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Se há esse movimento por parte do BC do Japão para desvalorizar a moeda, o governo não deve ficar parado: há uma perspectiva de intervenção das autoridades no câmbio
O iene atingiu seu nível mais fraco na última quarta-feira (28), renovando as mínimas contra o dólar. A moeda norte-americana se fortaleceu contra a japonesa para um patamar de 151,97 dólar por iene, o mais alto desde meados dos anos 1990.
A fraqueza do iene foi inicialmente provocada por comentários do membro do conselho do Banco do Japão (BoJ), Naoki Tamura. Ele afirmou que o BC japonês deve proceder de forma “lenta e constante” para normalizar a política ultra acomodatícia nos próximos meses.
Décadas de estagnação econômica fizeram com que a grande ambição dos banqueiros centrais japoneses fosse justamente gerar algum estímulo à atividade via inflação.
E eles conseguiram: o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) do japão superou as previsões e ficou na meta de 2% em janeiro do BoJ — com a ajuda da pandemia, é preciso ressaltar.
Vale lembrar que em meados de março o Japão tirou a taxa de referência de -0,1% ao ano para a faixa de 0,0 a 0,1%. Pode parecer pouco, mas o país foi o último do mundo a manter juros negativos.
Também é preciso dizer que a semana gerou o clima propício para a fraqueza do iene. A baixa liquidez global tende a aumentar a volatilidade dos ativos, o que pode intensificar movimentos de alta ou de baixa.
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Depois da decisão de elevar os juros, o presidente do BoJ, Kazuo Ueda, enfatizou que as condições monetárias permanecerão acomodatícias, mas não descartou a possibilidade de novas altas nas taxas se a inflação pressionar.
Em outras palavras, o BoJ deve continuar oferecendo pouco suporte à fraqueza do iene.
Porém, se há esse movimento por parte do BC do Japão, o governo não deve ficar parado: há uma perspectiva de intervenção das autoridades no mercado de câmbio.
Quem falou sobre a fraqueza do iene foi Luis Garcia, diretor de investimentos (CIO) da SulAmérica Investimentos, convidado da mais recente edição do Touros e Ursos. Ele elegeu a moeda japonesa o “urso da semana”. Veja a seguir:
Naquela mesma quarta-feira, o índice do dólar (DXY) e os futuros do índice do dólar subiram 0,1% cada na Ásia. Os operadores deram força à moeda norte-americana especialmente após a sinalização dos principais bancos centrais do planeta de sinalizar cortes nas taxas de juros no futuro.
Apesar disso, os olhos do mundo se voltam para o PCE, o indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) para atualizar a política monetária do país. O dado só deve ser divulgado na sexta-feira (29), quando parte dos mercados estará fechada em virtude do feriado.
Assim, prevaleceu uma máxima do mercado nos últimos dias: nunca aposte contra o dólar.
Em outras palavras, os investidores aumentaram a demanda pelo dólar na Ásia, ampliando ainda mais a fraqueza das moedas locais.
O ministro das Finanças, Shunichi Suzuki, disse na quarta-feira que tomaria "medidas decisivas" contra movimentos excessivos da moeda, ecoando seus comentários de 2022, quando o governo se engajou em níveis recordes de intervenção para apoiar o iene.
Outros diplomatas japoneses especializados em moeda também avisaram que não descartariam nenhuma medida para conter a queda do iene.
Além do iene, o yuan chinês também permaneceu fraco, com os operadores do mercado de olho nos dados relativamente mais fracos da China.
*Com informações do Investing.com, Tradingview e Yahoo Finance
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