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Em outubro de 2023, o Departamento de Comércio norte-americano afirmou que iria “restringir significativamente” as exportações de chips para China
A gigante do ramo de chips e semicondutores Nvidia (BDR: NVDC34 / Nasdaq: NVDA) está diante de uma ameaça. Isso porque a imposição de sanções dos Estados Unidos contra a China fez o país asiático se voltar para empresas locais e driblar a limitação de importações.
Voltando alguns passos, desde a gestão de Donald Trump, China e Estados Unidos travam uma disputa comercial, com momentos de maior e menor tensão.
Em outubro de 2023, o Departamento de Comércio norte-americano afirmou que iria “restringir significativamente” as exportações desse tipo de chip, em especial aqueles relacionados à Inteligência Artificial (IA).
Do outro lado, a China criticou as medidas, afirmando que elas violam as regras do comércio internacional e desestabilizarem a indústria global de semicondutores.
Acontece que a principal desenvolvedora de chips de alto rendimento do planeta é a Nvidia — mas a principal planta fabril desses semicondutores está na China.
Assim, o país governado por Xi Jinping passou a olhar com maior cuidado para empresas locais, buscando reduzir a dependência da Nvidia e escapar das sanções dos EUA.
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Veja a seguir quem são as três companhias que estão no radar:
O nome pode ser pouco conhecido no Ocidente, mas a Huawei é uma das maiores empresas de telecomunicações, eletrônicos de consumo — como celulares e tablets — e computação em nuvem da China.
A companhia sediada em Shenzhen vende chips de processadores de data centers para treinar modelos de IA.
Um detalhe que chama a atenção é que a atual geração de chips da empresa, chamada de Ascend 910B, é comparada a um dos produtos mais populares da Nvidia, o H100.
Em seu relatório anual no início deste ano, a Nvidia identificou explicitamente a Huawei, entre outras empresas, como concorrente em áreas como chips, software para IA, entre outros produtos digitais.
Além da Huawei, a Alibaba e a Baidu também buscam projetar seus próprios semicondutores e softwares de treinamento de IA.
A Baidu, uma das maiores empresas de internet da China, projeta seus próprios chips para uso em servidores e carros autônomos sob a marca Kunlun.
Já a unidade de design de semicondutores da Alibaba, chamada T-Head, desenvolveu um chip de treinamento de IA chamado Hanguang 800.
Por fora dos nomes mais conhecidos do mercado, outras empresas também correm por fora para tentar cobrir o vácuo deixado pela Nvidia.
A Biren Technology tem projetos de criar uma unidade de processamento gráfico (GPU) mais generalista, além de produzir seus próprios hardwares e softwares. No ano passado, a Biren foi adicionada à chamada Lista de Entidades dos EUA, que restringe seu acesso a certas tecnologias norte-americanas.
Da mesma forma, a Cambricon Technologies projeta vários tipos de semicondutores, desde aqueles projetados para treinar modelos de IA até aqueles que podem executar aplicativos de inteligência artificial em dispositivos móveis, em vez de em data centers.
No entanto, a empresa continuou a relatar perdas significativas e supostamente demitiu funcionários no ano passado, de acordo com o South China Morning Post.
Fundada em 2020, a Moore Threads desenvolve GPUs projetadas para treinar grandes modelos de IA, com a missão de “se tornar um líder global em GPU”, de acordo com seu próprio site.
E a companhia também tem grandes aliadas, como a ByteDance, dona do TikTok, que é uma investidora de venture capital (VC, investidores de risco), ao lado de Sequoia e GGV Capital. Tanto a Cambricon Technologies quanto a Moore Threads estão na Lista de Entidades dos EUA.
Por fim, a Enflame Technology é outra startup na China que busca se posicionar como uma alternativa doméstica à Nvidia.
A empresa projeta chips para data centers focados em treinamento e processos de IA e recebe investimentos da Tencent, uma das maiores empresas de tecnologia da China.
*Com informações da CNBC
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