O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O dono da gigante do varejo eletrônico vendeu agora mais 14 milhões de ações da empresa, levantando US$ 2,4 bilhões com a transação
Aquele momento de separar documentos, notas e fazer contas chegou para os brasileiros que declaram impostos — e, nessa hora, muita gente tenta encontrar meios legais de reduzir o tamanho da mordida do Leão. Esse cenário não é muito diferente para os bilionários, ainda que seja Jeff Bezos, o fundador da Amazon.
Bezos vendeu mais 14 milhões de ações da Amazon no valor de cerca de US$ 2,4 bilhões (R$ 11,8 bilhões no câmbio atual).
Essa transação elevou o número total de ações da gigante do varejo eletrônico que ele vendeu nos últimos nove pregões para cerca de 50 milhões, com um valor aproximado de US$ 8,5 bilhões (R$ 42 bilhões no câmbio atual).
O tamanho da mordida do Leão sobre os bilhões que Bezos levantou com essas vendas de ações é de doer no bolso.
Por isso, ele conseguiu um jeito — dentro das leis norte-americanas — que reduzir consideravelmente as perdas com impostos.
No ano passado, Bezos se mudou de Seattle, em Washington, para Miami, na Flórida. A troca de casa fará com que o bilionário economize quase US$ 600 milhões em impostos sobre os US$ 8,5 bilhões em ações que vendeu.
Leia Também
Ganhos acima de US$ 250.000 provenientes da venda de ações ou outros investimentos de longo prazo são tributados em 7% no estado de Washington. A Flórida não cobra impostos estaduais sobre renda ou ganhos de capital.
No entanto, ele ainda estará sujeito a impostos federais em decorrência da venda das ações.
Bezos, no entanto, não admite que mudou de estado para escapar da tributação sobre a venda das ações — vale lembrar que a Amazon anunciou há algum tempo que o bilionário venderia até 50 milhões de ações até janeiro de 2025.
Em novembro do ano passado, Bezos disse que seus pais haviam voltado para Miami, onde passou parte de sua infância, e que queria estar perto deles e de seu projeto espacial Blue Origin — que estava “cada vez mais sendo transferido para Cabo Canaveral”.
Se a justificativa colou, não se sabe. Mas o fato é que quando Bezos anunciou a sua mudança para a Flórida, gerou-se especulação sobre se isso se devia a uma lei fiscal que teria de enfrentar em Washington depois de o estado ter aprovado um novo imposto sobre grandes vendas de ações.
“Lauren e eu amamos Miami”, escreveu ele no Instagram na ocasião, referindo-se à sua noiva Lauren Sánchez. “Por tudo isso, pretendo voltar para Miami, saindo do Noroeste Pacífico”, acrescentou.
Bezos, que é o fundador e presidente executivo da Amazon, havia vendido ações da varejista eletrônica pela última vez em 2021.
Ele também doou ações da Amazon como parte de sua filantropia, mais recentemente em 2022.
Mesmo com as negociações recentes, Bezos ainda ficou com cerca de 938 milhões de ações da Amazon, que, com base no preço do último fechamento, de US$ 167,08, valem cerca de US$ 157 bilhões (R$ 775,6 bilhões).
*Com informações da BBC e da CNBC
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região