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Simulação baseada em mais de 3.300 partidas coloca o Brasil apenas na quarta posição entre os candidatos ao título

A XP divulgou uma análise probabilística sobre as chances de título na Copa do Mundo de 2026 e apontou a França como a principal favorita.
No ranking das seleções com maior probabilidade de levantar a taça, o Brasil aparece em quarto lugar, atrás de França, Espanha e Argentina. A Alemanha completa o grupo das cinco principais candidatas.
O estudo também estimou até onde a seleção brasileira tende a avançar no torneio. Pelas projeções, as quartas de final aparecem como o ponto mais decisivo para a continuidade da equipe na competição.
Veja a seguir os principais resultados da análise e a metodologia utilizada pela XP.
De acordo com o estudo, a França lidera com 9% de chance de conquistar a Copa. Na sequência aparecem Espanha (6,4%), Argentina (6,1%), Brasil (6,0%) e Alemanha (5,9%).
A seleção brasileira surge com forte probabilidade de avançar na primeira fase. O modelo estima 93% de chance de classificação às oitavas de final. A partir daí, porém, a disputa se torna progressivamente mais equilibrada.
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O Brasil apresenta a maior probabilidade entre todas as seleções de chegar às quartas de final, com 39,2%. As chances caem para 19,7% nas semifinais, 10,1% na decisão e 6,0% na conquista do título, considerando todo o caminho até a taça.
Por outro lado, caso alcance a final, a seleção brasileira teria 59% de chance de vencer a partida decisiva — o segundo maior índice do torneio, atrás apenas da França.
A previsão dos finalistas segue bastante incerta. Segundo a XP, nenhum confronto específico de final supera 1% de probabilidade de ocorrer nas simulações realizadas.
Para projetar o vencedor da Copa do Mundo de 2026, a XP analisou mais de 3.300 partidas entre seleções nacionais. A base incluiu jogos de Copas anteriores, eliminatórias e competições continentais.
Com esses dados, foi desenvolvido um modelo capaz de identificar padrões de desempenho. Entre eles, a tendência de equipes mais fortes e em melhor fase conquistarem mais vitórias, enquanto confrontos equilibrados apresentam maior grau de imprevisibilidade.
A partir dessas informações, o sistema calcula as probabilidades de vitória, empate ou derrota para cada partida, considerando fatores como força histórica das seleções e resultados recentes.
Com as probabilidades definidas, a XP simulou a Copa do Mundo completa dez mil vezes. Cada simulação reproduz um torneio hipotético, em que os resultados seguem as chances estimadas pelo modelo. Ao analisar quantas vezes cada seleção avançou de fase, chegou à final ou conquistou o título nesses cenários, a XP chegou às probabilidades finais divulgadas no estudo.
*Sob supervisão de Renan Dantas.
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