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Os trabalhistas lideram as pesquisas de intenção de voto com a ajudinha de fórmulas conhecidas pelo centro
Falta menos de um mês para os britânicos irem às urnas escolher o partido e, por consequência, o primeiro-ministro que comandará o país. Quatro anos após o plebiscito que tirou o Reino Unido da União Europeia (UE), os conservadores devem deixar o poder após uma década. Se as pesquisas estiverem certas, os trabalhistas têm tudo para levar a eleição de 4 de julho.
O apoio aos conservadores vem caindo desde o início do mês em paralelo com a ascensão do Reform UK nas sondagens — que se seguiu ao anúncio de Nigel Farage de que assumiria a liderança do partido.
Também não é para menos: em dez anos, o Reino Unido teve cinco primeiros-ministros, sendo três deles após o Brexit. Por isso, a expectativa dos analistas políticos é de que tantas mudanças na liderança do partido se reflitam nos resultados das eleições deste ano.
Os tories, como são conhecidos os integrantes do Partido Conservador, estão no poder há 14 anos — com muita rotatividade.
David Cameron foi o responsável por levar a legenda de volta a Downing Street após uma lacuna de 13 anos. Ele deixou o cargo de primeiro-ministro em 2016 por discordâncias sobre o Brexit.
Cameron foi substituído por Theresa May, que tinha como missão aprovar a saída do Reino Unido da UE. Fracassou e deixou o governo três anos depois.
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É aí que aparece a figura de Boris Johnson. Ele até conseguiu um acordo, mas um escândalo ligado às restrições da pandemia de covid-19 forçou a sua renúncia.
Liz Truss é eleita e tem um mandato-relâmpago: um plano econômico desastroso levou à queda da premiê menos de 50 dias após a posse.
O atual premiê, Rishi Sunak, tem um rejeição de 64%, de acordo com uma pesquisa do YouGov divulgada no início do ano e corre o risco de ter tirar os conservadores do poder mais uma vez.
Os trabalhistas não lideram as pesquisas apenas pelo troca-troca de premiês conservadores. O partido, de tendência esquerdista, tem adotado um discurso pró-negócios e geração de riqueza na campanha deste ano.
“O crescimento econômico e a justiça social devem andar de mãos dadas”, disse o líder trabalhista Keir Starmer em um evento de lançamento em Manchester, Inglaterra, chamando-o de “manifesto para a criação de riqueza, um plano para mudar o Reino Unido”.
As principais promessas incluem a criação de uma nova empresa pública de energia, a proibição da concessão de novas licenças de petróleo e gás no Mar do Norte, a redução dos tempos de espera dos pacientes no tenso Serviço Nacional de Saúde e a renacionalização da maioria dos serviços ferroviários de passageiros.
A maior parte do manifesto foi anteriormente sinalizada pelo partido, incluindo promessas de aumentar os impostos extraordinários sobre as empresas de petróleo e gás, remover incentivos fiscais para escolas independentes e fechar o que foi descrito como uma “brecha fiscal” para investidores de capital privado.
Nesse sentido, eles lançaram um plano para arrecadar 7,35 bilhões de libras (US$ 9,4 bilhões) até 2028-29 para financiar serviços públicos. O valor seria obtido com o fechamento de novas brechas fiscais para os chamados indivíduos não domiciliados e redução da evasão fiscal, remoção de incentivos para escolas independentes e aumento de impostos sobre as compras de propriedades residenciais por pessoas não pertencentes ao Reino Unido.
O partido sinaliza ainda com investimentos verdes adicionais por meio de um “imposto sobre lucros extraordinários por tempo limitado” sobre as empresas de petróleo e gás, angariando 1,2 bilhão de libras e 3,5 bilhões de libras em empréstimos.
O Reino Unido entrou em uma recessão superficial no segundo semestre do ano passado, à medida que as famílias e as empresas enfrentavam uma inflação severa e condições financeiras mais restritivas, embora tenham registrado um crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2024.
No discurso de declaração da voto de 4 de julho, o primeiro-ministro Rishi Sunak disse que a inflação tinha sido controlada e que o governo tinha cortado os impostos sobre os trabalhadores, aumentado as pensões do Estado e reduzido os impostos sobre o investimento.
No manifesto divulgado na terça-feira, os conservadores apresentaram promessas de cortar em 2 pence do Seguro Nacional, introduzir o serviço nacional obrigatório, reduzir para metade a imigração e introduzir um programa para ajudar os compradores de imóveis pela primeira vez.
*Com informações da BBC e da CNBC
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