🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

DEPOIS DO BALDE DE ÁGUA FRIA

Mistério revelado? Ata do Fed dá pistas do que pode acontecer com os juros em março

Os investidores aguardavam o documento para entender o futuro da taxa referencial da maior economia do mundo e já se reposicionaram depois dos novos sinais desta quarta-feira (21)

Carolina Gama
21 de fevereiro de 2024
17:27
Montagem de homem de cabelos brancos, camiseta branca e uma camisa marrom segurando um balde azul com água e um fundo gráfico do mercado de ações
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed) - Imagem: Montagem Andrei Morais / Adobe Firefly / Federal Reserve

O Federal Reserve (Fed) jogou um verdadeiro balde de água fria nos mercados na primeira reunião de política monetária de 2024. A decisão de janeiro indicou claramente que os juros não começariam a cair no curto prazo nos EUA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para não deixar dúvidas, na coletiva que seguiu a decisão, o presidente do banco central norte-americano, Jerome Powell, foi enfático ao dizer que, embora o comitê de política monetária decida reunião por reunião sobre a trajetória dos juros, as chances de um afrouxamento em março eram mínimas

"Não acho provável que atingiremos esse nível de confiança suficiente em para cortar os juros em março", disse Powell na ocasião, acrescentando que é preciso ver os dados até lá para saber se isso é possível.

Por isso, os investidores aguardavam com atenção a divulgação da ata desse encontro em busca de pistas sobre o futuro da taxa referencial da maior economia do mundo. 

A paciência, investidores, paciência

Há mais ou menos seis anos, o Fed chamou atenção do mercado ao adotar o termo “paciência” para se referir aos possíveis ajustes na condução da política monetária. Naquele momento, os juros rodavam na casa dos 2,5%, a economia e o mercado de trabalho eram vigorosos e a inflação era baixa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, as condições são outras: a economia norte-americana ainda cresce e o mercado de trabalho é sólido, mas os juros estão na faixa dos 5,25% a 5,50% ao ano e a inflação segue acima da meta de 2% do BC dos EUA. 

Leia Também

E mesmo assim, a paciência voltou. Nas últimas semanas, vários dirigentes do Fed indicaram uma abordagem paciente em relação ao corte de juros — e não é à toa. 

Desde a reunião de 30 e 31 de janeiro, a abordagem cautelosa se justificou, uma vez que leituras separadas sobre os preços ao consumidor e ao produtor mostraram que a inflação nos EUA está mais quente do que o esperado e ainda bem acima do objetivo do banco central norte-americano. 

Os juros vão começar a cair em março?

Embora Powell tenha praticamente retirado da mesa a possibilidade de um corte de juros em março — uma aposta que vinha crescendo entre os investidores desde o final do ano passado — nem tudo está perdido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ata de hoje indicou que uma discussão mais aprofundada sobre o afrouxamento monetário ocorrerá na reunião de março. 

Em uma entrevista ao “60 Minutes” transmitida poucos dias após a reunião do Fomc de janeiro, Powell disse: “Com a economia forte desta forma, sentimos que podemos abordar cuidadosamente a questão de quando começar a reduzir os juros”. 

Na ocasião, ele acrescentou que está procurando “mais evidências de que a inflação está desacelerando de forma sustentável para 2%”.

Desde então, os investidores tiveram de recalibrar as expectativas em relação aos cortes nas taxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, apenas 6,5% dos traders veem chances de um corte de juros em março, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group. No final do ano passado, quase metade do mercado via a chance de um afrouxamento no terceiro mês de 2024. 

A maior aposta agora se concentra em junho, com 72,3% — um percentual um pouco menor do que o de terça-feira (21), um dia antes da divulgação da ata de janeiro, quando a probabilidade era de 77,1%, segundo o CME Group. 

A precificação de que um juro menor não vem agora explica um pouco do comportamento de Wall Street após a divulgação da ata: os índices de ações continuaram operando em queda, com os investidores mais concentrados no balanço da gigante dos chips Nvidia, previsto para depois do fechamento de hoje. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar