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Para conseguir resolver a crise entre a noite de ontem e a manhã de hoje, o governo de argentino precisou dialogar diretamente com ministros brasileiros
O sistema de distribuição de gás da Argentina entrou em estado de emergência após a mais recente onda de frio no país. Para tentar atender à demanda, o país chefiado por Javier Milei efetuou um pedido de GNV (como é conhecido o gás combustível) para a Petrobras (PETR4).
Voltando alguns passos, a onda de frio que chegou ao Brasil nesta semana, derrubando as temperaturas no Sul e Sudeste do país, vem castigando a Argentina como um todo desde a semana passada. Comum em países onde faz muito frio, o sistema de aquecimento a gás teve um aumento da demanda no período.
Na semana passada, o governo chegou a estabelecer um congelamento no preço do GNV para evitar uma disparada da inflação — ainda que a medida vá contra a doutrina liberal, defendida pelo presidente. Porém, um outro problema chegou primeiro: o abastecimento.
De acordo com o portal La Nación, mais de 300 indústrias e estações de armazenamento estão sem gás para fornecer à população.
O governo avalia que este é o inverno mais rigoroso em 44 anos e a demanda por gás aumentou cerca de 55% em relação ao mesmo período do ano anterior. O aumento da demanda por gás subiu de 45 milhões de metros cúbicos por dia para 70 milhões, segundo agências locais.
Era esperado que um novo carregamento fosse enviado pela Petrobras na última terça-feira (28). Contudo, devido a um problema no pagamento à estatal brasileira, o novo carregamento só chegou na manhã desta quarta-feira (29).
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Para conseguir resolver a crise entre a noite da última terça-feira e a manhã desta quarta-feira, o governo de Milei optou por “contornar” o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
Isso porque, durante a pré-campanha para a presidência, Milei teceu duras críticas ao presidente brasileiro. Vale lembrar que o Brasil, junto com a China, são os principais parceiros comerciais da Argentina.
À época, Milei acusou Lula de “corrupto” e “comunista” e disse que não se reuniria com o presidente caso fosse eleito.
Com isso, o governo argentino temia que essas falas gerassem alguma resistência do governante brasileiro, ainda que Lula nunca tenha dado quaisquer sinais de que travaria quaisquer negociações com seu equivalente argentino.
Dessa forma, ficou a cargo do Ministério da Energia, Eduardo Rodríguez Chirillo, e da chanceler, Diana Mondino, intervir na negociação com a Petrobras.
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o ministro da Energia brasileiro, Alexandre Silveira, também foram envolvidos nas negociações. E não consta que o tenham feito pelas costas de Lula.
Inclusive, publicações locais afirmam que “não havia política no meio e, sim, muita predisposição de ambos os lados”.
Do mesmo modo, o governo atual critica a gestão anterior de Alberto Fernández, derrotado nas eleições de dezembro do ano passado.
Isso porque o gasoduto Néstor Kirchner ainda não foi finalizado, faltando três compressoras para a conclusão das obras. Como o próprio nome diz, essas compressoras permitem duplicar a capacidade de transporte, comprimindo o gás nos dutos.
Com essa instalação, seria possível transportar o dobro de gás, dos atuais 11 milhões de metros cúbicos por dia para 22 milhões.
As construtoras responsáveis pelas instalações dizem que alertaram o governo sobre essa situação em dezembro passado. No entanto, a nova administração priorizou cuidar do superávit fiscal e restringir as obras públicas.
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