O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os investidores aguardavam o documento para entender o futuro da taxa referencial da maior economia do mundo e já se reposicionaram depois dos novos sinais desta quarta-feira (21)
O Federal Reserve (Fed) jogou um verdadeiro balde de água fria nos mercados na primeira reunião de política monetária de 2024. A decisão de janeiro indicou claramente que os juros não começariam a cair no curto prazo nos EUA.
Para não deixar dúvidas, na coletiva que seguiu a decisão, o presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, foi enfático ao dizer que, embora o comitê de política monetária decida reunião por reunião sobre a trajetória dos juros, as chances de um afrouxamento em março eram mínimas.
"Não acho provável que atingiremos esse nível de confiança suficiente em para cortar os juros em março", disse Powell na ocasião, acrescentando que é preciso ver os dados até lá para saber se isso é possível.
Por isso, os investidores aguardavam com atenção a divulgação da ata desse encontro em busca de pistas sobre o futuro da taxa referencial da maior economia do mundo.
Há mais ou menos seis anos, o Fed chamou atenção do mercado ao adotar o termo “paciência” para se referir aos possíveis ajustes na condução da política monetária. Naquele momento, os juros rodavam na casa dos 2,5%, a economia e o mercado de trabalho eram vigorosos e a inflação era baixa.
Agora, as condições são outras: a economia norte-americana ainda cresce e o mercado de trabalho é sólido, mas os juros estão na faixa dos 5,25% a 5,50% ao ano e a inflação segue acima da meta de 2% do BC dos EUA.
Leia Também
E mesmo assim, a paciência voltou. Nas últimas semanas, vários dirigentes do Fed indicaram uma abordagem paciente em relação ao corte de juros — e não é à toa.
Desde a reunião de 30 e 31 de janeiro, a abordagem cautelosa se justificou, uma vez que leituras separadas sobre os preços ao consumidor e ao produtor mostraram que a inflação nos EUA está mais quente do que o esperado e ainda bem acima do objetivo do banco central norte-americano.
Embora Powell tenha praticamente retirado da mesa a possibilidade de um corte de juros em março — uma aposta que vinha crescendo entre os investidores desde o final do ano passado — nem tudo está perdido.
A ata de hoje indicou que uma discussão mais aprofundada sobre o afrouxamento monetário ocorrerá na reunião de março.
Em uma entrevista ao “60 Minutes” transmitida poucos dias após a reunião do Fomc de janeiro, Powell disse: “Com a economia forte desta forma, sentimos que podemos abordar cuidadosamente a questão de quando começar a reduzir os juros”.
Na ocasião, ele acrescentou que está procurando “mais evidências de que a inflação está desacelerando de forma sustentável para 2%”.
Desde então, os investidores tiveram de recalibrar as expectativas em relação aos cortes nas taxas.
Hoje, apenas 6,5% dos traders veem chances de um corte de juros em março, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. No final do ano passado, quase metade do mercado via a chance de um afrouxamento no terceiro mês de 2024.
A maior aposta agora se concentra em junho, com 72,3% — um percentual um pouco menor do que o de terça-feira (21), um dia antes da divulgação da ata de janeiro, quando a probabilidade era de 77,1%, segundo o CME Group.
A precificação de que um juro menor não vem agora explica um pouco do comportamento de Wall Street após a divulgação da ata: os índices de ações continuaram operando em queda, com os investidores mais concentrados no balanço da gigante dos chips Nvidia, previsto para depois do fechamento de hoje.
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne
As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos
Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso
Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras
A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial
Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial
Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco
BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%
Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas
A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia
Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração
Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil
A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento
Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país