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Além do aumento na produção, a organização prorrogou até dezembro de 2026 o prazo para compensar volumes extraídos acima das cota

Os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) seguem avançando na retirada gradual dos cortes voluntários de produção. Neste domingo (7), o grupo confirmou um incremento de 188 mil barris por dia na oferta de petróleo a partir de julho de 2026.
A decisão foi tomada durante uma reunião virtual dos sete países participantes do acordo: Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã.
Segundo comunicado divulgado após o encontro, o aumento faz parte do processo de reversão gradual e parcial das reduções voluntárias adicionais implementadas em abril de 2023.
Os integrantes da aliança também reafirmaram o compromisso com a estabilidade do mercado global de petróleo.
De acordo com a nota, o grupo continuará adotando uma abordagem cautelosa e manterá flexibilidade para aumentar, interromper ou reverter a retirada dos cortes de produção, conforme a evolução das condições de oferta e demanda.
A Opep+ destacou ainda que a flexibilização das restrições abre espaço para que os países participantes acelerem seus planos de compensação pelos volumes produzidos acima das cotas estabelecidas anteriormente.
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“Reiteramos o compromisso coletivo de alcançar conformidade absoluta com os termos da Declaração de Cooperação, assegurando a intenção de compensar integralmente todo o volume de petróleo que foi extraído acima das cotas permitidas desde janeiro de 2024”, afirmou o grupo.
Diante disso, o prazo para a compensação desses excedentes foi prorrogado até o fim de dezembro de 2026.
O cumprimento das metas de produção e o cronograma de ajustes continuarão sendo monitorados pelo Comitê Monitor Ministerial Conjunto (JMMC).
Para acompanhar as condições do mercado global, o cumprimento das cotas e os níveis de estoques remanescentes, os representantes da aliança passarão a realizar reuniões mensais de avaliação.
O próximo encontro está marcado para 5 de julho de 2026.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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