior previsibilidade e reduzindo o nível de ruído macro, volta a haver espaço para que investidores foquem nas histórias específicas de cada país — e é nessa virada que Brasil e Índia se sobressaem.
No caso brasileiro, a atratividade nasce de um conjunto de fatores que, combinados, constroem uma narrativa positiva em meio ao ceticismo com os emergentes.
A combinação de valuation descontado, rentabilidade (ROE) elevada, perspectiva de retomada do ciclo de flexibilização monetária e eventos políticos decisivos — como as eleições de 2026 — formam um pano de fundo que pode destravar valor nos próximos anos, de acordo com o banco.
O câmbio também entra nesse pacote: o Morgan Stanley projeta desempenho superior do real frente ao dólar até o fim de 2026, com retorno total acima de 10%, desde que o ciclo político caminhe para algum nível de consolidação do lado fiscal.
Enquanto isso, a Índia se beneficia de outras engrenagens. O crescimento persistente do crédito doméstico, aliado a cortes de impostos e ao avanço de reformas estruturais, segue fortalecendo a economia local.
Para 2026, o banco vê uma reaceleração cíclica da Índia, alimentada por novos fluxos de investimento e por um câmbio sustentado por valuations ainda baixos.
Tudo isso acontece em um pano de fundo global marcado pela expectativa de afrouxamento monetário mais forte em emergentes e em outros mercados ao longo do primeiro semestre do ano que vem.
Esse movimento reduz o custo do capital e reabre a porta do apetite por risco, não só entre os mercados emergentes, mas também em países desenvolvidos.
O Morgan Stanley batizou esse fenômeno de “Risk Reboot”: um reinício do apetite por risco impulsionado não por grandes temas macroeconômicos, mas por fundamentos micro.
Além disso, catalisadores como o avanço do investimento em inteligência artificial (IA) e uma combinação inédita de políticas fiscal, monetária e regulatória atuando de forma pró-cíclica, especialmente nos EUA, ajudam as perspectivas para a alocação global.
Essa reconfiguração de cenário dá aos ativos norte-americanos o papel de líder do ciclo, de acordo com os analistas.
Segundo o banco, alavancagem operacional positiva, ganhos de produtividade com IA e um ambiente regulatório favorável devem sustentar a alta das ações nos EUA.
O Morgan Stanley inclusive estipulou uma meta ousada para o S&P 500 no fim de 2026: o banco prevê que o índice norte-americano atinja os 7.800 pontos.
Setores como financeiro, industrial, consumo discricionário e saúde aparecem como favoritos, assim como as small caps, que tendem a capturar mais dos ventos pró-risco.
O relatório também destaca o Japão como um mercado que deve se beneficiar de uma narrativa própria, apoiada por reformas que melhoram o retorno sobre o patrimônio e por fluxos consistentes.
A Europa, porém, fica para trás — com projeções de lucro mais fracas e uma dependência maior de temas macro globais.
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline