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Com um histórico de críticas do republicano sobre as decisões do Fed, o mercado passou a especular se o presidente do BC dos EUA segue firme no cargo por mais um ano
Quando Donald Trump se consagrou vitorioso na eleição presidencial norte-americana, o mercado imediatamente voltou a enxergar um braço de ferro entre o novo governo e o Federal Reserve (Fed) na condução dos juros nos EUA.
Foi assim no primeiro mandato do republicano: Jerome Powell, presidente do Fed, e a própria instituição eram alvos constantes de críticas de Trump, um ferrenho defensor de juros baixos que rompeu com a tradição da Casa Branca de se manter afastada das decisões de política monetária do país.
Ainda durante a campanha para a eleição deste mês, Trump soltou a língua ferina para dizer que o Fed agia fora do tempo e defendeu seu direito de comentar sobre os juros caso fosse eleito presidente dos EUA.
Powell se manteve calado. Até hoje.
Não foram poucas as vezes que os membros do Fed repetiram que não levavam a política em consideração para definir os juros.
Na coletiva da semana passada, depois de cortar a taxa em calibre menor — uma decisão anunciada um dia depois da vitória de Trump, é bom lembrar — Powell recebeu uma enxurrada de perguntas sobre seu futuro no banco central com o novo governo. Não respondeu nenhuma delas.
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Nesta quinta-feira (14), no entanto, o presidente do Fed participou de evento em Dallas com líderes empresariais e resolveu falar um pouco mais sobre o assunto.
Powell começou dizendo que "ainda é cedo" para mensurar o impacto da agenda do presidente eleito na economia.
Ele deu uma motivo para isso: ninguém sabe com certeza quais políticas serão implementadas. “Não quero especular", disse Powell, acrescentando que há tempo para avaliá-las antes de analisar o efeito econômico. "
Powell voltou a exaltar a independência do Fed e garantiu que há apoio nos dois partidos em Washington sobre a importância da autonomia do banco central.
De todo modo, o banqueiro central destacou que quer ficar "o mais distante" possível de assuntos políticos.
Mas uma pergunta seguiu sem resposta: Powell vai permanecer no Fed após 2026?
Educadamente, o presidente do Fed disse que não cabia a ele essa decisão e que ele seguia firme no compromisso de sua missão até que seu mandato vença.
O questionamento tem sentido: Trump pode influenciar diretamente o Fed por meio de nomeações para cargos-chave a partir do próximo ano.
O mandato de Powell acaba em 2026 e o republicano já sinalizou que não deve conduzi-lo ao comando do banco central norte-americano.
Junto com o fim do mandato de Powell também termina o mandato da diretora do Fed, Adriana Kugler — que expira em janeiro de 2026.
Além disso, a própria vaga de Powell como membro do Fed estará disponível a partir de janeiro de 2028. Com isso, Trump terá a oportunidade de nomear indicados para todas essas posições.
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