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Kiev estava em uma encruzilhada financeira depois que a Casa Branca informou que não havia mais autorização para enviar recursos para a guerra contra os russos
Há quase uma semana, a Ucrânia se viu em uma encruzilhada: precisa de mais ajuda financeira, mas os EUA — seu principal apoiador após a invasão da Rússia — estão prestes a fechar a torneira de recursos para essa guerra. De onde viriam os bilhões de dólares para manter os ucranianos de pé no front de batalha?
A resposta veio nesta quinta-feira (1), depois que os líderes da União Europeia (UE) concordaram com um pacote de ajuda de 50 bilhões de euros (US$ 54 bilhões ou R$ 267,5 bilhões) para a Ucrânia.
O anúncio foi feito pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
“Nós temos um acordo. Todos os 27 líderes chegaram a acordo sobre um pacote de apoio adicional de 50 bilhões de euros para a Ucrânia no âmbito do orçamento da UE. Isto garante um financiamento constante, de longo prazo e previsível para a Ucrânia. A UE está assumindo a liderança e a responsabilidade no apoio à Ucrânia; sabemos o que está em jogo”, disse Michel em sua conta no X.
Os líderes da UE vinham travando uma batalha para chegar a um consenso sobre o pacote de apoio à Ucrânia. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, já havia vetado o acordo de ajuda em dezembro.
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A ajuda europeia não podia sair em um momento melhor para a Ucrânia. O maior financiador individual de Kiev nessa guerra pode fechar a torneira de recursos em breve.
Isso porque Donald Trump — que nem conseguiu ainda a indicação republicana para concorrer às eleições presidenciais de 5 de novembro nos EUA — está colocando um dos conflitos mais importantes da atualidade em xeque.
Na semana passada, a Casa Branca informou que o fornecimento de dinheiro dos EUA à Ucrânia acabou, o que poderia deixar Kiev mal equipada para repelir a invasão russa.
As negociações para garantir recursos aos ucranianos precisaram voltar ao Congresso norte-americano — e é aí que Trump entra em cena.
O ex-presidente já pressionou abertamente os republicanos no Senado a não comprometerem a legislação sobre segurança nas fronteiras por conta da ajuda para a Ucrânia.
A preocupação de Trump é que a liberação de mais recursos financeiros para Kiev lutar contra a Rússia favoreça o presidente dos EUA, Joe Biden, na tentativa de reeleição em novembro.
Ao mesmo tempo que enfrenta as questões ligadas ao financiamento da guerra, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também lida com problemas nas trincheiras.
O chefe do exército ucraniano, Valeriy Zaluzhnyi, está prestes a ser demitido do cargo em uma queda de braço com Zelensky.
Zaluzhnyi é bastante popular entre os ucranianos, mas é bem problemático para o presidente ucraniano. Ambos vivem em meio a uma rixa desde que o militar deu uma entrevista em novembro passado na qual descreveu a guerra contra a Rússia como um “impasse”.
Zaluzhnyi teria recusado um pedido de Zelensky para renunciar no início desta semana e permanece no cargo por enquanto. Mas uma fonte ouvida pela CNN informou que um decreto presidencial demitindo oficialmente o comandante militar é esperado até o final da semana.
A medida seria uma das maiores mudanças militares na Ucrânia desde o início da guerra e pode ser controversa se for entendida como o resultado de uma questão pessoal.
Analistas de defesa, no entanto, afirmam que é prática comum a substituição de comandantes militares em tempos de guerra, se uma nova estratégia e visão forem consideradas necessárias.
*Com informações da CNBC, da Reuters e da CNN Internacional
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